"Conversar em Peniche" não é necessariamente conversar sobre Peniche. Também mas não só. Algumas vezes assumirá um papel de raiva. Ou de guerra. Será provocador qb. Comprometido. Não será isento nem de erros nem de verdades (os meus, e as minhas). O resto se verá...
domingo, abril 05, 2009
sábado, abril 04, 2009
Um nazareno...
...para quem a pesca corre mal, decide começar a trabalhar como taxista. Um dia vem a Lisboa e vê numa rua muito isolada uma rapariga muito gira a pedir boleia.
Pára ao pé dela e abre a janela do lado do pendura. Mete conversa. A moça mete a cabeça dentro do carro, ele fecha a janela e a pobre fica com a cabeça entalada. Ele sai do carro, vai por detrás dela e abusa da jovem. Volta para o carro e comenta sobranceiro:- Nós, os taxistas nazarenos, somos muito espertos, não somos?Responde a jovem:- São sim senhor. Mas nós, os travestis de Lisboa, ainda somos mais.
...para quem a pesca corre mal, decide começar a trabalhar como taxista. Um dia vem a Lisboa e vê numa rua muito isolada uma rapariga muito gira a pedir boleia.
Pára ao pé dela e abre a janela do lado do pendura. Mete conversa. A moça mete a cabeça dentro do carro, ele fecha a janela e a pobre fica com a cabeça entalada. Ele sai do carro, vai por detrás dela e abusa da jovem. Volta para o carro e comenta sobranceiro:- Nós, os taxistas nazarenos, somos muito espertos, não somos?Responde a jovem:- São sim senhor. Mas nós, os travestis de Lisboa, ainda somos mais.
sexta-feira, abril 03, 2009
A MENTIRA A QUE ME DEDIQUEI…
de alma e coração no passado dia 1 de Abril, suscitou-me para além de um sorriso de bem humorado, algumas reflexões sobre o que são as juntas de freguesia numa pequena cidade como Peniche.
Existe uma competição a que não posso chamar salutar entre elas que por vezes é caricata e noutras infantil. E quanto menos significativa são as fronteiras geográficas e a população que servem, mais surge a tentação de os seus representantes se colocarem em bicos de pés.
Não quero referir exemplos concretos porque as pessoas entendem mal a critica. Colocam-lhe um acento pessoal. E a mim não me apetece passar tempo a justificar o que não tem necessidade de ser justificado. Todos conhecemos casos em que nos parece estúpido dizer que esta ou aquela acção são dirigidas a uma Freguesia em particular. Dizer a uma senhora de idade que não pode ir num passeio a que vai uma amiga que mora na porta em frente do outro lado da rua, é estúpido e injusto.
Sei que o facto de por vezes serem Presidentes de Junta pessoas de partidos políticos diferentes, não ajuda a eliminar fossos. E que o facto da Assembleia Municipal em vez de ser um lugar de encontro de vontades se tornou uma arena de vaidades pessoais, ainda acentua mais essa divisão.
Com este cunho, quem fica a perder é a cidade de Peniche e a sua população. E cada vez somos mais uma caricatura daquilo que deveríamos efectivamente ser.
de alma e coração no passado dia 1 de Abril, suscitou-me para além de um sorriso de bem humorado, algumas reflexões sobre o que são as juntas de freguesia numa pequena cidade como Peniche.
Existe uma competição a que não posso chamar salutar entre elas que por vezes é caricata e noutras infantil. E quanto menos significativa são as fronteiras geográficas e a população que servem, mais surge a tentação de os seus representantes se colocarem em bicos de pés.
Não quero referir exemplos concretos porque as pessoas entendem mal a critica. Colocam-lhe um acento pessoal. E a mim não me apetece passar tempo a justificar o que não tem necessidade de ser justificado. Todos conhecemos casos em que nos parece estúpido dizer que esta ou aquela acção são dirigidas a uma Freguesia em particular. Dizer a uma senhora de idade que não pode ir num passeio a que vai uma amiga que mora na porta em frente do outro lado da rua, é estúpido e injusto.
Sei que o facto de por vezes serem Presidentes de Junta pessoas de partidos políticos diferentes, não ajuda a eliminar fossos. E que o facto da Assembleia Municipal em vez de ser um lugar de encontro de vontades se tornou uma arena de vaidades pessoais, ainda acentua mais essa divisão.
Com este cunho, quem fica a perder é a cidade de Peniche e a sua população. E cada vez somos mais uma caricatura daquilo que deveríamos efectivamente ser.
quinta-feira, abril 02, 2009
JÁ NINGUÉM ACREDITA…
em mim. Pensava eu que seria fácil mentir no dia 1 de Abril, mas afinal amigos e alguns (poucos) que me vão lendo de vez em quando, perceberam que nem eu sirvo para candidato, nem ninguém confiaria em mim politicamente para o que quer que fosse.
A minha peta do 1 de Abril não colheu. Para o ano que vem vou escolher melhor notícia em que eu possa sorrir porque acreditaram em mim.
Verdade verdadinha é que a minha sobrinha Clara e o meu amigo Tótonha fizeram ontem anos. Ela vai festejando lá pelos Algarves, enquanto ele vai envelhecendo devagarinho lá pelas “Alemanhas” onde ganha o pão que aqui se torna difícil.
Eu entre mentiras e verdades, vou tentando dar sentido à frase que hoje me calha em sorte no baralho do Tarot: “- Se te sentires grande para pequenas tarefas, é porque já te tornaste pequeno para os grandes desafios.”
em mim. Pensava eu que seria fácil mentir no dia 1 de Abril, mas afinal amigos e alguns (poucos) que me vão lendo de vez em quando, perceberam que nem eu sirvo para candidato, nem ninguém confiaria em mim politicamente para o que quer que fosse.
A minha peta do 1 de Abril não colheu. Para o ano que vem vou escolher melhor notícia em que eu possa sorrir porque acreditaram em mim.
Verdade verdadinha é que a minha sobrinha Clara e o meu amigo Tótonha fizeram ontem anos. Ela vai festejando lá pelos Algarves, enquanto ele vai envelhecendo devagarinho lá pelas “Alemanhas” onde ganha o pão que aqui se torna difícil.
Eu entre mentiras e verdades, vou tentando dar sentido à frase que hoje me calha em sorte no baralho do Tarot: “- Se te sentires grande para pequenas tarefas, é porque já te tornaste pequeno para os grandes desafios.”
quarta-feira, abril 01, 2009
TIVE IMENSAS DÚVIDAS…
quando fui abordado por amigos meus. Pensei mesmo que estavam a brincar comigo. Mas à medida que a conversa se foi prolongando no tempo percebi que era mesmo a sério. A ideia que me foi exposta foi a de fazer política de forma diferente da que tem sido habitual. A inspiração vinha do que aconteceu na eleição do Presidente Obama.
Insistir em que sendo diferentes, nós podemos.
Começar pelo princípio da afirmação colectiva que é as freguesias. Assim sendo foi-me dirigido um convite para encabeçar um grupo de cidadãos independentes como candidato a Presidente da Junta de Freguesia da Conceição.
Impus desde logo duas condições. Um trabalho solidário com as restantes Freguesias da Cidade, sejam elas ganhas por quem forem. E independência total de quem venha a ganhar a Câmara Municipal.
Aceites que foram estas condições, eu que me julgava reformado destas coisas, lá estou outra vez atirado às bruxas. Tal como o Domingos Ova nos seus bons tempos, também eu vou andar para aí a dizer VOTEM EM MIM, para PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DA CONCEIÇÃO.
quando fui abordado por amigos meus. Pensei mesmo que estavam a brincar comigo. Mas à medida que a conversa se foi prolongando no tempo percebi que era mesmo a sério. A ideia que me foi exposta foi a de fazer política de forma diferente da que tem sido habitual. A inspiração vinha do que aconteceu na eleição do Presidente Obama.
Insistir em que sendo diferentes, nós podemos.
Começar pelo princípio da afirmação colectiva que é as freguesias. Assim sendo foi-me dirigido um convite para encabeçar um grupo de cidadãos independentes como candidato a Presidente da Junta de Freguesia da Conceição.
Impus desde logo duas condições. Um trabalho solidário com as restantes Freguesias da Cidade, sejam elas ganhas por quem forem. E independência total de quem venha a ganhar a Câmara Municipal.
Aceites que foram estas condições, eu que me julgava reformado destas coisas, lá estou outra vez atirado às bruxas. Tal como o Domingos Ova nos seus bons tempos, também eu vou andar para aí a dizer VOTEM EM MIM, para PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DA CONCEIÇÃO.
segunda-feira, março 30, 2009
ESTE BLOG NÃO É ISENTO
Desde a primeira vez que o afirmei e esta afirmação faz parte do conteúdo programático que aparece em evidência diariamente. Não é isento porque eu acredito em certas coisas (chamem-lhe valores). E porque n minha família sempre se tomaram posições, custem-nos elas o que custarem. E respondemos sempre pelas convicções que temos. Não é isento porque eu sou filho do Mestre Horácio e neto da Guilhermina Baterremos e do Benjamim Costa.
Não é isento por último, porque foi esse o legado que deixei aos meus alunos. Ter opinião e assumir a responsabilidade de a ter.
Por tudo isto eu vou ao longo dos próximos meses fazer afirmação do meu sentido de voto nas próximas eleições. Porque quero que olhem para mim e me responsabilizem do que acontecer de bom ou mau com a utilização única que tenho de fazer prevalecer a minha fé na Democracia que temos. Cheia de erros e falhas mas é a única que vale. E quem já provou o que é a ausência dela, sabe-lhe bem pelo menos este “iquinho”
Desde a primeira vez que o afirmei e esta afirmação faz parte do conteúdo programático que aparece em evidência diariamente. Não é isento porque eu acredito em certas coisas (chamem-lhe valores). E porque n minha família sempre se tomaram posições, custem-nos elas o que custarem. E respondemos sempre pelas convicções que temos. Não é isento porque eu sou filho do Mestre Horácio e neto da Guilhermina Baterremos e do Benjamim Costa.
Não é isento por último, porque foi esse o legado que deixei aos meus alunos. Ter opinião e assumir a responsabilidade de a ter.
Por tudo isto eu vou ao longo dos próximos meses fazer afirmação do meu sentido de voto nas próximas eleições. Porque quero que olhem para mim e me responsabilizem do que acontecer de bom ou mau com a utilização única que tenho de fazer prevalecer a minha fé na Democracia que temos. Cheia de erros e falhas mas é a única que vale. E quem já provou o que é a ausência dela, sabe-lhe bem pelo menos este “iquinho”
domingo, março 29, 2009
sábado, março 28, 2009
HONNI SOIT QUI MAL Y PENSE
A professora da 6º ano perguntou à turma:
- Qual é a parte do corpo humano que aumenta quase dez vezes o seu tamanho quando é estimulada?
Ninguém respondeu, até que Natasha se levantou, furiosa, e disse:
- Você não deveria fazer uma pergunta dessas para crianças da 6º ano. Eu vou contar aos meus pais, e eles vão falar com o director, e ele vai demitir você, com base no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)! E vai chamar o Conselho Tutelar para te prender!
Para espanto da Natasha, a professora não apenas a ignorou como fez a pergunta novamente.
- Qual é a parte do corpo que aumenta em dez vezes o seu tamanho quando é estimulada? Alguém sabe?
Finalmente, Rodrigo levantou-se, olhou em redor, e disse:-
A parte do corpo que aumenta dez vezes o seu tamanho quando é estimulada é a pupila.
A professora disse:
- Muito bem, Rodrigo!
Então, voltou-se para a Natasha e continuou:
- E quanto a você, menina, tenho três coisas para lhe dizer:
- 1ª: É que você tem uma mente muito suja para a sua idade;2ª: Você não leu a sua lição de casa; E a 3ª: ... DEZ VEZES??? Ah ah ah ah!!! também eu queria.
- Um dia você vai ficar muito, mas muuuuito desapontada, ouviu menina?
A professora da 6º ano perguntou à turma:
- Qual é a parte do corpo humano que aumenta quase dez vezes o seu tamanho quando é estimulada?
Ninguém respondeu, até que Natasha se levantou, furiosa, e disse:
- Você não deveria fazer uma pergunta dessas para crianças da 6º ano. Eu vou contar aos meus pais, e eles vão falar com o director, e ele vai demitir você, com base no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)! E vai chamar o Conselho Tutelar para te prender!
Para espanto da Natasha, a professora não apenas a ignorou como fez a pergunta novamente.
- Qual é a parte do corpo que aumenta em dez vezes o seu tamanho quando é estimulada? Alguém sabe?
Finalmente, Rodrigo levantou-se, olhou em redor, e disse:-
A parte do corpo que aumenta dez vezes o seu tamanho quando é estimulada é a pupila.
A professora disse:
- Muito bem, Rodrigo!
Então, voltou-se para a Natasha e continuou:
- E quanto a você, menina, tenho três coisas para lhe dizer:
- 1ª: É que você tem uma mente muito suja para a sua idade;2ª: Você não leu a sua lição de casa; E a 3ª: ... DEZ VEZES??? Ah ah ah ah!!! também eu queria.
- Um dia você vai ficar muito, mas muuuuito desapontada, ouviu menina?
sexta-feira, março 27, 2009
A POUCO E POUCO…
vão-se conhecendo os nomes “pomposos” com que os partidos políticos pretendem ganhar as próximas eleições autárquicas. Entre ambições puramente pessoais e prebendas anunciadas, lá se vão consumindo nomes nas fogueiras da estupidez e da ignorância sobre o que significa o quê.
Cada vez mais me vou sentindo pária na minha própria terra. E sem vontade de participar neste simulacro de democracia. Irei votar e pela primeira vez vou fazer do meu voto um acto discriminatório. Para me poder sentir bem comigo mesmo.
vão-se conhecendo os nomes “pomposos” com que os partidos políticos pretendem ganhar as próximas eleições autárquicas. Entre ambições puramente pessoais e prebendas anunciadas, lá se vão consumindo nomes nas fogueiras da estupidez e da ignorância sobre o que significa o quê.
Cada vez mais me vou sentindo pária na minha própria terra. E sem vontade de participar neste simulacro de democracia. Irei votar e pela primeira vez vou fazer do meu voto um acto discriminatório. Para me poder sentir bem comigo mesmo.
quinta-feira, março 26, 2009
HÁ DIAS EM QUE O…
acto de ligar o PC é pura violência. Foi assim ontem e é assim hoje. À hora em que estou a escrever o filho do Vítor está a receber as últimas despedidas antes de descer à terra. Este acontecimento trouxe-me em turbilhão um sem-número de memórias. A minha amizade pura e dura com o pai dele. O cruzar das minhas mais valias com ele, com outros amigos que me marcaram definitivamente. A perda do Vítor e do Álvaro foram as minhas mais difíceis experiências com a Morte. Fiquei eu e o Fdes. Todos torcidos mas vivos. Somos uma pálida imagem da força que nos moveu, mas estamos aqui a mexer ainda os dedos dos pés.
Agora que um dos nossos meninos também se foi é caso para começar a repensar. Tenho-me debatido com a ideia daquilo que o Vítor estaria agora a passar se estivesse vivo. Não acredito no determinismo. Mas alimenta-me a alma saber que o meu amigo onde quer que esteja estará a afagar os cabelos do filho.
A Encarnação sofre como uma Pietá. Vê em pouco tempo desaparecer o marido, um filho e um neto. Sobre os seus ombros caiu todo o peso do Mundo. Toda a dor por que uma mãe pode passar. Que Kosovo é este que a Encarnação tem de sofrer? Beijo-lhe as mãos com carinho. Seco-lhe as lágrimas que nela todos choramos com filial carinho.
acto de ligar o PC é pura violência. Foi assim ontem e é assim hoje. À hora em que estou a escrever o filho do Vítor está a receber as últimas despedidas antes de descer à terra. Este acontecimento trouxe-me em turbilhão um sem-número de memórias. A minha amizade pura e dura com o pai dele. O cruzar das minhas mais valias com ele, com outros amigos que me marcaram definitivamente. A perda do Vítor e do Álvaro foram as minhas mais difíceis experiências com a Morte. Fiquei eu e o Fdes. Todos torcidos mas vivos. Somos uma pálida imagem da força que nos moveu, mas estamos aqui a mexer ainda os dedos dos pés.
Agora que um dos nossos meninos também se foi é caso para começar a repensar. Tenho-me debatido com a ideia daquilo que o Vítor estaria agora a passar se estivesse vivo. Não acredito no determinismo. Mas alimenta-me a alma saber que o meu amigo onde quer que esteja estará a afagar os cabelos do filho.
A Encarnação sofre como uma Pietá. Vê em pouco tempo desaparecer o marido, um filho e um neto. Sobre os seus ombros caiu todo o peso do Mundo. Toda a dor por que uma mãe pode passar. Que Kosovo é este que a Encarnação tem de sofrer? Beijo-lhe as mãos com carinho. Seco-lhe as lágrimas que nela todos choramos com filial carinho.
terça-feira, março 24, 2009
NO PASSADO DOMINGO…
dia 22 de Março, os Jornais noticiavam que os “ditos” Presidentes dos Conselhos Executivos, aprovaram a constituição de uma nova associação de professores. Isto mesmo. Mais um grupo de Professores a reivindicar uma nova divisão entre os professores. Com a mesma clareza com que aparecem a “bla-bla-bla” disto e daquilo, gostava que fosse esclarecida a opinião pública em geral e a classe docente em particular, entre sindicatos, associações e outros núcleos de interesses, está dividida a classe docente, quantos professores fazem parte de cada uma delas e o número de pessoas que efectivamente leccionam nos diferentes graus de ensino.
Porquê tantas divisões? Porquê tanta necessidade de protagonismo? Quem representa de facto quem e o quê? Os presidentes dos Conselhos Executivos vão representar-se só a si ou têm também a pretensão de representar os professores? Mas será que os interesses de uns e outros são os mesmos?
Penso que esta luta está a entrar no campo do ridículo e do surreal. Lamentável.
dia 22 de Março, os Jornais noticiavam que os “ditos” Presidentes dos Conselhos Executivos, aprovaram a constituição de uma nova associação de professores. Isto mesmo. Mais um grupo de Professores a reivindicar uma nova divisão entre os professores. Com a mesma clareza com que aparecem a “bla-bla-bla” disto e daquilo, gostava que fosse esclarecida a opinião pública em geral e a classe docente em particular, entre sindicatos, associações e outros núcleos de interesses, está dividida a classe docente, quantos professores fazem parte de cada uma delas e o número de pessoas que efectivamente leccionam nos diferentes graus de ensino.
Porquê tantas divisões? Porquê tanta necessidade de protagonismo? Quem representa de facto quem e o quê? Os presidentes dos Conselhos Executivos vão representar-se só a si ou têm também a pretensão de representar os professores? Mas será que os interesses de uns e outros são os mesmos?
Penso que esta luta está a entrar no campo do ridículo e do surreal. Lamentável.
domingo, março 22, 2009
sábado, março 21, 2009
MAIS VALE SER VELHO E EXPERIENTE
que novo e imprudente...
Um lavrador decide que já é tempo de arrumar um novo galo para suas galinhas. O galo velho ainda está fazendo seu trabalho, mas já está um pouco passado e talvez seja a hora de dar-lhe um descanso.
Vai à loja e compra um galo com um pedigree invejável e o solta no galinheiro.Lógico, o galo velho vê o novo se exibindo e fica um pouco preocupado.
"-Então, estão querendo me substituir" - pensa ele.- "Preciso fazer algo".
Vai até ao galo novo e diz:
- Então você é o novo galã? Aposto que você se acha o máximo. Mas ainda acho que eu dou mais no duro do que você. E posso prová-lo.Desafio-te para uma corrida em volta do galinheiro.Vamos dar dez voltas e quem chegar primeiro, vai poder ficar com todas as galinhas.
O galo novo é bem orgulhoso e acha a prova fácil demais. Decide ser bonzinho com o adversário e diz:
- Tá bom. E para provar que eu sou muito melhor, vou te dar meia-volta de vantagem. Pode ter certeza de que essa corrida, eu ganho!
Então os galos tomam posição e todas as galinhas se juntam em volta para torcer.A corrida começa e o berreiro tambem. Tem galinha torcendo pelo galo novo e outras pelo galo velho.Depois de uma volta, o galo velho ainda está na frente, mas perdeu um pouco de vantagem.Na segunda volta, o galo novo já está se aproximando mais.Mas a cada volta, o galo velho perde terreno e na quinta volta, o galo novo está praticamente o alcançando.
Só que essa gritaria toda atrai a atenção do lavrador que sai de casa para ver o que está acontecendo. Ele volta imediatamente para dentro e volta com uma espingarda na mão. Ele então a levanta, aponta e atira.O galo novo cai, fulminado pelo tiro.
- Porra! - exclama o lavrador - esse é o terceiro galo “gay” que eu compro este mês !!!
que novo e imprudente...
Um lavrador decide que já é tempo de arrumar um novo galo para suas galinhas. O galo velho ainda está fazendo seu trabalho, mas já está um pouco passado e talvez seja a hora de dar-lhe um descanso.
Vai à loja e compra um galo com um pedigree invejável e o solta no galinheiro.Lógico, o galo velho vê o novo se exibindo e fica um pouco preocupado.
"-Então, estão querendo me substituir" - pensa ele.- "Preciso fazer algo".
Vai até ao galo novo e diz:
- Então você é o novo galã? Aposto que você se acha o máximo. Mas ainda acho que eu dou mais no duro do que você. E posso prová-lo.Desafio-te para uma corrida em volta do galinheiro.Vamos dar dez voltas e quem chegar primeiro, vai poder ficar com todas as galinhas.
O galo novo é bem orgulhoso e acha a prova fácil demais. Decide ser bonzinho com o adversário e diz:
- Tá bom. E para provar que eu sou muito melhor, vou te dar meia-volta de vantagem. Pode ter certeza de que essa corrida, eu ganho!
Então os galos tomam posição e todas as galinhas se juntam em volta para torcer.A corrida começa e o berreiro tambem. Tem galinha torcendo pelo galo novo e outras pelo galo velho.Depois de uma volta, o galo velho ainda está na frente, mas perdeu um pouco de vantagem.Na segunda volta, o galo novo já está se aproximando mais.Mas a cada volta, o galo velho perde terreno e na quinta volta, o galo novo está praticamente o alcançando.
Só que essa gritaria toda atrai a atenção do lavrador que sai de casa para ver o que está acontecendo. Ele volta imediatamente para dentro e volta com uma espingarda na mão. Ele então a levanta, aponta e atira.O galo novo cai, fulminado pelo tiro.
- Porra! - exclama o lavrador - esse é o terceiro galo “gay” que eu compro este mês !!!
sexta-feira, março 20, 2009
APESAR DO ESFORÇO…
desenvolvido por Hitler, Estaline e outros notórios cultores da raça, ainda existem Judeus, ciganos e outros grupos que afectam a “delicada” natureza olfactiva de pessoas de bem, signifique isso o que significar.
A forma hoje comummente aceite pelas pessoas de questionar esses grupos, é a de citar a guerra israelo-árabe e o rendimento mínimo que sai da algibeira de cada um dos putativos contribuintes para o fisco.
Todo o mal existente naquela área do globo, é da responsabilidade dos judeus (de facto Darfur e Iraque foram inventonas) e no dia em que os ciganos pagarem impostos está resolvido o problema económico português. O BPN e BPP não existiram. E o dinheiro que lá tem sido injectado pelo governo, sai exclusivamente do ordenado dos senhores ministros, e serve para aqueles bancos emprestarem dinheiro a empresários que abrirão milhares de postos de trabalho para absorver os desempregados que vão surgindo.
E não me apetece dizer mais nada, porque senão a partir de agora só me saíam palavrões pela pena fora…
desenvolvido por Hitler, Estaline e outros notórios cultores da raça, ainda existem Judeus, ciganos e outros grupos que afectam a “delicada” natureza olfactiva de pessoas de bem, signifique isso o que significar.
A forma hoje comummente aceite pelas pessoas de questionar esses grupos, é a de citar a guerra israelo-árabe e o rendimento mínimo que sai da algibeira de cada um dos putativos contribuintes para o fisco.
Todo o mal existente naquela área do globo, é da responsabilidade dos judeus (de facto Darfur e Iraque foram inventonas) e no dia em que os ciganos pagarem impostos está resolvido o problema económico português. O BPN e BPP não existiram. E o dinheiro que lá tem sido injectado pelo governo, sai exclusivamente do ordenado dos senhores ministros, e serve para aqueles bancos emprestarem dinheiro a empresários que abrirão milhares de postos de trabalho para absorver os desempregados que vão surgindo.
E não me apetece dizer mais nada, porque senão a partir de agora só me saíam palavrões pela pena fora…
quinta-feira, março 19, 2009
O ACTUAL PAPA…
tem vindo a sublinhar em mim a ideia de que ninguém vale pelo cargo que exerce, mas sim pelo desempenho com que o vai desenvolvendo. Esta sua última proclamação de que em África se combate a SIDA com a abstinência, é reveladora da sua SANTA ingenuidade, para não lhe chamar estúpida ignorância.
Tem conseguido Bento XVI com aquele “arzinho” de alemão doutros tempos, destruir o capital de esperança que o seu antecessor, com tanto trabalho, capitalizou universalmente para a igreja católica.
Os cardeais que o elegeram Papa livraram-se de uma carga de trabalhos. Mas criaram um “bicho-de-sete-cabeças” que alguém no futuro pagará muito caro. Oremus
tem vindo a sublinhar em mim a ideia de que ninguém vale pelo cargo que exerce, mas sim pelo desempenho com que o vai desenvolvendo. Esta sua última proclamação de que em África se combate a SIDA com a abstinência, é reveladora da sua SANTA ingenuidade, para não lhe chamar estúpida ignorância.
Tem conseguido Bento XVI com aquele “arzinho” de alemão doutros tempos, destruir o capital de esperança que o seu antecessor, com tanto trabalho, capitalizou universalmente para a igreja católica.
Os cardeais que o elegeram Papa livraram-se de uma carga de trabalhos. Mas criaram um “bicho-de-sete-cabeças” que alguém no futuro pagará muito caro. Oremus
quarta-feira, março 18, 2009
VI AQUI HÁ DIAS..
um parque de campismo nos EUA onde se “acoitavam” os desempregados que tinham ficado sem casa como consequência da crise financeira que aquele país atravessa.
Se bem se recordam foi nos EUA que se iniciou o processo de degradação económica que atingiu todos os países. E começou precisamente no mercado imobiliário.
A situação foi de tal maneira grave que um país (A Islândia) foi à falência. E se bem se recordam também, a Islândia constituiu para alguns dos nossos políticos de pacotilha, um modelo de desenvolvimento até há pouco.
Todos os países do G7 despediram muitos milhares de trabalhadores, e a nossa vizinha Espanha que era um modelo também há pouco tempo, já vai com taxas de desemprego acima dos 10%.
Por cá aquela mulher cuja honestidade e veracidade politicas é inversamente proporcional à sua beleza, vai dizendo que o culpado da crise económica é o Sócrates.
Culpado dos milhões de desempregados por esse mundo fora. Culpado dos milhões de pessoas que ficaram sem casa. Culpado de existir.
Lá vou mais uma vez ter que por o meu boletim de voto em branco.
um parque de campismo nos EUA onde se “acoitavam” os desempregados que tinham ficado sem casa como consequência da crise financeira que aquele país atravessa.
Se bem se recordam foi nos EUA que se iniciou o processo de degradação económica que atingiu todos os países. E começou precisamente no mercado imobiliário.
A situação foi de tal maneira grave que um país (A Islândia) foi à falência. E se bem se recordam também, a Islândia constituiu para alguns dos nossos políticos de pacotilha, um modelo de desenvolvimento até há pouco.
Todos os países do G7 despediram muitos milhares de trabalhadores, e a nossa vizinha Espanha que era um modelo também há pouco tempo, já vai com taxas de desemprego acima dos 10%.
Por cá aquela mulher cuja honestidade e veracidade politicas é inversamente proporcional à sua beleza, vai dizendo que o culpado da crise económica é o Sócrates.
Culpado dos milhões de desempregados por esse mundo fora. Culpado dos milhões de pessoas que ficaram sem casa. Culpado de existir.
Lá vou mais uma vez ter que por o meu boletim de voto em branco.
terça-feira, março 17, 2009
ACONTECIMENTOS TRÁGICOS…
que os média de forma intensa têm divulgado, dão-nos conta de acidentes e mortes ocorridas com crianças, quando entregues à guarda de seus pais. Psicólogos, psiquiatras e diversos técnicos que têm sido convidados a pronunciarem-se sobre estes factos, têm procurado fazer atenuar e compreender a situação dolorosa em que vive a família após o que aconteceu. Vão mais longe e propõem acompanhamento psicológico, a bem de uma futura estabilidade emocional. Com tudo isto não posso estar mais de acordo.
O que não compreendo é porque quando estas coisas acontecem quando as crianças estão à guarda de professores ou de técnicos de educação, como cães a ossos toda a gente se atira a eles tratando-os como criminosos. E se aparecem as inevitáveis televisões a apontarem as câmaras para vizinhos, primos ou amigos dos pais ou das crianças, a troco de um minuto de celebridade, vociferam impropérios, vomitam acusações, apontam-lhes o dedo como se fossem os promotores de tudo quanto está errado.
Eu gostaria de ver ex-Bastonários a dizerem que em território judicial as pessoas a quem isso aconteceu já são penalizados o suficiente com a dor do acontecido.
Porque é que se é pai à partida somos negligentes, e se for professor somos logo criminosos? Porque existem à dois pesos e duas medidas? Tenho dificuldade em compreender isto. Como tantas outras coisas.
que os média de forma intensa têm divulgado, dão-nos conta de acidentes e mortes ocorridas com crianças, quando entregues à guarda de seus pais. Psicólogos, psiquiatras e diversos técnicos que têm sido convidados a pronunciarem-se sobre estes factos, têm procurado fazer atenuar e compreender a situação dolorosa em que vive a família após o que aconteceu. Vão mais longe e propõem acompanhamento psicológico, a bem de uma futura estabilidade emocional. Com tudo isto não posso estar mais de acordo.
O que não compreendo é porque quando estas coisas acontecem quando as crianças estão à guarda de professores ou de técnicos de educação, como cães a ossos toda a gente se atira a eles tratando-os como criminosos. E se aparecem as inevitáveis televisões a apontarem as câmaras para vizinhos, primos ou amigos dos pais ou das crianças, a troco de um minuto de celebridade, vociferam impropérios, vomitam acusações, apontam-lhes o dedo como se fossem os promotores de tudo quanto está errado.
Eu gostaria de ver ex-Bastonários a dizerem que em território judicial as pessoas a quem isso aconteceu já são penalizados o suficiente com a dor do acontecido.
Porque é que se é pai à partida somos negligentes, e se for professor somos logo criminosos? Porque existem à dois pesos e duas medidas? Tenho dificuldade em compreender isto. Como tantas outras coisas.
segunda-feira, março 16, 2009
NA PASSADA 6ª FEIRA…
fui como é habitual às compras ao Intermarché com a minha mulher. Estava eu no corredor dos óleos e azeites quando uma senhora toda esbaforida veio ter comigo perguntando-me se eu era o proprietário de uma casa sita na Praça Jacob Rodrigues Pereira onde funciona uma das lojas “Teixeira’s” e se estava a pensar vende-la.
Dividi os meus sentimentos entre a indignação, a estupefacção e o espanto.
A CASA, aquela casa, é a casa de família há pelo menos dois séculos. O mínimo que eu poderia esperar era que existisse um pouco de dignidade na forma como alguém a mim se dirige para tentar negociar “aquele” bem patrimonial.
É verdade que eu sei que os valores, e as tradições familiares começam a ser princípios que já não se usam, ou que estão demasiado gastos para poderem ser úteis a alguém. Mas que diabo… Não me parece que fazer negócios (com o montante que aquela venda pressupõe) num corredor de um qualquer supermercado e em tom de voz que qualquer pessoa ficaria a saber do que se tratava, comporte um pouco de bom senso ou do comedimento necessários. De tudo se culpa “a crise” e o “sócrates”(1). Desta falta de “chá” e de respeito pelos outros não creio que tenham responsabilidade.
Mas uma coisa vos garanto. Se alguma vez quiser um bem imobiliário qualquer que seja, aquela senhora e aquela empresa, já “era”.
(1) – Escrevi sócrates com letra pequena de propósito. De tanto ser falado em representação de tudo o que está mal, já deixou de ser um nome próprio para se tornar um nome comum.
fui como é habitual às compras ao Intermarché com a minha mulher. Estava eu no corredor dos óleos e azeites quando uma senhora toda esbaforida veio ter comigo perguntando-me se eu era o proprietário de uma casa sita na Praça Jacob Rodrigues Pereira onde funciona uma das lojas “Teixeira’s” e se estava a pensar vende-la.
Dividi os meus sentimentos entre a indignação, a estupefacção e o espanto.
A CASA, aquela casa, é a casa de família há pelo menos dois séculos. O mínimo que eu poderia esperar era que existisse um pouco de dignidade na forma como alguém a mim se dirige para tentar negociar “aquele” bem patrimonial.É verdade que eu sei que os valores, e as tradições familiares começam a ser princípios que já não se usam, ou que estão demasiado gastos para poderem ser úteis a alguém. Mas que diabo… Não me parece que fazer negócios (com o montante que aquela venda pressupõe) num corredor de um qualquer supermercado e em tom de voz que qualquer pessoa ficaria a saber do que se tratava, comporte um pouco de bom senso ou do comedimento necessários. De tudo se culpa “a crise” e o “sócrates”(1). Desta falta de “chá” e de respeito pelos outros não creio que tenham responsabilidade.
Mas uma coisa vos garanto. Se alguma vez quiser um bem imobiliário qualquer que seja, aquela senhora e aquela empresa, já “era”.
(1) – Escrevi sócrates com letra pequena de propósito. De tanto ser falado em representação de tudo o que está mal, já deixou de ser um nome próprio para se tornar um nome comum.
domingo, março 15, 2009
sábado, março 14, 2009
DEDICADO AOS ENGENHEIROS E ADVOGADOS DA POLÍTICA
Um Engenheiro morre, e dirige-se para as portas do Céu.O S. Pedro vai ver o dossier das almas, e diz:
- Pois, tu és um engenheiro. Estás no sítio errado.
Então o engenheiro dirige-se para as portas do Inferno, e entra.Pouco tempo depois o engenheiro fica insatisfeito com o nível de conforto no Inferno, e começa a desenhar e a construir melhoramentos.Alguns dias depois, já havia mesas de snooker, campos de Mini-golf, cerveja fresca, ar condicionado e autoclismos e o engenheiro começava a ser um tipo muito popular.
Um dia, Deus chama o Demo ao telefone, e diz-lhe:
- Entao, ò vermelho! Como vão as coisas em baixo no Inferno?
O Demo responde-lhe:
- Oh, Grandalhão! As coisas estão espectaculares! Nós temos uma mesa snooker, Mini-golf, Cerveja fresca, ar condicionado e autoclismos.E nunca se sabe o que é que o engenheiro vai inventar a seguir.
Deus responde:
- O quê? Tu tens ai um engenheiro?? Foi um engano... eu nunca devia deixar o tipo ir ai para baixo. Manda-me o tipo já cá para cima!
O Demo responde:
- Nem pensar! Eu gosto de ter um engenheiro naequipa... e vou mantê-lo por cá!
Deus diz:
- Manda-me o tipo cá para cima ou eu vou-temover um processo em tribunal.
O Demo ri-se, Ri-se, rebola-se no chão... e responde:
- Por mim não há problema! Onde é que Tu julgas que vais encontrar um advogado?!
Um Engenheiro morre, e dirige-se para as portas do Céu.O S. Pedro vai ver o dossier das almas, e diz:
- Pois, tu és um engenheiro. Estás no sítio errado.
Então o engenheiro dirige-se para as portas do Inferno, e entra.Pouco tempo depois o engenheiro fica insatisfeito com o nível de conforto no Inferno, e começa a desenhar e a construir melhoramentos.Alguns dias depois, já havia mesas de snooker, campos de Mini-golf, cerveja fresca, ar condicionado e autoclismos e o engenheiro começava a ser um tipo muito popular.
Um dia, Deus chama o Demo ao telefone, e diz-lhe:
- Entao, ò vermelho! Como vão as coisas em baixo no Inferno?
O Demo responde-lhe:
- Oh, Grandalhão! As coisas estão espectaculares! Nós temos uma mesa snooker, Mini-golf, Cerveja fresca, ar condicionado e autoclismos.E nunca se sabe o que é que o engenheiro vai inventar a seguir.
Deus responde:
- O quê? Tu tens ai um engenheiro?? Foi um engano... eu nunca devia deixar o tipo ir ai para baixo. Manda-me o tipo já cá para cima!
O Demo responde:
- Nem pensar! Eu gosto de ter um engenheiro naequipa... e vou mantê-lo por cá!
Deus diz:
- Manda-me o tipo cá para cima ou eu vou-temover um processo em tribunal.
O Demo ri-se, Ri-se, rebola-se no chão... e responde:
- Por mim não há problema! Onde é que Tu julgas que vais encontrar um advogado?!
sexta-feira, março 13, 2009
SOMOS PEQUENINOS…
não há nada a fazer. Gerações vão ter de passar com outro grau de desenvolvimento e outras capacidades para nos tornarmos maiores. Acredito que isso vai acontecer mas ainda vamos ter que comer o pão que o diabo amassou.
Vem isto ainda a propósito do Carnaval. Somos o mais pequeno concelho do Distrito de Leiria. Somos um dos mais pequenos do país. Quando abrimos os braços estamos com as pontas dos dedos da mão esquerda em Óbidos e a ponta dos dedos da mão direita na Lourinhã. O que de facto nos potencializa e nos torna grandes em termos físicos é o mar.
Depois só podemos orgulharmo-nos se criativa e intelectualmente formos capazes de fazer bem e com dignidade.
Repito o que tenho dito: - O que faz do Carnaval de Peniche, algo de diferente e melhor são as referências às suas idiossincrasias e às particularidades do seu povo. E tudo isto de forma aleatória e sem “brasileirismos” ou sem “cópias” mais ou menos bem feitas do que se vai fazendo lá por fora. Agora com a nossa dimensão termos dois corsos um em Peniche e outro na Atouguia, não lembrava a ninguém.
Isto é tornamos mais pobre o que já não pode ser tão nobre quanto aquilo a que aspiraríamos. Não podemos ser Torres Vedras, nem Ovar, nem Mealhada, nem Loulé. Esses têm os anos de mobilização e as capacidades financeiras a que não podemos já aspirar. Mas fazermos de nós mais miseráveis dividindo-nos, essa é que não lembrava a ninguém de bom senso. E depois, o que torna tudo mais grave, é que ninguém com dois dedos de testa, faz ver que esta não é forma de crescimento. Ainda por cima trata-se de ano de eleições. E contrariar os Atouguienses pode fazer perder eleições.
Santa triteza!
não há nada a fazer. Gerações vão ter de passar com outro grau de desenvolvimento e outras capacidades para nos tornarmos maiores. Acredito que isso vai acontecer mas ainda vamos ter que comer o pão que o diabo amassou.
Vem isto ainda a propósito do Carnaval. Somos o mais pequeno concelho do Distrito de Leiria. Somos um dos mais pequenos do país. Quando abrimos os braços estamos com as pontas dos dedos da mão esquerda em Óbidos e a ponta dos dedos da mão direita na Lourinhã. O que de facto nos potencializa e nos torna grandes em termos físicos é o mar.
Depois só podemos orgulharmo-nos se criativa e intelectualmente formos capazes de fazer bem e com dignidade.
Repito o que tenho dito: - O que faz do Carnaval de Peniche, algo de diferente e melhor são as referências às suas idiossincrasias e às particularidades do seu povo. E tudo isto de forma aleatória e sem “brasileirismos” ou sem “cópias” mais ou menos bem feitas do que se vai fazendo lá por fora. Agora com a nossa dimensão termos dois corsos um em Peniche e outro na Atouguia, não lembrava a ninguém.
Isto é tornamos mais pobre o que já não pode ser tão nobre quanto aquilo a que aspiraríamos. Não podemos ser Torres Vedras, nem Ovar, nem Mealhada, nem Loulé. Esses têm os anos de mobilização e as capacidades financeiras a que não podemos já aspirar. Mas fazermos de nós mais miseráveis dividindo-nos, essa é que não lembrava a ninguém de bom senso. E depois, o que torna tudo mais grave, é que ninguém com dois dedos de testa, faz ver que esta não é forma de crescimento. Ainda por cima trata-se de ano de eleições. E contrariar os Atouguienses pode fazer perder eleições.
Santa triteza!
quinta-feira, março 12, 2009
DESTACO…
Do jornal “DESTAK” uma notícia que diz respeito a Peniche:
“Portugal entre melhores destinos para acampar
10 03 2009 19.00H
Numa altura em que, regra geral, o polvo da crise estende os seus tentáculos à grande maioria das notícias que saem sobre cada país, o jornal inglês The Times considera Portugal um dos melhores locais da Europa para se acampar.
Rui Alexandre Coelho destak@destak.pt
A ilha da Berlenga, em Peniche, e Varzielas, concelho de Oliveira de Frades, distrito de Viseu, são os motivos suficientes para a distinção da publicação inglesa, que os inclui na lista com os vinte melhores parques de campismo da Europa.
Aconselhado aos mais corajosos, sobretudo devido a um mar «acidentado», o acampamento na ilha a oeste de Peniche - descrita como uma zona rural, apenas habitada por uma dúzia de famílias de pescadores -, é elogiado pelo acesso exclusivo que propicia às águas cristalinas de uma pequena baía que se forma naquela zona da Berlenga, reserva natural.
Varzielas, por seu turno, é relatado como um acampamento nas montanhas do centro de Portugal, rodeado pelo cativante cheiro a jasmim e eucalipto.
Na lista, que pode ser vista com detalhe no portal da publicação inglesa, se faz ainda o elogio de parques de campismo em Espanha, França, Luxemburgo, Holanda, Alemanha, Suiça, Itália, Eslovénia, Croácia e Grécia.”
As características dos partidos locais, são uma cópia caricata e de péssima qualidade, dos partidos-mãe que servem. Referem-se os males e os erros. O que foi menos conseguido e mesmo mal conduzido pelo partido do poder, é bandeira de campanha. Mas aquilo que serve de orgulho no todo nacional e nesta parcela “rapioqueira” em que vivemos, nunca é exaltado ou pelo menos reconhecido.
Somos o que somos e não se vislumbram melhorias.
Do jornal “DESTAK” uma notícia que diz respeito a Peniche:
“Portugal entre melhores destinos para acampar
10 03 2009 19.00H
Numa altura em que, regra geral, o polvo da crise estende os seus tentáculos à grande maioria das notícias que saem sobre cada país, o jornal inglês The Times considera Portugal um dos melhores locais da Europa para se acampar.
Rui Alexandre Coelho destak@destak.pt
A ilha da Berlenga, em Peniche, e Varzielas, concelho de Oliveira de Frades, distrito de Viseu, são os motivos suficientes para a distinção da publicação inglesa, que os inclui na lista com os vinte melhores parques de campismo da Europa.
Aconselhado aos mais corajosos, sobretudo devido a um mar «acidentado», o acampamento na ilha a oeste de Peniche - descrita como uma zona rural, apenas habitada por uma dúzia de famílias de pescadores -, é elogiado pelo acesso exclusivo que propicia às águas cristalinas de uma pequena baía que se forma naquela zona da Berlenga, reserva natural.
Varzielas, por seu turno, é relatado como um acampamento nas montanhas do centro de Portugal, rodeado pelo cativante cheiro a jasmim e eucalipto.
Na lista, que pode ser vista com detalhe no portal da publicação inglesa, se faz ainda o elogio de parques de campismo em Espanha, França, Luxemburgo, Holanda, Alemanha, Suiça, Itália, Eslovénia, Croácia e Grécia.”
As características dos partidos locais, são uma cópia caricata e de péssima qualidade, dos partidos-mãe que servem. Referem-se os males e os erros. O que foi menos conseguido e mesmo mal conduzido pelo partido do poder, é bandeira de campanha. Mas aquilo que serve de orgulho no todo nacional e nesta parcela “rapioqueira” em que vivemos, nunca é exaltado ou pelo menos reconhecido.
Somos o que somos e não se vislumbram melhorias.
quarta-feira, março 11, 2009
ENCONTREI…
hoje alguns amigos que me questionaram sobre as razões da minha preguiça. Tem a ver com este início de semana trágico. De sábado à noite até ontem desapareceram do nosso convívio, amigos e familiares de amigos, de forma inesperada e até mesmo brutal.
Senti-me mal animicamente. Pensei no meu pai e em tantas pessoas que estão a marcar o rumo que eu terei de trilhar e não suporto a ideia. Serei cobarde. Que se lixe.
Eu quero é estar vivo. E ver isto, aquilo e aqueloutro.
Estou a prometer a mim mesmo que vou superar estes males, mas sei que não vai ser fácil.
Pronto. Rompi o silêncio que é meio-caminho andado para me sentir melhor. Amanhã cá estarei como habitualmente a dar cabo do juízo a uns quantos.
hoje alguns amigos que me questionaram sobre as razões da minha preguiça. Tem a ver com este início de semana trágico. De sábado à noite até ontem desapareceram do nosso convívio, amigos e familiares de amigos, de forma inesperada e até mesmo brutal.
Senti-me mal animicamente. Pensei no meu pai e em tantas pessoas que estão a marcar o rumo que eu terei de trilhar e não suporto a ideia. Serei cobarde. Que se lixe.
Eu quero é estar vivo. E ver isto, aquilo e aqueloutro.
Estou a prometer a mim mesmo que vou superar estes males, mas sei que não vai ser fácil.
Pronto. Rompi o silêncio que é meio-caminho andado para me sentir melhor. Amanhã cá estarei como habitualmente a dar cabo do juízo a uns quantos.
segunda-feira, março 09, 2009
CELEBRA-SE HOJE…
o Dia do Pai, da Mãe e dos Avós. O Dia da Mulher e da Independência Nacional. O Dia de Natal, da Árvore e da Floresta, do Diabético e do Coração. Hoje dia 9 de Março em que não me recordo de nada em particular que seja celebrado é o dia de tudo. De tudo o que é celebrado e daquilo que não é.
O Dia em que o Comércio a Retalho instituiu para vender em saldos tudo aquilo que restou das outras celebrações todas.
Hoje há excursões para as mulheres que não se sentem bem com os maridos e dos maridos que não se sentem bem com as próprias mulheres. Em camionetas separadas. Há passeios de filhos que não podem com os “caretas” dos pais e de pais que já não suportam os filhos.
Hoje é o dia da azia e dos maus fígados. Dia da Violência e contra ela. Dia em que se celebra na Palestina a morte do enésimo judeu e dia em que se comemora a morte de mais um palestiniano. Hoje será o dia de tudo o que haja para vender, na TV, nos Jornais, nos supermercados e na florista. A crise vai levar mais um pontapé no c… com as vendas que faremos em nome do Dia de Hoje.
o Dia do Pai, da Mãe e dos Avós. O Dia da Mulher e da Independência Nacional. O Dia de Natal, da Árvore e da Floresta, do Diabético e do Coração. Hoje dia 9 de Março em que não me recordo de nada em particular que seja celebrado é o dia de tudo. De tudo o que é celebrado e daquilo que não é.
O Dia em que o Comércio a Retalho instituiu para vender em saldos tudo aquilo que restou das outras celebrações todas.
Hoje há excursões para as mulheres que não se sentem bem com os maridos e dos maridos que não se sentem bem com as próprias mulheres. Em camionetas separadas. Há passeios de filhos que não podem com os “caretas” dos pais e de pais que já não suportam os filhos.
Hoje é o dia da azia e dos maus fígados. Dia da Violência e contra ela. Dia em que se celebra na Palestina a morte do enésimo judeu e dia em que se comemora a morte de mais um palestiniano. Hoje será o dia de tudo o que haja para vender, na TV, nos Jornais, nos supermercados e na florista. A crise vai levar mais um pontapé no c… com as vendas que faremos em nome do Dia de Hoje.
domingo, março 08, 2009
SABER DE EXPERIÊNCIA FEITO
Um Ginecologista fartou-se da sua profissão (porque trabalha onde os outros se divertem) e decidiu tirar um curso de mecânica.
Certo dia teve uma nota de exame: 200%.
Ora como ele sabia que isso não era possivel resolveu falar com o professor:
- Senhor professor, pode explicar-me como e que isto e possivel?
- Bem, você tirou o motor, impecavelmente, desmontou-o e lubrificou-o de forma notável, por isso dei-lhe 50%. Depois voltou a montar e a instalar o motor de uma forma irrepreensivel e em tempo record, por isso dei-lhe mais 50%.
- Mas então e os outros 100%?
- Bem os outros 100% é por ter conseguido fazer isso a partir do tubo de escape !!!
Um Ginecologista fartou-se da sua profissão (porque trabalha onde os outros se divertem) e decidiu tirar um curso de mecânica.
Certo dia teve uma nota de exame: 200%.
Ora como ele sabia que isso não era possivel resolveu falar com o professor:
- Senhor professor, pode explicar-me como e que isto e possivel?
- Bem, você tirou o motor, impecavelmente, desmontou-o e lubrificou-o de forma notável, por isso dei-lhe 50%. Depois voltou a montar e a instalar o motor de uma forma irrepreensivel e em tempo record, por isso dei-lhe mais 50%.
- Mas então e os outros 100%?
- Bem os outros 100% é por ter conseguido fazer isso a partir do tubo de escape !!!
sábado, março 07, 2009
NA PRÉ-HISTÓRIA (QUANDO NÃO HAVIAM MAILS E TELEMÓVEIS)
CARTA DA FILHA
Querida Mãe, querido Pai:
Desde sai de casa e vim para a Universidade tenho sido descuidada a escrever. Agora vou por as novidades em dia, mas primeiro aconselho-vos a sentarem-se. Não devem ler mais sem estar sentados. Vocês estão bem? Eu agora já estou melhor. Já estou curada da fractura exposta que sofri quando saltei pela janela do dormitório quando houve aquele incêndio. Apenas fiquei duas semanas no hospital. Já consigo ver bem e apenas tenho aquelas horríveis dores de cabeça uma vez por dia. Felizmente, o fogo no dormitório, e o meu salto, foram testemunhados pelo empregado da bomba de gasolina; foi ele que chamou os bombeiros e a ambulância. Ele visitou-me varias vezes no hospital, e como o dormitório tinha ardido e eu não tinha onde ficar, ele foi bastante simpático e convidou-me para ir para o apartamento dele. Na verdade trata-se de um pequeno quarto numa cave, mas é engraçado. Ele é um rapaz excelente. Estamos apaixonados e queremos casar. Não sabemos bem quando queremos casar, mas será antes de se notar que eu estou grávida. Sim, querido pai e querida mãe. Eu estou grávida! Sei quanto desejavam ser avós e sei que vão aceitar e receber esta criança com o mesmo afecto e amor com que me receberam quando eu nasci. O motivo do atraso do nosso casamento é que o meu namorado tem uma pequena infecção que foi detectada nas análises de sangue; eu fui um pouco descuidada e também apanhei esta infecção. Tenho a certeza que o vão receber de braços abertos. Ele é simpático, e apesar de não ter estudos, é ambicioso. Mesmo sendo de uma raça e de religião diferente da nossa, tenho a certeza que a tolerância que sempre expressaram vos ajudará a compreendê-lo. Agora que vos contei todas as novidades, devo dizer que não houve incêndio no dormitório, não tive uma fractura exposta, não estive no hospital, não estou grávida, não vou casar, não tenho nenhuma infecção e não há nenhum rapaz na minha vida. No entanto, tive um 2 em História, um 1 em Geografia, um 3 em Literatura e um 0 em Introdução ao Pensamento Contemporâneo. Gostava que compreendessem estas notas em termos comparativos e sob uma perspectiva mais vasta!
A vossa filha que vos ama.
CARTA DO PAI
Minha querida filha:
Lamento informar-te que a tua mãe fugiu com o jardineiro. Fiquei sem o meu emprego de director naquela grande empresa que sempre odiaste, porque me impedia de estar contigo mais tempo e de ver as tuas actividades na escola. Tenho a certeza que isto te dará muita alegria. Infelizmente, como não conseguia pagar as prestações da casa, fomos despejados. Todas as tuas coisas que tinhas cá em casa foram postas na rua; tens 24 horas para vir cá buscar isto antes que os serviços municipais levem tudo. A tua cadelinha, a Fifi, foi atropelada por uma betoneira; talvez ainda consigas embalsamá-la. Já agora, deves ficar a saber que, porque me encontro desempregado não posso continuar a mandar os cheques para pagar os teus estudos e alojamento no dormitório (que graças a Deus não ardeu). Talvez consigas subir as tuas notas enquanto viveres nalgum parque de campismo. Outra coisa: a tua mãe, a Fifi, a casa e o emprego ainda cá estão. Mas os cheques já não serão enviados. Com certeza que isso não te incomodará pois saberás compreender isto em termos comparativos e sob uma perspectiva mais vasta!
O teu pai que te ama.
CARTA DA FILHA
Querida Mãe, querido Pai:
Desde sai de casa e vim para a Universidade tenho sido descuidada a escrever. Agora vou por as novidades em dia, mas primeiro aconselho-vos a sentarem-se. Não devem ler mais sem estar sentados. Vocês estão bem? Eu agora já estou melhor. Já estou curada da fractura exposta que sofri quando saltei pela janela do dormitório quando houve aquele incêndio. Apenas fiquei duas semanas no hospital. Já consigo ver bem e apenas tenho aquelas horríveis dores de cabeça uma vez por dia. Felizmente, o fogo no dormitório, e o meu salto, foram testemunhados pelo empregado da bomba de gasolina; foi ele que chamou os bombeiros e a ambulância. Ele visitou-me varias vezes no hospital, e como o dormitório tinha ardido e eu não tinha onde ficar, ele foi bastante simpático e convidou-me para ir para o apartamento dele. Na verdade trata-se de um pequeno quarto numa cave, mas é engraçado. Ele é um rapaz excelente. Estamos apaixonados e queremos casar. Não sabemos bem quando queremos casar, mas será antes de se notar que eu estou grávida. Sim, querido pai e querida mãe. Eu estou grávida! Sei quanto desejavam ser avós e sei que vão aceitar e receber esta criança com o mesmo afecto e amor com que me receberam quando eu nasci. O motivo do atraso do nosso casamento é que o meu namorado tem uma pequena infecção que foi detectada nas análises de sangue; eu fui um pouco descuidada e também apanhei esta infecção. Tenho a certeza que o vão receber de braços abertos. Ele é simpático, e apesar de não ter estudos, é ambicioso. Mesmo sendo de uma raça e de religião diferente da nossa, tenho a certeza que a tolerância que sempre expressaram vos ajudará a compreendê-lo. Agora que vos contei todas as novidades, devo dizer que não houve incêndio no dormitório, não tive uma fractura exposta, não estive no hospital, não estou grávida, não vou casar, não tenho nenhuma infecção e não há nenhum rapaz na minha vida. No entanto, tive um 2 em História, um 1 em Geografia, um 3 em Literatura e um 0 em Introdução ao Pensamento Contemporâneo. Gostava que compreendessem estas notas em termos comparativos e sob uma perspectiva mais vasta!
A vossa filha que vos ama.
CARTA DO PAI
Minha querida filha:
Lamento informar-te que a tua mãe fugiu com o jardineiro. Fiquei sem o meu emprego de director naquela grande empresa que sempre odiaste, porque me impedia de estar contigo mais tempo e de ver as tuas actividades na escola. Tenho a certeza que isto te dará muita alegria. Infelizmente, como não conseguia pagar as prestações da casa, fomos despejados. Todas as tuas coisas que tinhas cá em casa foram postas na rua; tens 24 horas para vir cá buscar isto antes que os serviços municipais levem tudo. A tua cadelinha, a Fifi, foi atropelada por uma betoneira; talvez ainda consigas embalsamá-la. Já agora, deves ficar a saber que, porque me encontro desempregado não posso continuar a mandar os cheques para pagar os teus estudos e alojamento no dormitório (que graças a Deus não ardeu). Talvez consigas subir as tuas notas enquanto viveres nalgum parque de campismo. Outra coisa: a tua mãe, a Fifi, a casa e o emprego ainda cá estão. Mas os cheques já não serão enviados. Com certeza que isso não te incomodará pois saberás compreender isto em termos comparativos e sob uma perspectiva mais vasta!
O teu pai que te ama.
sexta-feira, março 06, 2009
PORQUE NÃO É POSSÍVEL
um pacto de regime no Concelho de Peniche? Desde logo por haver desconfiança pessoal entre os responsáveis pelos partidos políticos. Existe um “ódio” latente entre as personagens que poderiam desenvolver essa mais-valia para todos nós.
Depois porque ninguém está disposto a perder visibilidade na opinião pública. E no entanto um pacto de regime não rouba méritos individuais. Permite antes acentuá-los.
Trata-se de um acordo em torno de três ou quatro princípios de desenvolvimento, que podem ser a Educação, ou o Apoio Social, ou o Turismo, ou as Actividades do Mar.
Esclareciam-se com objectividade as linhas de força e os mecanismos das actividades materiais que seriam implementadas e os meios financeiros, materiais e humanos a afectar. Seria a criatividade que permitiria estabelecer as diferenças.
Mas ninguém quer nada disto. O Partidos porque acham que os votantes podem escolher entre eles. Ninguém escolhe nada. Está tudo mais que escolhido.
E as franjas que oscilam dando votos que permitem as vitórias eleitorais, são volúveis.
É o toque pessoal que mobiliza.
As pessoas não gostam umas das outras e só se suportam se existirem interesses económicos em jogo. Ou necessidades básicas do tipo “emprego-para-o-filho”, ou para a mulher. A partir daí o que vem ao de cima é a má-vontade pessoal. A inveja e a raiva.
Este não é um mal da minha terra. É uma cópia do que vai acontecendo a nível nacional. Solução? Votar em quem acreditamos que menos comprometerá o futuro. Ou em quem menos “mexe”, porque menos “estraga”.
um pacto de regime no Concelho de Peniche? Desde logo por haver desconfiança pessoal entre os responsáveis pelos partidos políticos. Existe um “ódio” latente entre as personagens que poderiam desenvolver essa mais-valia para todos nós.
Depois porque ninguém está disposto a perder visibilidade na opinião pública. E no entanto um pacto de regime não rouba méritos individuais. Permite antes acentuá-los.
Trata-se de um acordo em torno de três ou quatro princípios de desenvolvimento, que podem ser a Educação, ou o Apoio Social, ou o Turismo, ou as Actividades do Mar.
Esclareciam-se com objectividade as linhas de força e os mecanismos das actividades materiais que seriam implementadas e os meios financeiros, materiais e humanos a afectar. Seria a criatividade que permitiria estabelecer as diferenças.
Mas ninguém quer nada disto. O Partidos porque acham que os votantes podem escolher entre eles. Ninguém escolhe nada. Está tudo mais que escolhido.
E as franjas que oscilam dando votos que permitem as vitórias eleitorais, são volúveis.
É o toque pessoal que mobiliza.
As pessoas não gostam umas das outras e só se suportam se existirem interesses económicos em jogo. Ou necessidades básicas do tipo “emprego-para-o-filho”, ou para a mulher. A partir daí o que vem ao de cima é a má-vontade pessoal. A inveja e a raiva.
Este não é um mal da minha terra. É uma cópia do que vai acontecendo a nível nacional. Solução? Votar em quem acreditamos que menos comprometerá o futuro. Ou em quem menos “mexe”, porque menos “estraga”.
quarta-feira, março 04, 2009
A POUCO E POUCO…
…vamos conhecendo a consubstanciação dos desejos partidários ao assalto ao poder executivo da Câmara Municipal de Peniche.
O 1º partido a dar sinal de vida foi o PCP. Perdão a CDU. Os retoques na sua lista não escondem a má-disposição (ou azia, como preferirem) perante a inclusão de um abcesso na equipa ganhadora do último acto eleitoral. É que em equipa que ganha não se mexe. E aqui mexeu-se mesmo, por força de lei, dizem. Nada garante que os resultados que eram expectáveis (atingir a maioria absoluta) sejam atingidos. Pelo contrário. E governar mais 4 anos sem maioria vai ser desgastante. E irão ter de ser feitos arranjos. Como o Jorge Abrantes é fundamental na sua área, a senhora vai ter de pedir a renúncia ao mandato e vão ter de lhe oferecer de novo uma assessoria para a compensar.
A previsibilidade do PSD era inevitável. Parece ser um partido esgotado. É uma cópia do partido a nível nacional. Os seus quadros estão mais motivados para o desenvolvimento de actividades empresariais pessoais do que em “perder” quatro anos na Câmara Municipal. Não são muitas as expectativas.
O PS fechou-se definitivamente em si próprio. Baralha-se e volta-se a dar e as cartas são sempre as mesmas. Revela-se um partido cada vez mais autista, com as características e cunho pessoal de quem nunca soube virar-se para fora. Não há pachorra.
O PCP/CDU vai repetir a sua vitória porque é neste momento o agrupamento político com motivação para competir, ganhar, liderar e convencer os votantes. Os outros terão de aguardar em fila de espera a sua vez.
…vamos conhecendo a consubstanciação dos desejos partidários ao assalto ao poder executivo da Câmara Municipal de Peniche.
O 1º partido a dar sinal de vida foi o PCP. Perdão a CDU. Os retoques na sua lista não escondem a má-disposição (ou azia, como preferirem) perante a inclusão de um abcesso na equipa ganhadora do último acto eleitoral. É que em equipa que ganha não se mexe. E aqui mexeu-se mesmo, por força de lei, dizem. Nada garante que os resultados que eram expectáveis (atingir a maioria absoluta) sejam atingidos. Pelo contrário. E governar mais 4 anos sem maioria vai ser desgastante. E irão ter de ser feitos arranjos. Como o Jorge Abrantes é fundamental na sua área, a senhora vai ter de pedir a renúncia ao mandato e vão ter de lhe oferecer de novo uma assessoria para a compensar.
A previsibilidade do PSD era inevitável. Parece ser um partido esgotado. É uma cópia do partido a nível nacional. Os seus quadros estão mais motivados para o desenvolvimento de actividades empresariais pessoais do que em “perder” quatro anos na Câmara Municipal. Não são muitas as expectativas.
O PS fechou-se definitivamente em si próprio. Baralha-se e volta-se a dar e as cartas são sempre as mesmas. Revela-se um partido cada vez mais autista, com as características e cunho pessoal de quem nunca soube virar-se para fora. Não há pachorra.
O PCP/CDU vai repetir a sua vitória porque é neste momento o agrupamento político com motivação para competir, ganhar, liderar e convencer os votantes. Os outros terão de aguardar em fila de espera a sua vez.
terça-feira, março 03, 2009
JOÃO BERNARDO VIEIRA (NINO)
As fotos têm 33 anos. Pertencem ao meu espólio pessoal e foram tiradas numa celebração a que assisti quando era Cooperante na República da Guiné-Bissau.
Pessoalmente conheci-o no Hotel Pidjiguiti, onde me alojava. Nino era então ou 1º Ministro ou Chefe de Estado-Maior da Forças Armadas, já não me recordo bem.
Ele frequentava aquele espaço por ter uma relação extra-conjugal com a Directora do Hotel, uma meia-irmã de Luís e Amílcar Cabral.
Já nessa altura corriam rumores sobre a sua complexidade de que não se livrou até à morte. Foi uma figura incontornável da República da Guiné-Bissau, por ser um Herói da Luta de Libertação, o guerrilheiro que em 1973 proclamou a independência em Madina de Boé, o militar que depôs pela força das armas o 1º Presidente da Guiné, o coveiro da Unidade do PAIGC entre Guiné e Cabo Verde e a partir daí esteve sempre ligado claramente à deterioração daquele país, tornando-o o mais miserável no concerto das Nações. A certa altura existem mesmo referências sobre o seu envolvimento no assassinato de Amílcar Cabral e foi o executor de uns quantos inimigos políticos a quem nunca os perdoou por isso, não os poupando ao fuzilamento ou a mortes ainda mais desonrosas.
A sua morte não levanta qualquer clamor de protesto entre o seu povo, mesmo aqueles que o elegeram. Pelo contrário. O que sobre isso se afirma é que o país está calmo, a esposa pediu asilo político a Portugal que lhe foi concedido e que se vai eleger um novo Presidente. Ninguém o chora. Ninguém lamenta o seu assassinato a não ser com algumas palavras de circunstância vindas de fora.
Ninguém sabe quem o matou e ninguém parece interessado em procurar os seus assassinos. Tudo está bem, quando acaba em bem.
Ninguém merece ser morto desta forma. Mas dureza deste texto o que pretende transmitir é a dúvida sobre o caminho que a humanidade trilha em busca dos seus mais baixos interesses.
E não me venham com histórias de que os portugueses saíram da Guiné e tudo se estragou. Que legado é que transmitimos em 400 anos de ocupação? E quem somos nós para dar “abébias” sobre alguém ou algum povo, se ainda hoje como país e com 900 anos de história somos na Europa o mais miserável dos miseráveis países…
As fotos têm 33 anos. Pertencem ao meu espólio pessoal e foram tiradas numa celebração a que assisti quando era Cooperante na República da Guiné-Bissau.Pessoalmente conheci-o no Hotel Pidjiguiti, onde me alojava. Nino era então ou 1º Ministro ou Chefe de Estado-Maior da Forças Armadas, já não me recordo bem.
Ele frequentava aquele espaço por ter uma relação extra-conjugal com a Directora do Hotel, uma meia-irmã de Luís e Amílcar Cabral.
Já nessa altura corriam rumores sobre a sua complexidade de que não se livrou até à morte. Foi uma figura incontornável da República da Guiné-Bissau, por ser um Herói da Luta de Libertação, o guerrilheiro que em 1973 proclamou a independência em Madina de Boé, o militar que depôs pela força das armas o 1º Presidente da Guiné, o coveiro da Unidade do PAIGC entre Guiné e Cabo Verde e a partir daí esteve sempre ligado claramente à deterioração daquele país, tornando-o o mais miserável no concerto das Nações. A certa altura existem mesmo referências sobre o seu envolvimento no assassinato de Amílcar Cabral e foi o executor de uns quantos inimigos políticos a quem nunca os perdoou por isso, não os poupando ao fuzilamento ou a mortes ainda mais desonrosas.
A sua morte não levanta qualquer clamor de protesto entre o seu povo, mesmo aqueles que o elegeram. Pelo contrário. O que sobre isso se afirma é que o país está calmo, a esposa pediu asilo político a Portugal que lhe foi concedido e que se vai eleger um novo Presidente. Ninguém o chora. Ninguém lamenta o seu assassinato a não ser com algumas palavras de circunstância vindas de fora.
Ninguém sabe quem o matou e ninguém parece interessado em procurar os seus assassinos. Tudo está bem, quando acaba em bem.
Ninguém merece ser morto desta forma. Mas dureza deste texto o que pretende transmitir é a dúvida sobre o caminho que a humanidade trilha em busca dos seus mais baixos interesses.
E não me venham com histórias de que os portugueses saíram da Guiné e tudo se estragou. Que legado é que transmitimos em 400 anos de ocupação? E quem somos nós para dar “abébias” sobre alguém ou algum povo, se ainda hoje como país e com 900 anos de história somos na Europa o mais miserável dos miseráveis países…
segunda-feira, março 02, 2009
A IMPORTÂNCIA DAS COISAS E DAS PESSOAS
Em 1934 o Óscar da melhor interpretação masculina dos prémios da Academia de Hollywood, foi para Paul Lukas. Julgo que para a grande maioria das pessoas que gosta de cinema e acompanham minimamente aquela cerimónia, este nome nada dirá.
Mas já fará sentido esta referência se vos disser que nesse ano era concorrente também ao prémio da interpretação masculina, Humphrey Bogart pela sua actuação em Casablanca.
Casablanca é considerado por todos um dos 10 melhores filmes realizados até hoje, sendo que o mítico actor neste filme constitui um exemplo da arte de representar para todo o sempre, e a cena da despedida no aeroporto uma das principais referências no Cinema.
Humphrey Bogart ficou para sempre na nossa memória e o actor que recebeu o Óscar (pese embora a sua eventual qualidade) varreu-se da nossa memória.
Isto para dizer que o que ou quem, parece importante e determinante por circunstancialismos momentâneos, afinal passados alguns anos parece efémero ou desaparece mesmo da nossa memória.
Independentemente dos méritos de cada um e do valor da sua cultura geral, poucos serão os que hoje sabem quem foi António Maria de Oliveira ou Joaquim António de Aguiar. E que mesmo daqui a 15/20 anos poucos saberão quem foi António da Conceição Bento.
A importância da atribuição de honrarias tem o mesmo valor. A atribuição da medalha de ouro de Peniche a Fernando Lopes da Silva significa hoje para nós pouco mais que zero. Foi um flop.
Agora é moda os presidentes da Câmara cessantes receberem essa honraria das mãos dos que lhes sucedem, mesmo que se tenham odiado de morte até lhes roubarem o lugar. Mas o mérito dessas atribuições vale o que vale. E para o barómetro da história só perdurará o que por todos foi consagrado, e não o que a efemeridade comprovar que foram interesses mesquinhos e sórdidos que conduziram às honrarias.
Neste tempo em que se aproximam competições para alcançar lugares de relevo na vida pública, seria bom que nos recordássemos destas singularidades. Para percebermos melhor a pequenez que cada um de nós representa.
Em 1934 o Óscar da melhor interpretação masculina dos prémios da Academia de Hollywood, foi para Paul Lukas. Julgo que para a grande maioria das pessoas que gosta de cinema e acompanham minimamente aquela cerimónia, este nome nada dirá.
Mas já fará sentido esta referência se vos disser que nesse ano era concorrente também ao prémio da interpretação masculina, Humphrey Bogart pela sua actuação em Casablanca.
Casablanca é considerado por todos um dos 10 melhores filmes realizados até hoje, sendo que o mítico actor neste filme constitui um exemplo da arte de representar para todo o sempre, e a cena da despedida no aeroporto uma das principais referências no Cinema.
Humphrey Bogart ficou para sempre na nossa memória e o actor que recebeu o Óscar (pese embora a sua eventual qualidade) varreu-se da nossa memória.
Isto para dizer que o que ou quem, parece importante e determinante por circunstancialismos momentâneos, afinal passados alguns anos parece efémero ou desaparece mesmo da nossa memória.
Independentemente dos méritos de cada um e do valor da sua cultura geral, poucos serão os que hoje sabem quem foi António Maria de Oliveira ou Joaquim António de Aguiar. E que mesmo daqui a 15/20 anos poucos saberão quem foi António da Conceição Bento.
A importância da atribuição de honrarias tem o mesmo valor. A atribuição da medalha de ouro de Peniche a Fernando Lopes da Silva significa hoje para nós pouco mais que zero. Foi um flop.
Agora é moda os presidentes da Câmara cessantes receberem essa honraria das mãos dos que lhes sucedem, mesmo que se tenham odiado de morte até lhes roubarem o lugar. Mas o mérito dessas atribuições vale o que vale. E para o barómetro da história só perdurará o que por todos foi consagrado, e não o que a efemeridade comprovar que foram interesses mesquinhos e sórdidos que conduziram às honrarias.
Neste tempo em que se aproximam competições para alcançar lugares de relevo na vida pública, seria bom que nos recordássemos destas singularidades. Para percebermos melhor a pequenez que cada um de nós representa.
domingo, março 01, 2009
sábado, fevereiro 28, 2009
QUEM DESDENHA…
Um indivíduo estava a morrer de sede no deserto. As forças faltavam e estava resignado à sua sorte quando viu um vulto ao longe.Com esperança redobrada, arrastou-se e gritou:
“- "Água! Por favor, água!".
“- Água não tenho -respondeu o outro. -Mas vendo gravatas. Não quer uma gravatita?
“-Gravatas? Eu estou aqui a morrer de sede e você quer vender-me uma gravata? Desapareça antes que eu o mate com as minhas últimas forças.”
“- Bom. Se não quer uma gravata, vou-me embora.” E foi.
"-Vejam lá, a minha última esperança e queria fazer negócio comigo. Vou morrer". Pensou o sujeito.
Mas nesse momento, distinguiu outra sombra no horizonte e novamente animado, foi arrastando-se cada vez mais até conseguir distinguir uma casa com um letreiro a dizer:
"Cervejaria - Marisqueira - Snack-Bar"
"-Incrível! Que sorte! Vou já pedir uma caneca!". Alegrou-se o sujeito, dirigindo-se para a entrada.
“-Alto!!!” - gritou o porteiro
“- Proibido entrar sem gravata!!!”
Um indivíduo estava a morrer de sede no deserto. As forças faltavam e estava resignado à sua sorte quando viu um vulto ao longe.Com esperança redobrada, arrastou-se e gritou:
“- "Água! Por favor, água!".
“- Água não tenho -respondeu o outro. -Mas vendo gravatas. Não quer uma gravatita?
“-Gravatas? Eu estou aqui a morrer de sede e você quer vender-me uma gravata? Desapareça antes que eu o mate com as minhas últimas forças.”
“- Bom. Se não quer uma gravata, vou-me embora.” E foi.
"-Vejam lá, a minha última esperança e queria fazer negócio comigo. Vou morrer". Pensou o sujeito.
Mas nesse momento, distinguiu outra sombra no horizonte e novamente animado, foi arrastando-se cada vez mais até conseguir distinguir uma casa com um letreiro a dizer:
"Cervejaria - Marisqueira - Snack-Bar"
"-Incrível! Que sorte! Vou já pedir uma caneca!". Alegrou-se o sujeito, dirigindo-se para a entrada.
“-Alto!!!” - gritou o porteiro
“- Proibido entrar sem gravata!!!”
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
NOTÍCIAS RELEVANTES PARA PENICHE
(da Lusa)
"As trabalhadoras da indústria conserveira Sardinal, de Peniche, desconvocaram esta tarde a greve que tinham marcado até 06 de Março, esperando ver resolvidas as reivindicações através de uma reunião com a administração da fábrica. “Ficou decidido que amanhã voltamos ao trabalho, esperamos que entretanto a administração resolva as coisas. Queremos o levantamento dos 70 processos disciplinares e que nos pague uma semana em atraso desde há dois anos”, afirmou à Lusa a delegada sindical, Licínia Almeida. Das mais de uma centena de trabalhadoras da fábrica de conservas, metade concentraram-se esta manhã à porta da empresa em protesto contra os processos disciplinares que, segundo as funcionárias, têm em vista o despedimento. Contactada pela Lusa, a jurista da empresa, Paula Fernandes, que fala em nome da administração, afirmou que “os processos disciplinares estão concluídos e não serão anulados a não ser pela via judicial”. Segundo a administração foram instaurados 38 processos dos quais resultaram 29 despedimentos (os restantes permanecem na fábrica). os processos foram instaurados, segundo a administração, devido ao elevado número de faltas injustificadas das trabalhadoras. “Estamos dispostos a reunir com os sindicatos mas a empresa não vai anular qualquer processo”, frisou a responsável. Relativamente à semana de trabalho que as trabalhadoras reclamam, Paula Fernandes, alegou que “é um problema de 2007 que só agora aparece para resolver e segundo a lei está prescrito”.
(da Lusa)
"As trabalhadoras da indústria conserveira Sardinal, de Peniche, desconvocaram esta tarde a greve que tinham marcado até 06 de Março, esperando ver resolvidas as reivindicações através de uma reunião com a administração da fábrica. “Ficou decidido que amanhã voltamos ao trabalho, esperamos que entretanto a administração resolva as coisas. Queremos o levantamento dos 70 processos disciplinares e que nos pague uma semana em atraso desde há dois anos”, afirmou à Lusa a delegada sindical, Licínia Almeida. Das mais de uma centena de trabalhadoras da fábrica de conservas, metade concentraram-se esta manhã à porta da empresa em protesto contra os processos disciplinares que, segundo as funcionárias, têm em vista o despedimento. Contactada pela Lusa, a jurista da empresa, Paula Fernandes, que fala em nome da administração, afirmou que “os processos disciplinares estão concluídos e não serão anulados a não ser pela via judicial”. Segundo a administração foram instaurados 38 processos dos quais resultaram 29 despedimentos (os restantes permanecem na fábrica). os processos foram instaurados, segundo a administração, devido ao elevado número de faltas injustificadas das trabalhadoras. “Estamos dispostos a reunir com os sindicatos mas a empresa não vai anular qualquer processo”, frisou a responsável. Relativamente à semana de trabalho que as trabalhadoras reclamam, Paula Fernandes, alegou que “é um problema de 2007 que só agora aparece para resolver e segundo a lei está prescrito”.
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
p’ra tudo se acabar na quarta-feira…
Assim foi. Assim é. Restam as fotos que relatam os dias em que tanta gente se empenhou até ao esgotamento físico.
Em casa e na rua fui vendo passar os dias fantasiados de quimeras e de sonhos. Desses dias trago um registo que envio daqui para amigos d’Àquem e d’ Além Mar. Sabendo como sei que as suas referências também aqui estão nestes dias.
Devo dizer que o arranjo dos carros alegóricos, a qualidade dos figurinos usados, a música e as coreografias usadas, têm vindo a melhorar significativamente. Também os grupos e figuras alegóricas free lancer melhoraram substantivamente em relação a anos anteriores. A Associação quase que fez recordar outros tempos.
Registos de Casa


Registos de Rua






















Assim foi. Assim é. Restam as fotos que relatam os dias em que tanta gente se empenhou até ao esgotamento físico.
Em casa e na rua fui vendo passar os dias fantasiados de quimeras e de sonhos. Desses dias trago um registo que envio daqui para amigos d’Àquem e d’ Além Mar. Sabendo como sei que as suas referências também aqui estão nestes dias.
Devo dizer que o arranjo dos carros alegóricos, a qualidade dos figurinos usados, a música e as coreografias usadas, têm vindo a melhorar significativamente. Também os grupos e figuras alegóricas free lancer melhoraram substantivamente em relação a anos anteriores. A Associação quase que fez recordar outros tempos.
Registos de Casa
terça-feira, fevereiro 24, 2009
DE UMA VEZ POR TODAS...
Finalmente algo de grande interesse e importância capital.Regras que os homens adoravam que as mulheres soubessem:
1. Se acham que são gordas, provavelmente é verdade. Não nos perguntem.
2. Aprendam a trabalhar com as tampas das sanitas. Se está levantada, ponham-na para baixo.
3. Nunca cortem o cabelo.
4. As vezes, não estamos a pensar em vocês. Aprendam a lidar com isso.
5. Livrem-se do gato.
6. Domingo = Futebol.
7. Qualquer coisa que usem está bem, mesmo.
8. Mulheres que usam Wonder bras e grandes decotes perdem o direito a protestar com os homens que lhes olham para as mamas.
9. Vocês têm sapatos a mais.
10. Choro é considerado chantagem.
11. Digam o que querem. Subtilezas não funcionam.
12. Assinalem os aniversários num calendário.
13. Sim, mijar de pé é mais difícil que o fazer sentadinha. É natural que falhemos às vezes.
14. SIM e NÃO são respostas perfeitamente aceitáveis.
15. Uma dor de cabeça que dura 17 meses é um problema. Vão ao médico.
16. Não finjam. Preferimos sermos ineficazes que enganados.
17. O que foi dito há mais de seis meses não é válido como argumento.
18. Se alguma frase pode ter dois sentidos e um deles vos chateia, é porque nós lhe queríamos dar o outro.
19. Deixem-nos olhar. Se não olharmos para outras mulheres, como é que sabemos que vocês são bonitas?
20. Não esfreguem a lâmpada se não querem que o génio apareça.
21. Podem pedir-nos para fazer algo OU dizer como querem que seja feito. Nunca ambas.
22. Cristóvão Colombo não precisou de orientação, nós também não.
23. Tem roupas que cheguem.
24. O sexo é a forma mais eficaz de dizer "amo-te".
Finalmente algo de grande interesse e importância capital.Regras que os homens adoravam que as mulheres soubessem:
1. Se acham que são gordas, provavelmente é verdade. Não nos perguntem.
2. Aprendam a trabalhar com as tampas das sanitas. Se está levantada, ponham-na para baixo.
3. Nunca cortem o cabelo.
4. As vezes, não estamos a pensar em vocês. Aprendam a lidar com isso.
5. Livrem-se do gato.
6. Domingo = Futebol.
7. Qualquer coisa que usem está bem, mesmo.
8. Mulheres que usam Wonder bras e grandes decotes perdem o direito a protestar com os homens que lhes olham para as mamas.
9. Vocês têm sapatos a mais.
10. Choro é considerado chantagem.
11. Digam o que querem. Subtilezas não funcionam.
12. Assinalem os aniversários num calendário.
13. Sim, mijar de pé é mais difícil que o fazer sentadinha. É natural que falhemos às vezes.
14. SIM e NÃO são respostas perfeitamente aceitáveis.
15. Uma dor de cabeça que dura 17 meses é um problema. Vão ao médico.
16. Não finjam. Preferimos sermos ineficazes que enganados.
17. O que foi dito há mais de seis meses não é válido como argumento.
18. Se alguma frase pode ter dois sentidos e um deles vos chateia, é porque nós lhe queríamos dar o outro.
19. Deixem-nos olhar. Se não olharmos para outras mulheres, como é que sabemos que vocês são bonitas?
20. Não esfreguem a lâmpada se não querem que o génio apareça.
21. Podem pedir-nos para fazer algo OU dizer como querem que seja feito. Nunca ambas.
22. Cristóvão Colombo não precisou de orientação, nós também não.
23. Tem roupas que cheguem.
24. O sexo é a forma mais eficaz de dizer "amo-te".
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
domingo, fevereiro 22, 2009
DESCOBRIR AS DIFERENÇAS
Diferenças entre o rico e o pobre:
Rico com uniforme: Coronel
Pobre com uniforme: Carregador de malas
Rico com pistola: Precavido
Pobre com pistola: Assaltante
Rico com unhas pintadas: Play Boy
Pobre com unhas pintadas: Gay
Rico com maleta: Executivo
Pobre com maleta: Traficante
Rico com chofer: Milionário
Pobre com chofer: Preso
Rico com sandálias: Turista
Pobre com sandálias: Pedinte
Rico que come muito: Se alimenta bem
Pobre que come muito: Morto de fome
Rico jogando bilhar: Elegante
Pobre jogando bilhar: Viciado
Rico lendo jornal: Intelectual
Pobre lendo jornal: Procurando emprego
Rico se coçando: Alergia
Pobre se cocando: Sarnento
Rico correndo: esportista
Pobre correndo: Ladrão de carteira
Rico vestido de branco: Doutor
Pobre vestido de branco: Vendedor de gelados
Rico de asas: Anjo
Pobre de asas: Morcego
Rico numa casa de putas: Buscando prazer
Pobre numa casa de putas: Buscando a mulher
Diferenças entre o rico e o pobre:
Rico com uniforme: Coronel
Pobre com uniforme: Carregador de malas
Rico com pistola: Precavido
Pobre com pistola: Assaltante
Rico com unhas pintadas: Play Boy
Pobre com unhas pintadas: Gay
Rico com maleta: Executivo
Pobre com maleta: Traficante
Rico com chofer: Milionário
Pobre com chofer: Preso
Rico com sandálias: Turista
Pobre com sandálias: Pedinte
Rico que come muito: Se alimenta bem
Pobre que come muito: Morto de fome
Rico jogando bilhar: Elegante
Pobre jogando bilhar: Viciado
Rico lendo jornal: Intelectual
Pobre lendo jornal: Procurando emprego
Rico se coçando: Alergia
Pobre se cocando: Sarnento
Rico correndo: esportista
Pobre correndo: Ladrão de carteira
Rico vestido de branco: Doutor
Pobre vestido de branco: Vendedor de gelados
Rico de asas: Anjo
Pobre de asas: Morcego
Rico numa casa de putas: Buscando prazer
Pobre numa casa de putas: Buscando a mulher
sábado, fevereiro 21, 2009
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
QUE CARNAVAL
…é este que nos chega? Que razões para a folia? Milhões de desempregados em todo o Mundo. Algumas empresas aproveitam esta situação dramática para fazer um ajuste de contas com a luta de classes. Não sei se fazer greves não é prestar um serviço às empresas e ao governo.
Toda a gente acha que o Estado se devia ocupar da pessoa singular que é. Os trabalhadores voltam-se uns contra os outros e ameaçam-se. É ver o caso da Fenprof a ameaçar Conselhos Executivos com processos judiciais a propósito das avaliações.
Isto enquanto em centenas de fábricas e empresas o despedimento toca a todos, bons e maus trabalhadores.
Nos EUA começam a surgir Cartoons sugerindo a comparação de Obama com um chimpanzé raivoso que deverá ser abatido.
Enfim! É o Carnaval no seu melhor.
…é este que nos chega? Que razões para a folia? Milhões de desempregados em todo o Mundo. Algumas empresas aproveitam esta situação dramática para fazer um ajuste de contas com a luta de classes. Não sei se fazer greves não é prestar um serviço às empresas e ao governo.
Toda a gente acha que o Estado se devia ocupar da pessoa singular que é. Os trabalhadores voltam-se uns contra os outros e ameaçam-se. É ver o caso da Fenprof a ameaçar Conselhos Executivos com processos judiciais a propósito das avaliações.
Isto enquanto em centenas de fábricas e empresas o despedimento toca a todos, bons e maus trabalhadores.
Nos EUA começam a surgir Cartoons sugerindo a comparação de Obama com um chimpanzé raivoso que deverá ser abatido.
Enfim! É o Carnaval no seu melhor.
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
MAIS BOAS PRÁTICAS
Já não estranhamos quando ouvimos dizer mal. Reparem que eu não falo em criticar. A crítica envolve uma análise, uma síntese e um parecer sobre os valores que foram atingidos e aqueles que ficaram por alcançar.
Estou a recordar-me da forma acintosa e espúria como é tratada a actual gestão autárquica, num cartaz que foi colocado junto ao mercado. A análise comparativa com gestões anteriores em anteriores mandatos não é feita e é atribuída a culpa dos males do mundo, aos simplórios que vão levando a água ao moinho na Câmara Municipal de Peniche.
Esta é a forma trauliteira de comentar a actividade dos outros. Sejam ele quais forem. O que me espanta é ver caminhar estas pessoas em direcção à comunhão e depois comportarem-se não como cristãos, mas como malfeitores.
Mas voltando ao que aqui me trouxe…
Nos últimos tempos tenho sido um frequentador do espaço em que funciona a Loja do Cidadão. A forma eficiente e atenciosa com que somos tratados não tem nada a ver com a imagem caricaturada de antigamente, em que o funcionário público fazia os tristes dos cidadãos, caminharem de Herodes para Pilatos, sem verem o fim do Calvário dos papéis em que se viam afundados.
Mas também os funcionários da CMP que atendem o público naquele espaço, vão dando mostras de uma eficiência e capacidade de todo inusitada. Acredito que em Peniche as coisas estão a melhorar. E acredito que vale a pena sermos exigentes. Nós temos pessoal de qualidade. Basta dignificá-los e dar-lhes responsabilidades.
Para a Loja do Cidadão em especial vai aqui o meu reconhecimento público pela qualidade do seu serviço.
Já não estranhamos quando ouvimos dizer mal. Reparem que eu não falo em criticar. A crítica envolve uma análise, uma síntese e um parecer sobre os valores que foram atingidos e aqueles que ficaram por alcançar.
Estou a recordar-me da forma acintosa e espúria como é tratada a actual gestão autárquica, num cartaz que foi colocado junto ao mercado. A análise comparativa com gestões anteriores em anteriores mandatos não é feita e é atribuída a culpa dos males do mundo, aos simplórios que vão levando a água ao moinho na Câmara Municipal de Peniche.
Esta é a forma trauliteira de comentar a actividade dos outros. Sejam ele quais forem. O que me espanta é ver caminhar estas pessoas em direcção à comunhão e depois comportarem-se não como cristãos, mas como malfeitores.
Mas voltando ao que aqui me trouxe…
Nos últimos tempos tenho sido um frequentador do espaço em que funciona a Loja do Cidadão. A forma eficiente e atenciosa com que somos tratados não tem nada a ver com a imagem caricaturada de antigamente, em que o funcionário público fazia os tristes dos cidadãos, caminharem de Herodes para Pilatos, sem verem o fim do Calvário dos papéis em que se viam afundados.
Mas também os funcionários da CMP que atendem o público naquele espaço, vão dando mostras de uma eficiência e capacidade de todo inusitada. Acredito que em Peniche as coisas estão a melhorar. E acredito que vale a pena sermos exigentes. Nós temos pessoal de qualidade. Basta dignificá-los e dar-lhes responsabilidades.
Para a Loja do Cidadão em especial vai aqui o meu reconhecimento público pela qualidade do seu serviço.
terça-feira, fevereiro 17, 2009
SEM COMENTÁRIOS…
Peniche, Leiria, 16 Fev (Lusa)- A PSP de Peniche está a investigar um caso de burla de 800 euros de que foi vítima um septuagenário, instado a demonstrar ser “pessoa fiável” para entregar uma doação em dinheiro a uma instituição de caridade.
O idoso foi inicialmente abordado por um homem, de cerca de 60 anos, que lhe disse que “tinha o pai doente acamado com cancro e que este queria fazer uma doação a uma instituição”, relatou à Lusa fonte da PSP.
Para tal, disse ao septuagenário que precisava de duas testemunhas para assistir à doação, tendo retirado do bolso a quantia de dinheiro, em “diversos maços de notas fictícias”, que pretendia entregar à instituição.
Mais do que ser testemunha, a vítima terá sido depois instada a ser a “fiel depositária” do dinheiro e ser ela a entregar directamente o donativo.
Nessa altura, “fez com que o indivíduo fosse levantar ao banco 800 euros como garantia de ser uma pessoa fiável e ficasse com o donativo a dar à instituição”.
Para levar o idoso a cair no conto do vigário, um outro homem, de cerca de 60 anos, apareceu, fazendo-se passar por testemunha e com igual valor monetário para entregar como garantia de ser pessoa idónea, no momento em que o lesado regressava com os 800 euros do banco.
De acordo com a PSP, depois de colocar todo o dinheiro no mesmo saco de notas falsas, os dois alegados burlões pediram ao septuagenário para ir aos correios comprar uma folha azul timbrada para preencherem e entregarem na instituição juntamente com o dinheiro.
Ao regressar ao local, os suspeitos tinham fugido com o dinheiro e o homem de 72 anos, apercebendo-se que tinha sido vítima de uma burla, acabou por apresentar queixa na PSP, que está agora a investigar o caso.
FYC Lusa/Fim
Peniche, Leiria, 16 Fev (Lusa)- A PSP de Peniche está a investigar um caso de burla de 800 euros de que foi vítima um septuagenário, instado a demonstrar ser “pessoa fiável” para entregar uma doação em dinheiro a uma instituição de caridade.
O idoso foi inicialmente abordado por um homem, de cerca de 60 anos, que lhe disse que “tinha o pai doente acamado com cancro e que este queria fazer uma doação a uma instituição”, relatou à Lusa fonte da PSP.
Para tal, disse ao septuagenário que precisava de duas testemunhas para assistir à doação, tendo retirado do bolso a quantia de dinheiro, em “diversos maços de notas fictícias”, que pretendia entregar à instituição.
Mais do que ser testemunha, a vítima terá sido depois instada a ser a “fiel depositária” do dinheiro e ser ela a entregar directamente o donativo.
Nessa altura, “fez com que o indivíduo fosse levantar ao banco 800 euros como garantia de ser uma pessoa fiável e ficasse com o donativo a dar à instituição”.
Para levar o idoso a cair no conto do vigário, um outro homem, de cerca de 60 anos, apareceu, fazendo-se passar por testemunha e com igual valor monetário para entregar como garantia de ser pessoa idónea, no momento em que o lesado regressava com os 800 euros do banco.
De acordo com a PSP, depois de colocar todo o dinheiro no mesmo saco de notas falsas, os dois alegados burlões pediram ao septuagenário para ir aos correios comprar uma folha azul timbrada para preencherem e entregarem na instituição juntamente com o dinheiro.
Ao regressar ao local, os suspeitos tinham fugido com o dinheiro e o homem de 72 anos, apercebendo-se que tinha sido vítima de uma burla, acabou por apresentar queixa na PSP, que está agora a investigar o caso.
FYC Lusa/Fim
domingo, fevereiro 15, 2009
SURF
Ao contrário do que é meu hábito, vou falar de coisas sérias ao domingo, sem buscar o humor para tal.
Refiro-me à criação de um Centro de Alto Rendimento para o Surf criado em Peniche, com o apoio inexcedível do actual executivo camarário. Vem tarde é verdade. Mas chegou finalmente o reconhecimento do Poder local para este Desporto que envolve todo um conceito dificilmente abordável noutros desportos.
Eu próprio que passei pela Câmara nunca fiz nada para que isto acontecesse. As prioridades foram sempre outras. Programáticas durante na pré-campanha e na campanha eleitoral, unipessoais depois de ganhas as eleições.
E o Surf também foi uma actividade desportiva que nunca foi prioridade. Finalmente veio um executivo que reconheceu não só a sua importância, como criou algumas condições para que ele se possa desenvolver. Isto não significa que tenha de ser um desporto contra outro. Que para favorecer uma modalidade se tenha de abandonar outra.
Em Peniche o Mar e o futebol são referências patrimoniais. Pois que dêem as mãos e caminhem em prol do engrandecimento de Peniche.
Refiro-me à criação de um Centro de Alto Rendimento para o Surf criado em Peniche, com o apoio inexcedível do actual executivo camarário. Vem tarde é verdade. Mas chegou finalmente o reconhecimento do Poder local para este Desporto que envolve todo um conceito dificilmente abordável noutros desportos.
Eu próprio que passei pela Câmara nunca fiz nada para que isto acontecesse. As prioridades foram sempre outras. Programáticas durante na pré-campanha e na campanha eleitoral, unipessoais depois de ganhas as eleições.
E o Surf também foi uma actividade desportiva que nunca foi prioridade. Finalmente veio um executivo que reconheceu não só a sua importância, como criou algumas condições para que ele se possa desenvolver. Isto não significa que tenha de ser um desporto contra outro. Que para favorecer uma modalidade se tenha de abandonar outra.Em Peniche o Mar e o futebol são referências patrimoniais. Pois que dêem as mãos e caminhem em prol do engrandecimento de Peniche.
sábado, fevereiro 14, 2009
QUEM ASSIM NASCE, É PARA SEMPRE!
Jesus que andava muito preocupado com o elevado consumo de drogas na Terra, convoca uma junta de emergência os seus discípulos.Depois de muito pensarem, chegam à conclusão que o melhor para enfrentarem o problema, é eles próprios provarem a droga e depois tomarem as medidas pertinentes.Decidiram que uma comissão de discípulos baixaria à Terra para conseguirem as diferentes drogas.Dá-se início à operação secreta e dois dias depois começam a chegar os primeiros discípulos. Jesus espera à porta :
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Paulo.
Jesus abre a porta.
- Que trazes?
- Trago Haxixe de Marrocos.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Marcos.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Marcos?
- Trago Marijuana da Colômbia.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Mateus.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Mateus?
- Trago Cocaína da Bolívia.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou João.
Jesus abre a porta.
- Que trazes?
- Trago Crack de Nova York.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Lucas.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Lucas?
- Trago Speed de Amsterdão.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Judas.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Judas?
- FBI, TODOS ENCOSTADOS À PAREDE!!!!
Jesus que andava muito preocupado com o elevado consumo de drogas na Terra, convoca uma junta de emergência os seus discípulos.Depois de muito pensarem, chegam à conclusão que o melhor para enfrentarem o problema, é eles próprios provarem a droga e depois tomarem as medidas pertinentes.Decidiram que uma comissão de discípulos baixaria à Terra para conseguirem as diferentes drogas.Dá-se início à operação secreta e dois dias depois começam a chegar os primeiros discípulos. Jesus espera à porta :
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Paulo.
Jesus abre a porta.
- Que trazes?
- Trago Haxixe de Marrocos.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Marcos.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Marcos?
- Trago Marijuana da Colômbia.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Mateus.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Mateus?
- Trago Cocaína da Bolívia.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou João.
Jesus abre a porta.
- Que trazes?
- Trago Crack de Nova York.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Lucas.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Lucas?
- Trago Speed de Amsterdão.
- Entra meu filho.
Truz Truz
- Quem é?
- Sou Judas.
Jesus abre a porta.
- Que trazes, Judas?
- FBI, TODOS ENCOSTADOS À PAREDE!!!!
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
6ª Feira 13
A mesma notícia. Três Jornais (?) em Peniche. Três títulos, separando-os a vontade de se ser mais ou menos lido.
1º Jornal – “HOSPITAL DE PENICHE – Integra novo Centro Hospitalar”
2º Jornal – “Ministério da Saúde fecha administração do Hospital de Peniche”
3º Jornal – “Hospital de Peniche vai ser extinto”
A mesma notícia. Três Jornais (?) em Peniche. Três títulos, separando-os a vontade de se ser mais ou menos lido.1º Jornal – “HOSPITAL DE PENICHE – Integra novo Centro Hospitalar”
2º Jornal – “Ministério da Saúde fecha administração do Hospital de Peniche”
3º Jornal – “Hospital de Peniche vai ser extinto”

quinta-feira, fevereiro 12, 2009
OS CORSOS
RSOS De quatro em quatro anos anima-se o “Portugal dos Pequeninos”. Acordam as “Juventudes” características. Escolhem-se títulos pomposos para os jornais partidários sejam eles mais ou menos “Populares”.
Contam-se espingardas. São apetitosos os restos de comidinha mais ou menos putrefacta, a que almejam os que não podem aspirar a outras guloseimas no todo nacional.
As “Marias” e os “Maneis” locais põem-se em bicos de pés para serem “topados” pelos construtores de listas. Crescem os ciúmes ao mesmo ritmo que as vaidades pessoais. Aspira-se a cargos e a empregos.
Os corsos políticos são as autárquicas no seu melhor.
RSOS De quatro em quatro anos anima-se o “Portugal dos Pequeninos”. Acordam as “Juventudes” características. Escolhem-se títulos pomposos para os jornais partidários sejam eles mais ou menos “Populares”.Contam-se espingardas. São apetitosos os restos de comidinha mais ou menos putrefacta, a que almejam os que não podem aspirar a outras guloseimas no todo nacional.
As “Marias” e os “Maneis” locais põem-se em bicos de pés para serem “topados” pelos construtores de listas. Crescem os ciúmes ao mesmo ritmo que as vaidades pessoais. Aspira-se a cargos e a empregos.
Os corsos políticos são as autárquicas no seu melhor.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
POESIA
Sei que este não é um tema que colha muito junto das pessoas. E agora que o mundo parece desabar sobre as nossas cabeças, sem dinheiro para pagar as prestações do carro, da casa, da mobília, do PC, menos importa ouvir, ler e falar de poesia.
Durante muitos anos em livrarias e alfarrabistas persegui o “Poesia Toda” de Herberto Hélder.
Caracterizadora dos tempos que vivemos é a minha ida à Bertrand no Chiado. No balcão atendeu-me uma menina a quem perguntei pelo livro. Disse-me que não se recordava de ter ouvido falar. Pedi-lhe então para ver no computador se tinha algum livro de Herberto Helder. Quando a vi escrever o nome do autor, ia caindo para o lado e disse-lhe antes de morrer: - Menina! Escreve-se com H. Respondeu-me que estava distraída e que sabia muito bem que Helder se escrevia com H. Eu antes de fugir porta a fora ainda lhe disse: - Menina! Herberto também.
Isto para dizer o quê? Que o autor se tornou um ilustre desconhecido pela raridade/dificuldade com que se encontram os seus livros. E no entanto, ao lado de Camões e Pessoa, Herberto Helder é a terceira pessoa da Santíssima Trindade da Poesia Portuguesa.
À minha frente estão “A Faca Não Corta o Fogo”, “Ou o Poema Contínuo” e “Doze Nós Numa Corda”. Sou um felizardo.
PS: Helder no nome próprio de Herberto Helder, escreve-se sem acento no e. Não estou distraído.
Sei que este não é um tema que colha muito junto das pessoas. E agora que o mundo parece desabar sobre as nossas cabeças, sem dinheiro para pagar as prestações do carro, da casa, da mobília, do PC, menos importa ouvir, ler e falar de poesia.
Durante muitos anos em livrarias e alfarrabistas persegui o “Poesia Toda” de Herberto Hélder.
Caracterizadora dos tempos que vivemos é a minha ida à Bertrand no Chiado. No balcão atendeu-me uma menina a quem perguntei pelo livro. Disse-me que não se recordava de ter ouvido falar. Pedi-lhe então para ver no computador se tinha algum livro de Herberto Helder. Quando a vi escrever o nome do autor, ia caindo para o lado e disse-lhe antes de morrer: - Menina! Escreve-se com H. Respondeu-me que estava distraída e que sabia muito bem que Helder se escrevia com H. Eu antes de fugir porta a fora ainda lhe disse: - Menina! Herberto também.
Isto para dizer o quê? Que o autor se tornou um ilustre desconhecido pela raridade/dificuldade com que se encontram os seus livros. E no entanto, ao lado de Camões e Pessoa, Herberto Helder é a terceira pessoa da Santíssima Trindade da Poesia Portuguesa.
À minha frente estão “A Faca Não Corta o Fogo”, “Ou o Poema Contínuo” e “Doze Nós Numa Corda”. Sou um felizardo.
PS: Helder no nome próprio de Herberto Helder, escreve-se sem acento no e. Não estou distraído.
terça-feira, fevereiro 10, 2009
EU SOU DO TEMPO…
…Em que os Conselhos Directivos eram constituídos por pessoas que não auferindo por isso vencimento, era a dedicação à causa das Escolas o que fundamentalmente os levava ao cargo. Recebiam de facto uma compensação monetária que era inferior àquela que receberiam se tivessem 2 horas extraordinárias.
…Em que durante anos não se podiam tirar 30 dias de férias. O melhor que se conseguia era 15 dias.
…Em que os escolhidos para Presidentes dos Conselhos Directivos eram aqueles que de entre pares e iguais melhor poderiam representar os seus colegas junto do Ministério da Educação.
…Em que muitas vezes era difícil conseguir quem estivesse disponível para abdicar da vida fácil de professor e trocá-la pela carga de trabalhos que era ser gestor de uma escola.
…Em que para se chegar ao cargo era necessário não ter nenhuma sanção no seu curriculum pelo exercício das suas funções de professor.
Tudo mudou. Agora parece que se tornou um luxo e apetitoso ser Presidente do Conselho Executivo. E o vencimento que se recebe pelo exercício do cargo, tornou-os reféns dos professores das escolas. Não me espanta o que vou ouvindo. Os professores são useiros e vezeiros em utilizar em seu favor, aqueles que deles dependem.
…Em que os Conselhos Directivos eram constituídos por pessoas que não auferindo por isso vencimento, era a dedicação à causa das Escolas o que fundamentalmente os levava ao cargo. Recebiam de facto uma compensação monetária que era inferior àquela que receberiam se tivessem 2 horas extraordinárias.
…Em que durante anos não se podiam tirar 30 dias de férias. O melhor que se conseguia era 15 dias.
…Em que os escolhidos para Presidentes dos Conselhos Directivos eram aqueles que de entre pares e iguais melhor poderiam representar os seus colegas junto do Ministério da Educação.
…Em que muitas vezes era difícil conseguir quem estivesse disponível para abdicar da vida fácil de professor e trocá-la pela carga de trabalhos que era ser gestor de uma escola.
…Em que para se chegar ao cargo era necessário não ter nenhuma sanção no seu curriculum pelo exercício das suas funções de professor.
Tudo mudou. Agora parece que se tornou um luxo e apetitoso ser Presidente do Conselho Executivo. E o vencimento que se recebe pelo exercício do cargo, tornou-os reféns dos professores das escolas. Não me espanta o que vou ouvindo. Os professores são useiros e vezeiros em utilizar em seu favor, aqueles que deles dependem.
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
TRAGÉDIA
Nos últimos dias temos vindo a assistir ao desenvolvimentos de fogos terríveis na Austrália que têm ceifado bens pessoais e vidas de forma devastadora.
No Verão/Outono passados também os EUA foram vítimas desse tipo de catástrofe sobretudo na zona da Califórnia.
Um e outro países são poderosos economicamente e possuem meios dos mais avançados e sofisticados que se conhecem, para o combate a este tipo de devastações. E não há como conseguir travar esta desgraça.
Cá neste país de caracácá, quando um incêndio acontece os meios de comunicação social e os políticos, tratam este assunto como se fosse uma "obra maléfica" do partido que está no governo e não como uma catástrofe nacional que a todos afecta e a todos empobrece. Será que merecemos ser o país "ranhoso" que somos?
Nos últimos dias temos vindo a assistir ao desenvolvimentos de fogos terríveis na Austrália que têm ceifado bens pessoais e vidas de forma devastadora.
No Verão/Outono passados também os EUA foram vítimas desse tipo de catástrofe sobretudo na zona da Califórnia.
Um e outro países são poderosos economicamente e possuem meios dos mais avançados e sofisticados que se conhecem, para o combate a este tipo de devastações. E não há como conseguir travar esta desgraça.
Cá neste país de caracácá, quando um incêndio acontece os meios de comunicação social e os políticos, tratam este assunto como se fosse uma "obra maléfica" do partido que está no governo e não como uma catástrofe nacional que a todos afecta e a todos empobrece. Será que merecemos ser o país "ranhoso" que somos?
domingo, fevereiro 08, 2009
sábado, fevereiro 07, 2009
PENSAMENTOS DO DIA
O sexo é como uma estação de serviço:
às vezes recebe-se um serviço completo;
outras vezes tem que se pedir para se ser atendido e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!
Um homem é como um soalho flutuante:
Se for bem montado pode ser pisado durante mais de 30 anos.
As calorias são pequenos animais que moram nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas.
Os problemas do nosso país são essencialmente agrícolas:
excesso de nabos; falta de tomates e muito grelo abandonado.
O trabalho fascina-me tanto que às vezes, fico parada a olhar para ele.
O Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o marido.
A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem, está sempre ao lado da mulher que vier e der.
Se fores:
chata as tuas amigas, perdoam;
agressiva as tuas amigas, perdoam;
egoísta as tuas amigas, perdoam;
Agora experimenta ser magra e linda! Tás fod*da!
O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama!
A falta de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro...
Portugal é um país geométrico:
é rectangular e tem problemas bicudos discutidos em mesas redondas, por bestas quadradas!
A diferença entre Portugal e a República Checa é que esta tem o governo em Praga e Portugal tem a praga no governo.
Não procures o príncipe encantado.
Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor; vê-te melhor e ainda te come.
Toda a gente se queixa de assédio sexual no local de trabalho. Ou isto começa a ser verdade ou então despeço-me!!!
A mulher do amigo é como a bota da tropa; também marcha!
O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a trabalhar logo que acordamos e só pára quando chegamos ao serviço.
O teu computador é como uma carroça: tem sempre um burro à frente!!!
As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis.
Os trabalhadores mais incapazes são sitematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia.
Qual a diferença entre uma dissolução e uma solução?
Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva. Uma solução seria metê-los a todos.
Chocolate não engorda, quem engorda é você.
O sexo é como uma estação de serviço:
às vezes recebe-se um serviço completo;
outras vezes tem que se pedir para se ser atendido e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!
Um homem é como um soalho flutuante:
Se for bem montado pode ser pisado durante mais de 30 anos.
As calorias são pequenos animais que moram nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas.
Os problemas do nosso país são essencialmente agrícolas:
excesso de nabos; falta de tomates e muito grelo abandonado.
O trabalho fascina-me tanto que às vezes, fico parada a olhar para ele.
O Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o marido.
A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem, está sempre ao lado da mulher que vier e der.
Se fores:
chata as tuas amigas, perdoam;
agressiva as tuas amigas, perdoam;
egoísta as tuas amigas, perdoam;
Agora experimenta ser magra e linda! Tás fod*da!
O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama!
A falta de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro...
Portugal é um país geométrico:
é rectangular e tem problemas bicudos discutidos em mesas redondas, por bestas quadradas!
A diferença entre Portugal e a República Checa é que esta tem o governo em Praga e Portugal tem a praga no governo.
Não procures o príncipe encantado.
Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor; vê-te melhor e ainda te come.
Toda a gente se queixa de assédio sexual no local de trabalho. Ou isto começa a ser verdade ou então despeço-me!!!
A mulher do amigo é como a bota da tropa; também marcha!
O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a trabalhar logo que acordamos e só pára quando chegamos ao serviço.
O teu computador é como uma carroça: tem sempre um burro à frente!!!
As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis.
Os trabalhadores mais incapazes são sitematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia.
Qual a diferença entre uma dissolução e uma solução?
Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva. Uma solução seria metê-los a todos.
Chocolate não engorda, quem engorda é você.
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
O POETA CHOROU…
Manuel Alegre vem dizer-nos o óbvio. Que as pessoas têm medo do poder instalado. Medo de criticarem o Poder, com receio de perderem privilégios. Ou os seus familiares serem preteridos. Ou os familiares dos familiares não se instalarem sobre o chapéu-de-chuva de quem está no topo.
O Poeta tem andado distraído. Isso não é de agora, nem é característica em exclusivo do PS. É característica do Poder. É assim que ele se perpetua. Ou que julga poder perpetuar-se. Aqui em Peniche assisti a isto e ao inverso. A ameaças ao Poder de que votariam contra ele (em sede de Assembleia Municipal) se não lhes dessem empregos, ou se não empregassem os familiares.
E o Poder quando é fraco cede. E depois age da mesma forma ou com maior violência e ganância.
Não sei por onde o Poeta andou todos estes anos que só há pouco tempo descobriu estas nojeiras que o arrepiam. Há pelo menos 34 anos que o povo português sabe que é assim. Por isso abstém-se e não vota. Por isso borrifa-se para aquilo que os políticos profissionais (tal e qual como o poeta) dizem.
Não merece a pena chorar. A gente já não acredita em lágrimas que surjam por este tipo de razões.
Manuel Alegre vem dizer-nos o óbvio. Que as pessoas têm medo do poder instalado. Medo de criticarem o Poder, com receio de perderem privilégios. Ou os seus familiares serem preteridos. Ou os familiares dos familiares não se instalarem sobre o chapéu-de-chuva de quem está no topo.
O Poeta tem andado distraído. Isso não é de agora, nem é característica em exclusivo do PS. É característica do Poder. É assim que ele se perpetua. Ou que julga poder perpetuar-se. Aqui em Peniche assisti a isto e ao inverso. A ameaças ao Poder de que votariam contra ele (em sede de Assembleia Municipal) se não lhes dessem empregos, ou se não empregassem os familiares.
E o Poder quando é fraco cede. E depois age da mesma forma ou com maior violência e ganância.
Não sei por onde o Poeta andou todos estes anos que só há pouco tempo descobriu estas nojeiras que o arrepiam. Há pelo menos 34 anos que o povo português sabe que é assim. Por isso abstém-se e não vota. Por isso borrifa-se para aquilo que os políticos profissionais (tal e qual como o poeta) dizem.
Não merece a pena chorar. A gente já não acredita em lágrimas que surjam por este tipo de razões.
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
NOTÍCIAS DE "PENICHE", SEJA LÁ ISSO O QUE FOR
Há uns dias deixei algumas anotações da designação "Peniche". Fui encontrar anteontem, uma notícia de um futebolista de nome Peniche, num jogo de futebol contra o celebrado Pelé. É essa notícia que transcrevo na íntegra.
NOTICIA do EXonline
http://www.excelsior.com.mx/
03 de Fevereiro de 2009
Una noche imborrable
JC Vargas

Los goles que anoche le metió el Necaxa al portero Laercio, reputado como el mejor del momento en el futbol brasileño, probablemente el titular del equipo nacional para el próximo campeonato del mundo, fueron imparables. Este, por ejemplo, fue el segundo clavado a los diez minutos de iniciado el partido por Peniche, que aparace a la izq. en el momento en que acababa de rematar con la frente un tiro de castigo dibujado por Evaristo. (Este fue el pie de foto original publicado en Excélsior hace 48 años).
Foto: Archivo Excélsior
Ocurrió hace 48 años. Cuando el Necaxa venció al Santos de Pelé, en aquellos eternos 90 minutos
¿Cuántas ocasiones se habrá contado esta historia? Han pasado 48 largos años y el Necaxa de aquel 1961 sigue derrotando al Santos de Pelé. Sucede cada día 2 de febrero, cuando los muchachos de cabellos blancos se reúnen para repetir aquel partido que se jugó en el estadio de CU.
“¡Necaxa le ganó al Santos de Pelé!”, contaron un día después los diarios mexicanos, aquellos que previo al partido apostaban por cuántos goles les metería el cuadro brasileño, el mejor del mundo, a aquellos 11 necaxistas vestidos de rojo y blanco.
El Santos venía a un pentagonal, con 20 juegos invicto y con la maravilla negra llamada Edson Arantes do Nacimento, jovencito que años atrás acababa de sorprender al mundo en Suecia 58. La imagen del adolescente de 17 años que llora en la cima.
El Santos de Pelé llegó aquel 1961 con 10 mortales: Laercio, Dalmo, Mauro, Ze Carlos, Zito, Calvet, Dorval, Mengalvio, Coutinho y Pepe.
La alineación siempre comienza por el portero. Ahí está Jorge Morelos. En la reunión de necaxistas y en la memoria de aquel partido. Hombre de 77 años y dedos chuecos de tantos balonazos, cuando el esférico era de cuero y no existían los guantes protectores.
Se dan cita en La Casona del Giaco, donde el ritual se repite. Jorge Morelos, Héctor González, Pedro Dellacha, Pedro Romero, el Fumanchú Reynoso, Reynaldo Giacomini, Alberto Baeza, Alberto Evaristo, Dante Juárez, Memo Chatito Ortiz y Agustín Peniche.
De aquel memorable cuadro sólo tres llegaron a la cita anual: Jorge Morelos, el Fu Reynoso y el argentino Reynaldo Giacomini. Dicen los amigos que Dante Juárez es el único que ya partió al otro mundo, tocando el balón y cantando sus tangos. Evaristo y Dellacha viven en Argentina. ¿Los demás? A veces llegan y otros se desaparecen por temporadas.
Los meseros se mueven de un lado a otro, mientras las charlas se funden encima de las mesas y el balón imaginario aparece en la vieja cancha de Ciudad Universitaria. Sí, como cada año.
“No habían pasado ni dos minutos cuando el Morocho Juárez puso el 1-0”, dice expresivo el Fu Reynoso, quien por momentos se olvida de aquellas muletas que lo siguen por todas partes.
Y al minuto 11, Peniche con la testa, los tenía en el hoyo. Lo platican Morelos y Giacomini.
¿Cómo es que un cuadro mexicano, que ni siquiera era el campeón de aquellos tiempos (lo eran las Chivas), estaba humillando a la sensación brasileña? Apareció entonces la voz de Pelé, todo orquesta en la cancha, con apenas 20 años. Pepe respondió con un fuerte disparo y Coutinho con la testa. El primer tiempo terminó 2-2. Giacomini, el argentino, llegó de refuerzo para el Necaxa en aquel año. Jugador en Brasil y Argentina, haría escala en el Morelia, antes de ponerse la playera rojiblanca. No abandonaría sus colores ni se iría jamás de México. Habla poco, muestra la hinchazón permanente de la rodilla derecha. En la diestra trae una imagen de chamaco, aquel rubio de cara bonita, cabellos bien peinados y pierna educada. Trapos de rojo y blanco.
En la mesa del Giaco aparece la chistorra, el vino, las empanadas y el chimichurri. Las porras y el segundo tiempo.
Tantas veces se ha contado este partido que a veces sus propios protagonistas cambian el orden de los goles, pero no el resultado final. Algunos dicen que apenas comenzó la parte complementaria, el Santos remontó el marcador. Pero fue el Chato Ortiz el que puso al Necaxa 3-2.
Entonces aparece el Fu Reynoso, aquél que de chamaquillo sólo se llamaba Tomás y se mudó con sus padres de León, Guanajuato, a la colonia Guerrero. Aquel 2 de febrero de 1961 le tocó pararse en la cancha frente a Pelé. “Hacía maravillas con el balón. Incluso sin él. No era tan alto, pero su figura imponía.”
A Tomás le pusieron el Fumanchú cuando jugaba en el Necaxa y una ocasión “escondí el balón entre las piernas y el rival se perdió. Entonces no faltó quien dijera que lo hice como el mago de aquellos tiempos”.
Y entre mago y maravilla negra, aquella noche dominó el mexicano. “No dejé que hiciera daño, aunque el que estuvo tremendo fue Pepe. Yo le gritaba de todo, pero no se intimidaba.”
Fue cuando llegó el empate a tres goles. Atención, Pepe se escapa, Pepe dispara y … ¡penal!, el Fu Reynoso se lanza con la cabeza y alcanza a meter la mano. “Le quise hacer como el Pelusa, sólo que el árbitro alcanzó a ver la mano”. El mismo Pepe cobraría la falta desde el manchón de los 11 pasos.
En la comida están necaxistas de otros tiempos: Alfonso Pescado Portugal, José Cano, Aguilar, Fernando Salgado, David La Máquina Zamora, Alberto Gómez, Carlos Pichojos Pérez y Roberto El Cañabrava Martínez. Todos hablan del juego que no les tocó y de aquel momento cuando Pelé salió lesionado de la cancha. Eran otros tiempos, no existían los cambios y el Santos se quedó con un hombre menos. Muchas versiones. Que lo lesionó Dellacha, que fue Morelos...
Toca el turno al portero. El de los dedos chuecos de tanto romperse, el que no usaba guantes ni apodo. Jorge Morelos. Las lesiones siempre lo siguieron. Tres veces fue llamado para defender la portería de la Selección Nacional y las tres ocasiones se quedó con las ganas por sufrir lesiones antes de la hora de la verdad. “Una vez me rompieron la nariz, otra una mano y otra más la pierna. El día aquel, frente a Santos, fue un choque entre tres. Un tiro por la izquierda, yo salto por el balón y detrás de mí brinca Pelé. También saltó Dellacha. Recibí un golpe en la cabeza y cerca estuve del desmayo, pero no solté el balón. Pelé se luxó el hombro y tuvo que abandonar. Dellacha salió ileso”.
Dante Juárez, el que ya está en el otro mundo, marcó el gol de la victoria necaxista. Fue al 79’. Y los gritos se asoman entre aquellos veteranos, quienes sueltan porras como cada año. Nadie recuerda si Pelé intercambió camiseta o dónde quedaron aquellos viejos uniformes. Ataja el portero: “No imaginábamos que ese triunfo sería recordado después de tantos años. ¿Qué le pasó al Necaxa? Un día lo transformaron en Atlético Español y todo cambió”.
Y sin embargo, aquel Santos de Pelé seguirá perdiendo ante el Necaxa, cada día 2 de febrero. Aunque algunos momentos se pierdan de la memoria.
Ocurrió hace 48 años. Cuando el Necaxa venció al Santos de Pelé, en aquellos eternos 90 minutos
¿Cuántas ocasiones se habrá contado esta historia? Han pasado 48 largos años y el Necaxa de aquel 1961 sigue derrotando al Santos de Pelé. Sucede cada día 2 de febrero, cuando los muchachos de cabellos blancos se reúnen para repetir aquel partido que se jugó en el estadio de CU.
“¡Necaxa le ganó al Santos de Pelé!”, contaron un día después los diarios mexicanos, aquellos que previo al partido apostaban por cuántos goles les metería el cuadro brasileño, el mejor del mundo, a aquellos 11 necaxistas vestidos de rojo y blanco.
El Santos venía a un pentagonal, con 20 juegos invicto y con la maravilla negra llamada Edson Arantes do Nacimento, jovencito que años atrás acababa de sorprender al mundo en Suecia 58. La imagen del adolescente de 17 años que llora en la cima.
El Santos de Pelé llegó aquel 1961 con 10 mortales: Laercio, Dalmo, Mauro, Ze Carlos, Zito, Calvet, Dorval, Mengalvio, Coutinho y Pepe.
La alineación siempre comienza por el portero. Ahí está Jorge Morelos. En la reunión de necaxistas y en la memoria de aquel partido. Hombre de 77 años y dedos chuecos de tantos balonazos, cuando el esférico era de cuero y no existían los guantes protectores.
Se dan cita en La Casona del Giaco, donde el ritual se repite. Jorge Morelos, Héctor González, Pedro Dellacha, Pedro Romero, el Fumanchú Reynoso, Reynaldo Giacomini, Alberto Baeza, Alberto Evaristo, Dante Juárez, Memo Chatito Ortiz y Agustín Peniche.
De aquel memorable cuadro sólo tres llegaron a la cita anual: Jorge Morelos, el Fu Reynoso y el argentino Reynaldo Giacomini. Dicen los amigos que Dante Juárez es el único que ya partió al otro mundo, tocando el balón y cantando sus tangos. Evaristo y Dellacha viven en Argentina. ¿Los demás? A veces llegan y otros se desaparecen por temporadas.
Los meseros se mueven de un lado a otro, mientras las charlas se funden encima de las mesas y el balón imaginario aparece en la vieja cancha de Ciudad Universitaria. Sí, como cada año.
“No habían pasado ni dos minutos cuando el Morocho Juárez puso el 1-0”, dice expresivo el Fu Reynoso, quien por momentos se olvida de aquellas muletas
Há uns dias deixei algumas anotações da designação "Peniche". Fui encontrar anteontem, uma notícia de um futebolista de nome Peniche, num jogo de futebol contra o celebrado Pelé. É essa notícia que transcrevo na íntegra.
NOTICIA do EXonline
http://www.excelsior.com.mx/
03 de Fevereiro de 2009
Una noche imborrable
JC Vargas

Los goles que anoche le metió el Necaxa al portero Laercio, reputado como el mejor del momento en el futbol brasileño, probablemente el titular del equipo nacional para el próximo campeonato del mundo, fueron imparables. Este, por ejemplo, fue el segundo clavado a los diez minutos de iniciado el partido por Peniche, que aparace a la izq. en el momento en que acababa de rematar con la frente un tiro de castigo dibujado por Evaristo. (Este fue el pie de foto original publicado en Excélsior hace 48 años).
Foto: Archivo Excélsior
Ocurrió hace 48 años. Cuando el Necaxa venció al Santos de Pelé, en aquellos eternos 90 minutos
¿Cuántas ocasiones se habrá contado esta historia? Han pasado 48 largos años y el Necaxa de aquel 1961 sigue derrotando al Santos de Pelé. Sucede cada día 2 de febrero, cuando los muchachos de cabellos blancos se reúnen para repetir aquel partido que se jugó en el estadio de CU.
“¡Necaxa le ganó al Santos de Pelé!”, contaron un día después los diarios mexicanos, aquellos que previo al partido apostaban por cuántos goles les metería el cuadro brasileño, el mejor del mundo, a aquellos 11 necaxistas vestidos de rojo y blanco.
El Santos venía a un pentagonal, con 20 juegos invicto y con la maravilla negra llamada Edson Arantes do Nacimento, jovencito que años atrás acababa de sorprender al mundo en Suecia 58. La imagen del adolescente de 17 años que llora en la cima.
El Santos de Pelé llegó aquel 1961 con 10 mortales: Laercio, Dalmo, Mauro, Ze Carlos, Zito, Calvet, Dorval, Mengalvio, Coutinho y Pepe.
La alineación siempre comienza por el portero. Ahí está Jorge Morelos. En la reunión de necaxistas y en la memoria de aquel partido. Hombre de 77 años y dedos chuecos de tantos balonazos, cuando el esférico era de cuero y no existían los guantes protectores.
Se dan cita en La Casona del Giaco, donde el ritual se repite. Jorge Morelos, Héctor González, Pedro Dellacha, Pedro Romero, el Fumanchú Reynoso, Reynaldo Giacomini, Alberto Baeza, Alberto Evaristo, Dante Juárez, Memo Chatito Ortiz y Agustín Peniche.
De aquel memorable cuadro sólo tres llegaron a la cita anual: Jorge Morelos, el Fu Reynoso y el argentino Reynaldo Giacomini. Dicen los amigos que Dante Juárez es el único que ya partió al otro mundo, tocando el balón y cantando sus tangos. Evaristo y Dellacha viven en Argentina. ¿Los demás? A veces llegan y otros se desaparecen por temporadas.
Los meseros se mueven de un lado a otro, mientras las charlas se funden encima de las mesas y el balón imaginario aparece en la vieja cancha de Ciudad Universitaria. Sí, como cada año.
“No habían pasado ni dos minutos cuando el Morocho Juárez puso el 1-0”, dice expresivo el Fu Reynoso, quien por momentos se olvida de aquellas muletas que lo siguen por todas partes.
Y al minuto 11, Peniche con la testa, los tenía en el hoyo. Lo platican Morelos y Giacomini.
¿Cómo es que un cuadro mexicano, que ni siquiera era el campeón de aquellos tiempos (lo eran las Chivas), estaba humillando a la sensación brasileña? Apareció entonces la voz de Pelé, todo orquesta en la cancha, con apenas 20 años. Pepe respondió con un fuerte disparo y Coutinho con la testa. El primer tiempo terminó 2-2. Giacomini, el argentino, llegó de refuerzo para el Necaxa en aquel año. Jugador en Brasil y Argentina, haría escala en el Morelia, antes de ponerse la playera rojiblanca. No abandonaría sus colores ni se iría jamás de México. Habla poco, muestra la hinchazón permanente de la rodilla derecha. En la diestra trae una imagen de chamaco, aquel rubio de cara bonita, cabellos bien peinados y pierna educada. Trapos de rojo y blanco.
En la mesa del Giaco aparece la chistorra, el vino, las empanadas y el chimichurri. Las porras y el segundo tiempo.
Tantas veces se ha contado este partido que a veces sus propios protagonistas cambian el orden de los goles, pero no el resultado final. Algunos dicen que apenas comenzó la parte complementaria, el Santos remontó el marcador. Pero fue el Chato Ortiz el que puso al Necaxa 3-2.
Entonces aparece el Fu Reynoso, aquél que de chamaquillo sólo se llamaba Tomás y se mudó con sus padres de León, Guanajuato, a la colonia Guerrero. Aquel 2 de febrero de 1961 le tocó pararse en la cancha frente a Pelé. “Hacía maravillas con el balón. Incluso sin él. No era tan alto, pero su figura imponía.”
A Tomás le pusieron el Fumanchú cuando jugaba en el Necaxa y una ocasión “escondí el balón entre las piernas y el rival se perdió. Entonces no faltó quien dijera que lo hice como el mago de aquellos tiempos”.
Y entre mago y maravilla negra, aquella noche dominó el mexicano. “No dejé que hiciera daño, aunque el que estuvo tremendo fue Pepe. Yo le gritaba de todo, pero no se intimidaba.”
Fue cuando llegó el empate a tres goles. Atención, Pepe se escapa, Pepe dispara y … ¡penal!, el Fu Reynoso se lanza con la cabeza y alcanza a meter la mano. “Le quise hacer como el Pelusa, sólo que el árbitro alcanzó a ver la mano”. El mismo Pepe cobraría la falta desde el manchón de los 11 pasos.
En la comida están necaxistas de otros tiempos: Alfonso Pescado Portugal, José Cano, Aguilar, Fernando Salgado, David La Máquina Zamora, Alberto Gómez, Carlos Pichojos Pérez y Roberto El Cañabrava Martínez. Todos hablan del juego que no les tocó y de aquel momento cuando Pelé salió lesionado de la cancha. Eran otros tiempos, no existían los cambios y el Santos se quedó con un hombre menos. Muchas versiones. Que lo lesionó Dellacha, que fue Morelos...
Toca el turno al portero. El de los dedos chuecos de tanto romperse, el que no usaba guantes ni apodo. Jorge Morelos. Las lesiones siempre lo siguieron. Tres veces fue llamado para defender la portería de la Selección Nacional y las tres ocasiones se quedó con las ganas por sufrir lesiones antes de la hora de la verdad. “Una vez me rompieron la nariz, otra una mano y otra más la pierna. El día aquel, frente a Santos, fue un choque entre tres. Un tiro por la izquierda, yo salto por el balón y detrás de mí brinca Pelé. También saltó Dellacha. Recibí un golpe en la cabeza y cerca estuve del desmayo, pero no solté el balón. Pelé se luxó el hombro y tuvo que abandonar. Dellacha salió ileso”.
Dante Juárez, el que ya está en el otro mundo, marcó el gol de la victoria necaxista. Fue al 79’. Y los gritos se asoman entre aquellos veteranos, quienes sueltan porras como cada año. Nadie recuerda si Pelé intercambió camiseta o dónde quedaron aquellos viejos uniformes. Ataja el portero: “No imaginábamos que ese triunfo sería recordado después de tantos años. ¿Qué le pasó al Necaxa? Un día lo transformaron en Atlético Español y todo cambió”.
Y sin embargo, aquel Santos de Pelé seguirá perdiendo ante el Necaxa, cada día 2 de febrero. Aunque algunos momentos se pierdan de la memoria.
Ocurrió hace 48 años. Cuando el Necaxa venció al Santos de Pelé, en aquellos eternos 90 minutos
¿Cuántas ocasiones se habrá contado esta historia? Han pasado 48 largos años y el Necaxa de aquel 1961 sigue derrotando al Santos de Pelé. Sucede cada día 2 de febrero, cuando los muchachos de cabellos blancos se reúnen para repetir aquel partido que se jugó en el estadio de CU.
“¡Necaxa le ganó al Santos de Pelé!”, contaron un día después los diarios mexicanos, aquellos que previo al partido apostaban por cuántos goles les metería el cuadro brasileño, el mejor del mundo, a aquellos 11 necaxistas vestidos de rojo y blanco.
El Santos venía a un pentagonal, con 20 juegos invicto y con la maravilla negra llamada Edson Arantes do Nacimento, jovencito que años atrás acababa de sorprender al mundo en Suecia 58. La imagen del adolescente de 17 años que llora en la cima.
El Santos de Pelé llegó aquel 1961 con 10 mortales: Laercio, Dalmo, Mauro, Ze Carlos, Zito, Calvet, Dorval, Mengalvio, Coutinho y Pepe.
La alineación siempre comienza por el portero. Ahí está Jorge Morelos. En la reunión de necaxistas y en la memoria de aquel partido. Hombre de 77 años y dedos chuecos de tantos balonazos, cuando el esférico era de cuero y no existían los guantes protectores.
Se dan cita en La Casona del Giaco, donde el ritual se repite. Jorge Morelos, Héctor González, Pedro Dellacha, Pedro Romero, el Fumanchú Reynoso, Reynaldo Giacomini, Alberto Baeza, Alberto Evaristo, Dante Juárez, Memo Chatito Ortiz y Agustín Peniche.
De aquel memorable cuadro sólo tres llegaron a la cita anual: Jorge Morelos, el Fu Reynoso y el argentino Reynaldo Giacomini. Dicen los amigos que Dante Juárez es el único que ya partió al otro mundo, tocando el balón y cantando sus tangos. Evaristo y Dellacha viven en Argentina. ¿Los demás? A veces llegan y otros se desaparecen por temporadas.
Los meseros se mueven de un lado a otro, mientras las charlas se funden encima de las mesas y el balón imaginario aparece en la vieja cancha de Ciudad Universitaria. Sí, como cada año.
“No habían pasado ni dos minutos cuando el Morocho Juárez puso el 1-0”, dice expresivo el Fu Reynoso, quien por momentos se olvida de aquellas muletas
terça-feira, fevereiro 03, 2009
E SE JULGARES QUE ESTÁS A SONHAR E AFINAL ESTÁS ACORDADO?
Foi assim que me senti hoje ao ver o título de 1ª Página do “Diário de Notícias”: “Professores reformados recusam proposta para voltar às escolas”.
Em primeiro lugar a mim do Ministério da Educação ninguém me consultou. Em segundo lugar não dei procuração nenhuma para quem quer que seja responder em meu nome perante uma qualquer proposta para voltar a trabalhar numa escola. A notícia portanto só poderia ser um pesadelo.
Comprei o jornal e fui ler.
Afinal parece que existe fumo e fogo. O ME tem uma proposta para apresentar ao Conselho de Escolas, a fim de viabilizar a colocação de professores reformados em regime de voluntariado em escolas visando objectivos muito bem explícitos:
- Formação de professores e pessoal não docente
- Estudo acompanhado de alunos com dificuldades de aprendizagem
- Acompanhamento do percurso escolar dos alunos
- Apoio a visitas de estudo
- Dinamização de clubes
- Relações Públicas da Escola na dinamização do conhecimento de actividades pedagógicas relevantes para o desempenho dos Docentes em exercício
Os reformados voluntários trabalharão nas escolas pelo menos 3 horas semanais, e apresentarão relatórios da actividade desenvolvida.
O ideólogo da proposta é o Secretário de Estado Valter Lemos, que se esqueceu só de uma regra e uma tarefa a desenvolver pelos reformados no mesmo espírito de missão.
A escolha dos candidatos deverá ocorrer após a apresentação pelos candidatos da sua vinculação a uma qualquer entidade de carácter religioso e que têm ainda como tarefa a de “limpar o rabinho” aos que no exercício da sua actividade escolar disso venham a necessitar.
Isto só pode ser uma brincadeira de mau gosto. Eu afirmo aqui solenemente que acredito na honestidade do snr. primeiro ministro, pelo que não é necessário inventarem nada para me lixarem o juízo.
Se os empresários se lembram desta, para que é necessário arranjar empregos? Ponham os reformados a trabalhar gratuitamente.
Foi assim que me senti hoje ao ver o título de 1ª Página do “Diário de Notícias”: “Professores reformados recusam proposta para voltar às escolas”.
Em primeiro lugar a mim do Ministério da Educação ninguém me consultou. Em segundo lugar não dei procuração nenhuma para quem quer que seja responder em meu nome perante uma qualquer proposta para voltar a trabalhar numa escola. A notícia portanto só poderia ser um pesadelo.
Comprei o jornal e fui ler.
Afinal parece que existe fumo e fogo. O ME tem uma proposta para apresentar ao Conselho de Escolas, a fim de viabilizar a colocação de professores reformados em regime de voluntariado em escolas visando objectivos muito bem explícitos:
- Formação de professores e pessoal não docente
- Estudo acompanhado de alunos com dificuldades de aprendizagem
- Acompanhamento do percurso escolar dos alunos
- Apoio a visitas de estudo
- Dinamização de clubes
- Relações Públicas da Escola na dinamização do conhecimento de actividades pedagógicas relevantes para o desempenho dos Docentes em exercício
Os reformados voluntários trabalharão nas escolas pelo menos 3 horas semanais, e apresentarão relatórios da actividade desenvolvida.
O ideólogo da proposta é o Secretário de Estado Valter Lemos, que se esqueceu só de uma regra e uma tarefa a desenvolver pelos reformados no mesmo espírito de missão.
A escolha dos candidatos deverá ocorrer após a apresentação pelos candidatos da sua vinculação a uma qualquer entidade de carácter religioso e que têm ainda como tarefa a de “limpar o rabinho” aos que no exercício da sua actividade escolar disso venham a necessitar.
Isto só pode ser uma brincadeira de mau gosto. Eu afirmo aqui solenemente que acredito na honestidade do snr. primeiro ministro, pelo que não é necessário inventarem nada para me lixarem o juízo.
Se os empresários se lembram desta, para que é necessário arranjar empregos? Ponham os reformados a trabalhar gratuitamente.
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
O DRAMA DE JEAN BAROIS
Nunca como hoje este livro de Roger Martin du Gard me surge tão actual (para mim). Espero poder resistir ao ocaso da vida. Não estou a falar de me recusar a envelhecer. Isso é uma inevitabilidade. Mas ao desejo que tenho de ir mantendo as minhas capacidades intelectuais minimamente em estado operacional.
De facto eu tenho em relação à Morte um desaguisado muito grande. É que não me apetece nada enfrentá-la. Porque sei que muito dificilmente sairei vencedor nessa luta. E eu, só de pensar que vou morrer (desaparecer) já tenho saudades de mim. Mal ou bem, gosto do que vejo, ouço, leio. Mesmo quando me passo da “corneta” fico depois todo satisfeito porque refilei, resmunguei e incomodei.
Nada me perturba mais do que a ideia de que me poderei tornar num vegetal. Olho à minha volta e a maior parte da minha família mais próxima desapareceu. Estou a ficar só. O meu pai continua a estar presente todos os dias. O meu irmão vai-me visitando regularmente. Mais regularmente do que quando estava vivo.
E eu vou desejando manter a lucidez imprescindível para poder estar aqui todos os dias. Sem abdicar ou negar os princípios e valores em que fui educado e que me ajudaram a ser a pessoa que sou.
Nunca como hoje este livro de Roger Martin du Gard me surge tão actual (para mim). Espero poder resistir ao ocaso da vida. Não estou a falar de me recusar a envelhecer. Isso é uma inevitabilidade. Mas ao desejo que tenho de ir mantendo as minhas capacidades intelectuais minimamente em estado operacional.
De facto eu tenho em relação à Morte um desaguisado muito grande. É que não me apetece nada enfrentá-la. Porque sei que muito dificilmente sairei vencedor nessa luta. E eu, só de pensar que vou morrer (desaparecer) já tenho saudades de mim. Mal ou bem, gosto do que vejo, ouço, leio. Mesmo quando me passo da “corneta” fico depois todo satisfeito porque refilei, resmunguei e incomodei.
Nada me perturba mais do que a ideia de que me poderei tornar num vegetal. Olho à minha volta e a maior parte da minha família mais próxima desapareceu. Estou a ficar só. O meu pai continua a estar presente todos os dias. O meu irmão vai-me visitando regularmente. Mais regularmente do que quando estava vivo.
E eu vou desejando manter a lucidez imprescindível para poder estar aqui todos os dias. Sem abdicar ou negar os princípios e valores em que fui educado e que me ajudaram a ser a pessoa que sou.
domingo, fevereiro 01, 2009
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