No dia 13 do corrente mês de Agosto, o Jornal de Notícias noticiava que o número de infecções hospitalares no Hospital de S. João no Porto, tinha baixado de 2005 para este ano de 19% para 12,5%, colocando junto a cada cama dispensadores de solução alcoólica desinfectante e formando clínicos e corpo de enfermagem e auxiliares para a limpeza das mãos antes do contacto com cada doente.
Quando o Ministro da Saúde afirmou “preto e no branco” muitas das infecções nos hospitais existiam porque “há muitas mãos que não são lavadas”, isto pareceu à Ordem dos Médicos “curto e grosso”. Afinal, parece que não é assim tão curto nem tão grosso.O que me parece estranho é que seja necessário dizer a um técnico de saúde (médico ou não), que deve lavar (desinfectar) as mãos entre dois pacientes.
O que me parece estranho é irmos a uma consulta (particular) de um médico de doenças de pele, e o consultório não tem lavabos nem aparelho de desinfecção. E não é por isso que não pagamos entre 50 a 150 euros por consulta.O que me parece estranho é a ASAE não inspeccionar os lugares onde se realizam actos médicos, para fazerem a verificação das condições higieno-sanitárias em que se realizam.
O que me parece estranho é a Ordem dos Médicos e os Sindicatos dos trabalhadores da Saúde não determinarem que o exercício de funções dessa natureza sem os cuidados de Higiene minimamente exigíveis de forma reiterada, conduzirá à perda da carteira profissional.O que me parece estranho é que seja pensável que em pleno século XXI, algum trabalhador da Saúde pode executar um qualquer acto profissional sem lavar as mãos primeiro.
Contam-se por muitos milhares os iraquianos, ingleses e americanos que têm sido mortos e estropiados unicamente para permitir que os EUA e os grandes do capital internacional, possam encher as carteiras com o ouro negro daquela região do globo.
Muitos mais do que aqueles que o Regime ditatorial de
Os Direitos Humanos são espezinhados. Os presos são barbaramente humilhados pelos arautos da Paz e da Liberdade.
São todos face da mesma moeda. Por cá também temos os nossos
Tão pronto em defender o entendimento entre os que se preparavam para ocupar militarmente o Iraque, e agora nem uma palavra se ouve da sua “boquinha de
E agora vem o retoque final. O Sr.
Assim se ganha o céu, depois de conquistar o Iraque. Amem!!!
A minha Maria faz hoje 21 anos. Durante muito tempo esta idade era uma marca mítica na vida de uma pessoa. Era com 21 anos que um jovem atingia a maioridade. Era com 21 anos que um jovem se emancipava da tutela dos seus progenitores.
E depois é tão boa menina. Refilona, mas não pode fugir à sua costela de “Baterremos”. Boa estudante, perseverante, com uma capacidade de estudo verdadeiramente notável. Julgo que o meu pai se a conhecesse sentiria nela um grande orgulho.
Apareces-me agora a dizer que já pensas em mais alguém além de ti. Essa tem sido a parte pior. Ando aqui eu a preparar-te para seres livre e já tu estás a pensar em amarras… Eu sei que é a ordem natural das coisas. E à parte o “rapaz” ser do Sporting, não tenho nada contra ele.
1907(12 de Agosto): Nasce Adolfo Correia da Rocha em S. Martinho de Anta (distrito de Vila Real). - 1920: Emigra para o Brasil. - 1925: Regressa do Brasil. - 1927: Fundação da "Presença" em que colabora desde o começo. - 1928: Ingressa na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra; Ansiedade, primeiro livro, poesia. - 1930: Deixa a "Presença". - 1931: Pão Ázimo, primeiro livro em prosa. - 1933: Formatura em Medicina. - 1934: A Terceira Voz, prosa; passa a usar o pseudónimo Miguel Torga. - 1936: O outro livro de Job, poesia. - 1937: A Criação do Mundo - Os dois primeiros dias. - 1939: Abertura do consultório médico, em Coimbra. - 1940: Os Bichos. - 1941: Primeiro volume do Diário; Contos da Montanha, que será reeditado no Rio de Janeiro; Terra firme, Mar, primeira obra de teatro. - 1944: Novos Contos da Montanha; Libertação (poesia). - 1945: Vindima, o primeiro romance. - 1947: Sinfonia (teatro). - 1950: Cântico do Homem (poesia); Portugal. - 1954: Penas do Purgatório (poesia) - 1958: Orfeu Rebelde, poesia. - 1965: Poemas Ibéricos. - 1981: Último volume de A Criação do Mundo. - 1993: Último volume do Diário (XVI). – 1995(17 de Janeiro): Morre Adolfo Correia da Rocha.
Esse crachá foi mandado fazer pela Câmara Municipal em 1959 para celebrar a efeméride. Os velhos como eu, ou os ainda mais velhos, recordam que durante algum tempo a Praça jacob Rodrigues Pereira, rinha na placa central desenhado em calçada portuguesa o brasão da Vila e a data da sua elevação a sede de Concelho. Só que veio um outro executivo e mandou retirar tudo aquilo e fazer o desenho daquele "mamarracho" que ainda hoje ali existe. Enfim, mudanças de executivo, mudanças de arranjos urbanisticos.
Foi nessa altura que me ocorreu enviar esta Carta ao Sr. Presidente da Câmara e ao executivo CDU. De facto no dia 20 de Outubro de 2009 celebram-se 400 anos desse acontecimento, o que torna essa data credora de uma comemoração preparada com o tempo adequado para a dignidade que é exigida.
Já que eu estou longe desse tipo de protagonismos, por razões de saúde e de vontade pessoal, aqui vai este reavivar de memórias, na certeza de que o que for feito será o melhor para a cidade de Peniche e o seu Concelho.
Olha os bombeiros, tão bem alinhados!
Pelas janelas, as mães e as filhas,
Falta morrer o Pe Bastos. Está feita a vontade dos novos senhores da terra. Não vai sobreviver outros 60 anos. O que a Comunidade Europeia não acabou, o “NOVO” Campo da Torre encarregar-se-á de resolver. Julgava eu do tempo em que estudava história que as Festas, Feiras e Romarias eram celebradas ao redor dos Castelos…
Na passada 2ª feira (30 de Julho) morreu este homem do cinema que num tempo de obscurantismo era estuado aqui em Peniche, no nosso cineclube, para através disso nos compreendermos melhor como pessoas.
Na Caderno de apoio que era distribuído aos sócios transcrevíamos um texto de Ingmar Bergman em que este posicionava a sua filmografia, numa forma de que nunca veio a abdicar:
INGMAR BERGMAN morreu com 89 anos de idade e deixou-nos com um legado de filmes memoráveis que constituirão para todo o sempre Património da Humanidade. Entre esses filmes destacam-se:
Peniche, numa época em que o cinema não era propriamente um valor apreciado pelos poderes aqui reinantes, pode orgulhar-se de ter sabido valorizar realizadores como Bergman. O resto, a repressão, a violência sobre a cultura, é outra pequena história que o tempo varrerá da memória da humanidade, a não ser que um dia destes me decida a reabrir o dossier CICARP.