sábado, maio 31, 2008

Quais festa? Quais pescadores? Quais pesca? Tanta confusão por aí fora e nós aqui em Peniche,
assobiamos para o lado e celebramos nem sei o quê, nem porquê, nem para quê...
Oh! Pescador que já foste
Oh! Pescador que já não és
Oh! Pescador que estás virado
Da cabeça para os pés.

sexta-feira, maio 30, 2008

UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA*A atribuição há poucos dias do Prémio Pessoa à historiadora Irene F. Pimentel, pelo seu contributo na reconstrução da história do Estado Novo, nomeadamente através dos livros “A HISTÓRIA DA PIDE” e “MOCIDADE PORTUGUESA FEMININA”, trouxe-ma à memória recordações familiares dolorosas.
Dolorosas por duas ordens de razão: pelo que representaram na altura em que se deram e, pelo esquecimento voluntário ou não, a que foi votado na minha terra quem com o seu exemplo de dignidade e humanismo ajudou a construir o Portugal de Abril que hoje vivemos.
Refiro-me a meu sogro ÁLVARO DOS SANTOS MARTINS, guarda prisional antes do 25 de Abril que foi preso pela polícia política e afastado compulsivamente da sua actividade profissional com todos os traumas que isso lhe produziu e à sua Família.
O meu sogro que foi defendido nos Tribunais Plenários pelo candidato à Presidência da República Arlindo Vicente e que ao ser privado da Liberdade por 3 anos, deixou em casa esposa e 4 filhos respectivamente com 8, 6, 3 e 2 anos.
Para poder garantir o seu sustento e o da sua prole, a minha sogra com ajuda exclusiva da família e da máquina de costura, foi criando as meninas e meninos, podendo hoje rever-se nos filhos que educou.
Ao regressar da prisão, como barbeiro e com um cafezito, foi colaborando na subsistência familiar, embora sofrendo as humilhações das apresentações periódicas na PSP como se de um criminoso se tratasse e com o anátema de ser comunista, o que afastava muita gente da sua fonte de rendimento, mesmo alguns que logo após o 25 de Abril passaram a gritar loas a plenos pulmões à Liberdade. A filha mais velha chegou mesmo a ser hostilizada na Escola Primária por ter um pai preso político.
Sobre todo este drama, Peniche passou uma esponja, porque o Álvaro nunca foi pessoa de se por em bicos dos pés a implorar reconhecimento. Foi um guarda prisional digno, um preso político sem nunca vergar e libertado bastou-lhe a sua consciência de homem para se sentir bem consigo próprio e com os outros.
Julgo que quem sai mal disto tudo é uma terra que esquecendo os seus filhos que pagaram caro os seus exemplos de dignidade e de verticalidade, não conseguirá nunca reconciliar-se consigo. Felizmente que alguém fez a história desses tempos e, o meu sogro que na sua terra não existe, vai ficar para todo o sempre com o lugar que merece no registo dos que lutaram por um Portugal como país de dignidade.
Aqui vai um pouco da História de um digno filho de Peniche que merece ser recordada.
Para que o 25 de Abril tenha merecido a pena.
No livro “A HISTÓRIA DA PIDE” de Irene Flunser Pimentel, (Prémio Pessoa 2008) das edições “Circulo dos Leitores – Colecção Temas e Debates”, pág. 451 é assim relatado o calvário do Álvaro Martins, às mãos da PIDE:«XVI.3.3.2 O papel de alguns guardas prisionais
…um guarda prisional foi castigado em Caxias “por se ter prestado a conduzir a correspondência de um recluso para o exterior, sem ser vista pela censura”.
…um guarda prisional de Peniche foi acusado pelos chefes dos guardas de prestar auxílio aos presos e foi punido com transferência para outra prisão, enquanto, no mesmo período, outros colegas seus sofreram perseguições por “fazerem vista grossa” aos “contactos organizativos” dos presos.
É possível que um desses casos tenha ocorrido com o guarda prisional Álvaro dos Santos Martins, que após 1974, contou a forma como foi vítima da PIDE. Segundo relatou, mal chegou a Peniche, no início dos anos 50, o chefe dos guardas Ramos começou a persegui-lo. Um dia, o inspector dos Serviços Prisionais, Orbílio Barbas, avisou-o de que tinha sido alvo de uma denúncia, pelo que o ia transferir para Caxias, para evitar “o pior”. O pior aconteceu em 9 de Janeiro de 1954, quando cerca de seis elementos da PIDE o foram buscar ao reduto sul de Caxias, onde trabalhava, e, acusando-o de pertencer ao PCP, o levaram para o terceiro andar da sede da polícia, onde foi pontapeado.
Ao ser interrogado por uma equipa dirigida pelo inspector Porto Duarte, o então sub-inspector Gouveia disse àquele: “este homem não tem nada, o mais que pode ser é um descontente”. Isso não obstou porém a que o próprio Gouveia colocasse Álvaro Martins no “sono” e na “estátua”, antes de Chico Fernandes lhe dar uma “chapada e um pontapé”. O guarda prisional (Álvaro Martins) foi ainda sujeito a diversos castigos, um dos quais consistiu no seu envio para as casamatas de Caxias, onde ficou, com oito companheiros, durante 20 dias, a dormir no chão, na escuridão, sem roupa para se tapar. Sujeito a dois processos, um comum, nas Caldas da Rainha, onde foi absolvido, foi condenado, no processo político, a dois anos e meio de pena maior e medidas de segurança de seis meses, que cumpriu.»

*Tive muitas dúvidas sobre se seria ético eu escrever isto sobre alguém a quem estou ligado por laços familiares. Achei que sim. Não tenho que ter pudor em falar sobre aqueles que o merecem, sejam eles quem foram.

quinta-feira, maio 29, 2008

Existe um mundo melhor. Mas é caríssimo

quarta-feira, maio 28, 2008

SUBSÍDIOS Para os noivos que vão casar
Para os barcos que vão ao mar
Para teatro representar
Para os Centros de Saúde não fechar
Para futebol jogar
Para no funeral ajudar
Para a renda de casa pagar
Para os estudantes ensinar
Para os olhos operar
Para livros publicar
Para o PC comprar
Para os militares armar
Para a fábrica instalar
Para os desempregados alimentar
Para aos reformados pagar

…mas por favor
Não me aumentem os impostos!

terça-feira, maio 27, 2008

A GRANDE FRAUDE
O nosso tamanho intelectual está na ordem directa das fraudes que cometemos. Uma das mais comuns ultimamente é o utilizar trabalhos alheios sem citar a autoria da obra.
Isto tem vindo a acontecer cada vez mais e com a divulgação da NET tornou-se o “pão-nosso de cada dia”.
É comum receber indicações sobre materiais publicados aqui e ali e quando os vou conhecer verifico que a sua autoria não é dessa pessoa e que de forma desonesta não cita quem é o autor, e de onde o retirou.
Também já tenho encontrado em jornais essa fraude consumada. E até já vi livros em que de uma ponta a outra citam factos sem nunca referirem onde os foram buscar.
Dir-me-ão que este tipo de desonestidade é um mais um sinal dos tempos. Provavelmente.
Aprendem a copiar na escola. Mentem para arranjar emprego. Encostam-se ao trabalho dos outros. E quando precisam (ou querem) dar mostras de alguma capacidade, como não a têm, vai de copiar o que os outros com criatividade e trabalho fizeram.
É ver licenciados a apresentarem trabalhos de fim de curso com “copy past” de autores que se sacam da Internet. É ver gente a oferecer-se para vender trabalhos a quem precisar. É ver futuros professores que fizeram a sua formação com trabalhos dos colegas e que depois são autênticas “feras” nas suas exigências aos seus alunos.
Já me aconteceu encontrar páginas de escritos meus copiados na íntegra sem qualquer pudor, e apresentados publicamente como se a sua autoria fosse do “copiador”.
E nem a descoberta destas desonestidades faz com que os “trafulhas” arrepiem caminho. Anónimos e falsários tornou-se moda. Denunciá-los é preciso.

segunda-feira, maio 26, 2008

GDP: UMA DÍVIDA DE GRATIDÃO
Ao reformar-me como que pensei levar esse estado de graça até ao limite. Da política em geral, sobrava-me este meu blog. Da minha filiação partidária se encarregou o Secretário-geral do PS ao recusar-me a possibilidade de me manifestar com o meu voto sobre o Tratado Europeu.
Estava eu pois disposto a passear a reforma definitiva quando um amigo daqueles a quem não é possível recusar um pedido, me convidou para participar com ele e com mais um grupo de gente que respeito nos órgãos sociais do Grupo Desportivo de Peniche.Os meus amigos para mim são pessoas que merecem tudo. Até que eu ponha de parte traumas ou queixas pessoais em nome de um projecto. Assim me vi metido em algo de inimaginável ainda há pouco tempo.
Em nome da amizade. Em solidariedade com antigos alunos meus. Em memória do meu pai, atleta-fundador do GDP.Por reconhecimento ao meu padrinho ex-presidente da Direcção do GDP. Para honrar o meu avô que fez do seu clube uma parte da sua vida e que nele perdeu a vida por amor. Em memória do Honório e do Carolino amigos de sempre no meu coração.
Assim eu possa participar com todas as minhas capacidades no seu engrandecimento. A este convite eu não poderia dizer não e estou aqui de corpo inteiro.

domingo, maio 25, 2008

ESTE É O DESTINO DO POVO PORTUGUÊS
face aos políticos que temos, aos partidos de que se servem e às políticas com que nos martirizam...
...por muitas esperanças que alimentemos, quando julgamos que estamos a sair da prisão, estamos a entrar na merda!

sábado, maio 24, 2008

sexta-feira, maio 23, 2008

ASSEMBLEIA MUNICIPAL
Se não fossem algumas notícias publicadas de vez em quando em periódicos regionalistas, há muito que tínhamos esquecido a existência de um Órgão Autárquico que se designa por Assembleia Municipal.
Para o poder executivo é uma “chatice” que se tem de concretizar. Ocupa mais umas noites, ouvem-se uns parvos que de outra forma estavam dispensados de os aturar.
Para as oposições é a única saída para deitar cá para fora os ressentimentos de eleições perdidas, e de um poder autárquico de que ficaram arredados.
De qualquer forma é um colégio espúrio, inócuo e quistoso. Nada do que lá se diz é importante. Ninguém ouve. Ninguém lê. Ninguém fala. Não é por acaso que se realiza à noite. Depois de um dia de trabalho. Quando as pessoas estão cansadas e só o pior de si próprias ainda está em funcionamento.
É um nado-morto alimentado pela fogueira das vaidades que são estes exercícios de poder pequeninos em que ainda nos deixamos envolver.

quinta-feira, maio 22, 2008

quarta-feira, maio 21, 2008

O PODER/OS PODERES
In “LIÇÃO”
De Roland Barthes

- Proferida em 7 de Janeiro de 1977
Publicado por Edições 70

«…A “inocência” moderna fala do poder como se ele fosse apenas um: de um lado os que o têm, do outro os que o não têm; pensámos que o poder era um assunto exemplarmente político; acreditamos agora que também é um objecto ideológico, que se insinua por todo o lado, por onde não é inteira e imediatamente captado, nas instituições, no ensino; mas, em suma, que é sempre um. E se todavia o poder fosse plural como os demónios? “O meu nome é Legião”, poderia ele dizer: por toda a parte, de todos os lados, chefes, aparelhos, enormes ou minúsculos, grupos de opressão ou de pressão; por todo o lado vozes “autorizadas”, que se autorizam a impor o discurso de qualquer poder: o discurso da arrogância. É quando adivinhamos que o poder está presente nos mecanismos mais subtis da comunicação social: não apenas no Estado, nas classes, nos grupos, mas ainda nas modas, nas opiniões correntes, nos espectáculos, jogos, desportos, informações, nas relações familiares e privadas e até nas forças libertadoras que tentam contestá-lo: chamo discurso de poder a todo o discurso que engendra a culpa e, por conseguinte, a culpabilidade daquele que o ouve. Há pessoas que esperam que nós, intelectuais, nos agitemos em todas as ocasiões contra o Poder; mas a nossa verdadeira guerra é diferente e ocupa um outro espaço; a guerra é contra os poderes, e esse combate não é fácil: porque se o poder é plural no espaço social, também é perpétuo no tempo histórico: perseguido, debilitado aqui, reaparece além; nunca definha: façam uma revolução para o destruir e imediatamente renascerá, voltando a germinar no novo estado das coisas. A razão desta resistência e desta ubiquidade é devida ao facto de o poder ser o parasita de um organismo trans-social, ligado a toda a história do homem e não apenas à sua história política, histórica. O objecto em que o poder se inscreve é, desde sempre, a linguagem – ou, para ser mais preciso, a sua expressão obrigatória: a língua.»

segunda-feira, maio 19, 2008

O CENTRO EDUCATIVO DE ATOUGUIA DA BALEIA
As razões da oposição do PSD local não são técnicas, nem de carácter educativo. São de pretenso facilitismo político-partidário. São razões deste tipo que afastaram o PSD da vontade dos cidadãos e o reduziram a um partido marginal concelho de Peniche.
Pensam que fazendo a vontade a 2/3 pseudo influentes angariadores de votos da Freguesia da Atouguia conseguem fazer inverter a vontade dos eleitores.
Não se preocupam com o que será melhor em termos educativos. E de aproveitamento de meios. E de rentabilização de um projecto educativo. Sabem lá o que é um Projecto Educativo.
Faço um apelo ao Vereador do PS Joaquim Raul, que disponibilize os seus conhecimentos técnicos em educação a fim de que a decisão que venha a ser tomada seja a que melhor servirá os interesses educativos das crianças da Vila da Atouguia da Baleia.
Faço um apelo à CDU para que não tome decisões aleatórias e que reúna à sua volta o que de melhor possa conseguir para que a decisão a tomar seja fruto de um parecer técnico e pedagógico e não por razões de “partidarite” escusa e idiota.

domingo, maio 18, 2008

Escrever, não é talvez suficiente. Mas escrever, incomoda muita gente.

sábado, maio 17, 2008

sexta-feira, maio 16, 2008

CRITICAR TEM MOMENTOS
Na penúltima “folha de couve” li um artigo em que se apelava ao bom senso e à criatividade para acabar com o caos que se passa no Largo do Santuário de Nª Srra dos Remédios.
Nesta última edição do mesmo “coiso” e com a assinatura do mesmo autor, vejo um novo artigo, agora sobre os perigos da marginal norte.
A curiosidade levou-me a consultar todas as edições de que disponho em casa. No período da governação autárquica “xoxialista” não encontro uma única anomalia a que tenha merecido chamar a atenção pelo escrevinhador em questão.
Sou obrigado a pensar que as criticas têm momentos em que se podem fazer e outros em que não se devem.
Bem-aventurados os puros de espírito.

quinta-feira, maio 15, 2008

UMA CASA SEM DESTINOFoi quando eu estava a desempenhar funções autárquicas na Câmara Municipal que o TRAQUINAS foi ocupar um novo espaço, libertando definitivamente aquilo que foi em tempos a CASA DE TRABALHO, escola de formação de Rendilheiras para as filhas dos pescadores.
Isto aconteceu mesmo no final dos anos 90. Nessa altura, o actual Presidente da Câmara que ao tempo era presidente da ADEPE e que estava empenhado no lançamento da “A COMPANHA”, exerceu enorme pressão junto da Câmara Municipal e do Ministério da Solidariedade Social, para conseguir fazer reverter a favor daquela nova instituição as instalações que então tinham ficado devolutas. A ideia tanto quanto me recordo era transformar aquele património em CENTRO DE DIA. A guerra de vontades entre o então Presidente da Câmara e o seu posterior sucessor foi mesmo de “cortar à faca”.
10 anos depois aquelas instalações estão num estado de degradação que agora poderá ser irreversível. O edifício é “terra de ninguém”.O principal litigante nessa contenda de então, é o agora Presidente da Câmara e não se conhece publicamente qualquer tomada de posição sobre o que ali não está a acontecer. A menos que o anúncio tenha sido feito numa festa promocional em Faro.
Eu sei que já existe a Universidade Sénior pelo que o centro de dia não será tão necessário. Mas continua a faltar um espaço para o Museu/Escola das Rendas de Bilros.
O que vai acontecer ali, naquele espaço, vai dizer respeito a todos nós. Esperemos para ver o que vai ser a vontade do patrão do espaço/penicheiro.

quarta-feira, maio 14, 2008

JORNAIS E JORNALISTASDesde muito novinho que me habituei aos Jornais e a quem os escrevia. Em casa de meus avós era o DN e o Século. Em casa de meus pais era o Diário Popular.
Quando passei a ter mesada dividia-me entre o Diário de Lisboa e a República.
Depois do 25 de Abril passei a deambular em função do que me motivava, ou do que me parecia ser sério ou com senso e ético.
Á medida que o capitalismo desenfreado deu lugar ao liberalismo vampiresco, cada vez se tornou mais difícil comprara e ler jornais. Pelo menos para mim que vomito quando pego no Correio da Manhã, ou que fico com enxaquecas só de olhar para o 24 Horas.
No sábado dia 10 de Maio comprei o Expresso, o DN, o Público, o JN, a Bola, o Record e o Jogo.
Se bem se recordam 10 de Maio foi o “Dia Seguinte” ao mais importante facto que aconteceu neste país em 2008. Foi o dia em que se souberam os resultados das punições que atingiram os agentes do futebol.
Curioso que os jornais generalistas ocuparam mais espaço com isso que os jornais desportivos. Para estes era o princípio do fim da galinha dos ovos de ouro. Há mesmo um desportivo que praticamente omite na 1ª página essa notícia.
Dos generalistas, existem dois que noticiam o assunto de forma mais soft. Refiro-me ao DN e ao JN. Porque será? Terá a ver com o grupo a que pertencem?
Gastei dinheiro em muitos jornais e fiquei a compreender melhor a lógica com que são feitos. Mas reafirmei o meu propósito de não confiar.

terça-feira, maio 13, 2008

221 ANOS
13 de Maio de 1787

Nasce em Peniche, no Largo da Lagoinha D. António Vicente Ferreira Viçoso.
Baptizado na Igreja da Ajuda.
Sendo de Peniche de Cima e da Freguesia da Ajuda só podia ser uma pessoa extraordinária.
Foi Bispo de Mariana no Brasil.
Humanista
Lutou pela defesa dos escravos.
Está em curso o seu processo de beatificação. Não que ser santo o torne melhor pessoa do que foi. Só lhe dá reconhecimento público.

segunda-feira, maio 12, 2008

DITADOS POPULARES

Tão ladrão é o que vai à horta, como o que fica à porta.

Tradução (segundo o dicionário de Bob Geldof)
Ladrão = Governo MPLA angolano
Horta = Angola
O que fica à porta = Sucessivos Governos Portugueses/BES e quejandos

domingo, maio 11, 2008

JOAQUIN SABINOOuçam a música deste autor/cantor de Espanha. Não há muitos discos (infelizmente) editados em Portugal. Mas a gente sempre pode ouvvir/ver no YouTube.