4 histórias
1ª
4 RINS
No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao
aluno e pergunta:
- Quantos rins temos
nós?
- Quatro! - responde o
aluno.
- Quatro?
–replica o professor, um arrogante, daqueles que
sentem prazer em gozar com os erros dos alunos.
- Tragam um fardo de
palha, pois temos um burro na sala. Ordena ao seu auxiliar.
- E para mim um
cafezinho! - pediu o aluno.
O professor ficou
furioso e expulsou-o da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly
(1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair, o aluno ainda teve a audácia de
corrigir o irritado mestre:
- O senhor me perguntou
quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é
uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o
capim.
Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
2ª
BOA RESPOSTA
Um mecânico está a desmontar a cabeça do motor de uma moto, quando vê
na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está a observar o
mecânico a trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- Bom dia, doutor, posso
fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto
surpreendido, concorda e aproxima-se da moto na qual o mecânico está a
trabalhar. O mecânico levanta-se e pergunta:
- Doutor, repare neste
motor. Eu abro-lhe o coração, tiro as válvulas, conserto-as, ponho-as no sítio
e fecho novamente, e, quando acabo, ele volta a trabalhar como se fosse novo.
Explique-me por que é que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando o nosso
trabalho é praticamente o mesmo!!
Então o cirurgião sorri,
inclina-se e diz baixinho ao mecânico:
- 'Você já tentou fazer
como eu faço, com o motor a trabalhar?'
Moral da História:
QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS
AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.
3ª
MUITA CALMA
Entra um senhor desesperado na farmácia e
grita:
- Rápido, dê-me algo
para a diarreia! Urgente!
O dono da farmácia, que
era novo no negócio, fica muito nervoso e dá-lhe um remédio errado: um remédio
para nervos. O senhor, com muita pressa, pega no remédio e vai embora.
Horas depois, chega
novamente o senhor que estava com diarreia e o farmacêutico diz-lhe:
- As minhas desculpas,
senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, em vez de
um para a diarreia. Como é que se sente?
O senhor responde:
- Cagado... mas tou
tranquilo.
Moral da História:
“POR MAIS DESESPERADA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS
SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".
4ª
PROBLEMA É SÉRIO
O sujeito vai ao
psiquiatra
- Doutor - diz ele -
estou com um problema: - De cada vez que estou na cama, acho que está alguém
debaixo dela. Vou para baixo da cama ver e parece-me que há alguém em cima
dela. P'ra baixo, p'ra cima, p'ra baixo, p'ra cima. Estou a ficar maluco!
- Muito bem. Eu trato de
si durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha cá três vezes por semana, e eu resolvo-lhe
o problema.
- E quanto me vai custar
isso? - pergunta o paciente.
- 75 € por sessão -
responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar -
conclui o sujeito.
Passados seis meses,
encontram-se na rua.
- Então, como tem
passado, por que é que nunca mais apareceu? - Pergunta o psiquiatra.
- A 75€ a consulta, três
vezes por semana, durante dois anos, ia-me ficar caro demais. Um indivíduo que
conheci no café curou-me por 10€.
- Ah sim? E como? -
Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por 10€ ele cortou os
pés da cama...
Moral da História:
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS
A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!