domingo, março 31, 2019

IMAGENS QUE MARCARAM UMA ÉPOCA


































quarta-feira, março 27, 2019


TRANSCRIÇÃO DE ARTIGO DE OPINIÃO

No espaço NET do “EXPRESSO” leio coisas interessantes que muitas vezes lamento que mais pessoas não leiam. Um desses casos foi com o artigo referido em baixo. Dei por mim a pensar, quem eram, onde estavam e para onde foram os Presidentes de Câmara que Peniche teve após o 25 de Abril. Não estou a fazer juízos de valor. Estou a pensar e mais nada. Leiam o que se segue e pensem no que está escrito. Sem ódios nem anátemas politico-partidários.

 

«Sobre a ‘fuga’ de Adolfo Mesquita Nunes

Henrique Monteiro

Li muitos textos acerca do até há pouco vice-presidente do CDS e sobre a sua opção de deixar o cargo de liderança no CDS para ocupar um lugar de administrador não executivo na GALP (onde ganhará não mais do que 42 mil euros anuais, ou seja, cerca de 1800 líquidos mensais, a 14 meses). Muitos acham mal que deserte para uma empresa. Outros, totalmente primários, acusam-no de se vender ao chamado grande capital.

Associo-me aos que lamentam a perda a tempo quase inteiro de um homem inteligente e culto na política. Mas gostava, não em defesa específica de Adolfo Mesquita Nunes, nem por ataque a ninguém em especial, de sublinhar algo que me parece óbvio. O jogo político português não só não retém os melhores como, pelo contrário, os despeja. A política portuguesa tornou-se infrequentável.

Recordo que muita gente boa a deixou e passou para atividades radicalmente diferentes. Desde logo, lembro-me de António Vitorino, uma mente brilhante. Mas recordo igualmente homens de ação com provas dadas, como Jorge Coelho ou Fernando Nogueira. Excelentes gestores, como Pires de Lima, Eduardo Catroga, Murteira Nabo, pessoas que pareciam talhadas para qualquer cargo político, como Jaime Gama, Luís Amado, Paulo Portas ou Lobo Xavier. De um modo ou de outro, com mais ou menos tempo passado nas causas públicas, partiram para outros projetos. Alinhei estes nomes sem esforço de memória, uma pequena pesquisa poderia devolver-me outros tantos e mais umas centenas.

Quem fica? Os profissionais da chicana, no geral pessoas a evitar. Os que não sabem mesmo fazer mais nada, por entre um punhado de gente dedicada que ainda resta para se sacrificar pelo país, e outro que espera a oportunidade recompensadora de se ir embora. O próprio Mesquita Nunes andava à volta da política (de assessor de Pedro Feist, vereador do CDS em Lisboa, com 25 anos, a secretário de Estado do Turismo no governo anterior). Mais uns tempos e era o perfeito burocrata, obrigado a curvar-se aos líderes, cheio dos trejeitos que dobram a cerviz.

Fugiu a tempo. Eu, que nem o conheço assim tão bem, dou-lhe os meus parabéns por o ter feito. Sempre fica mais um que, como quase todos os que referi atrás, falará com relativa liberdade, concorde-se ou não com ele.

E a todos os que criticam agora a opção de Mesquita Nunes, olhem para o que vai ficando na política. Continuem a apoiar demagogias sobre políticos, a acusá-los de ganhar muito, oponham-se a rever seriamente as formas de recompensa dos cargos, que é muito mais do que dinheiro; aplaudam os impropérios e insultos que sobre cada um cai; não distingam os sérios dos videirinhos e digam que são todos iguais.

Ou seja, continue-se o caminho, esta dança macabra. Quando damos por isso, temos líderes que não sabem se a Coreia do Norte é uma democracia, porque não sabem o que é uma democracia; aqueles que sempre apoiaram Maduro e as esquerdalhadas folclóricas, enquanto insultam tudo e todos com uma superioridade moral que só eles próprios reconhecem; grupos de tristes inchados e impantes porque são dirigentes de um partido mais à direita (mas que não se assume como direita) contentes com a ideia de que estão a fazer uma oposição que ninguém nota; e no centro da vida política, a família alargada que ocupa o Governo. Eis tudo o que nos resta.»

segunda-feira, março 25, 2019

ONTEM & HOJE
Situação: O fim das férias.
Ano 1964:
Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, ou passar esses 15 dias na praia do Castelo do Queijo, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar e os miúdos para as aulas.
Ano 2017:
Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.

Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1964:
Não se passa nada.
Ano 2017:
As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.

Situação: O Pedro está a pensar ir até à mata depois das aulas, Assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder cortar uns ramos e fazer uma fisga.
Ano 1964:
O professor vê, pergunta-lhe onde se vendem daquelas navalhas, e mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2017:
A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.

Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1964:
Os companheiros animam a luta, puxam por eles, e o Carlos ganha. Apertam as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2017:
A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar. O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar uma equipe de reportagem à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.

Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.
Ano 1964:
Mandam o Jaime falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2017:
Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.

Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1964:
O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem-sucedido.
Ano 2017:
Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.

Situação: O Zezinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A professora encontra-o sentado na berma da pista a chorar e abraça-o para o consolar.
Ano 1964:
Passado pouco tempo, o Zezinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2017:
A professora é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zezinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a professora por trauma emocional, ganhando ambos os processos.
A professora, no desemprego e cheia de dívidas, suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da professora por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.

Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro.
Ano 1964:
Depois de uns socos de parte a parte, levantam-se e vai cada um para sua casa. Amanhã são amigos.
Ano 2017:
A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude skinhead finge revoltar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.

Situação: Fazias uma asneira na sala de aula.
Ano 1964:
O professor espetava-te duas valentes lambadas bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque 'alguma deves ter feito'
Ano 2017:
Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 4.


sábado, março 23, 2019


um resto de sábado feliz…
e um domingo cheio de sol
A VELHINHA, O BALDE, A TINTA, OS FRANGOS E UM GANSO
Um fazendeiro resolveu ir a pé da cidade, de volta para sua fazenda.
No caminho, comprou um balde e um galão de tinta, dois frangos e um ganso vivo. Quando saiu, parou e ficou matutando sobre como levar as compras para casa.
Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma velhinha que lhe disse estar perdida e lhe perguntou:
- Pode me explicar como chegar até a Estrada das Andorinhas, 1603?
- Bem, minha fazenda fica próxima a esse local. Eu a levaria
até lá, mas ainda não resolvi como carregar tudo isto.
A velhinha sugeriu:
- Coloque o galão de tinta dentro do balde, carregue o balde em uma
das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.
- Muito obrigado, - disse o homem - é uma boa idéia.
A seguir, partiram os dois para o destino.
No caminho, ele disse:
- Vamos cortar caminho e pegar este atalho, pois economizaremos muito tempo.
A velhinha o olhou cautelosamente e disse:
- Eu sou uma viúva solitária e não tenho marido para me defender. Como saberei se quando estivermos no atalho você não avançará em cima de mim e levantará minha saia para fazer amor comigo?
- Impossível, estou carregando um balde, um galão de tinta, dois
frangos e um ganso vivos. Como eu poderia fazer isso com tanta coisa nas mãos, sendo que se soltar as aves elas fugirão?
- Muito simples: coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido
sobre ele, coloque o galão sobre o balde e eu seguro os frangos…


Um indivíduo chega a casa mais cedo e surpreende a mulher nua em cima da cama. Desconfiado começa a procurar o provável amante, vê debaixo da cama, nada, vê atrás da porta, ninguém, abre o armário e dá de caras com um rapaz alto, louro e bonito.
O que é que você está a fazer aí? - pergunta ele enfurecido.
Ahn... humm... eu vim desparasitar o armário... - gagueja o rapaz.
- As traças estão a comer as roupas todas!
- Mas... todo nú?
- Está a ver? já comeram a minha roupa também!



Um miúdo índio perguntava ao pai:
- Por que é que os nomes dos índios são diferentes dos das outras pessoas?
- Sabes, na nossa raça damos os nomes às crianças consoante determinados acontecimentos. Tua irmã que nasceu numa noite de Lua Nova, chama-se Lua Nova, teu irmão chama-se Cavalo Sentado porque quando nasceu estava um cavalo sentado à porta da nossa tenda. Percebeste, Preservativo Roto?

um resto de sábado feliz…

e um domingo cheio de sol

A VELHINHA, O BALDE, A TINTA, OS FRANGOS E UM GANSO

Um fazendeiro resolveu ir a pé da cidade, de volta para sua fazenda.
No caminho, comprou um balde e um galão de tinta, dois frangos e um ganso vivo. Quando saiu, parou e ficou matutando sobre como levar as compras para casa.
Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma velhinha que lhe disse estar perdida e lhe perguntou:
- Pode me explicar como chegar até a Estrada das Andorinhas, 1603?
- Bem, minha fazenda fica próxima a esse local. Eu a levaria
até lá, mas ainda não resolvi como carregar tudo isto.
A velhinha sugeriu:
- Coloque o galão de tinta dentro do balde, carregue o balde em uma
das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.
- Muito obrigado, - disse o homem - é uma boa idéia.
A seguir, partiram os dois para o destino.
No caminho, ele disse:
- Vamos cortar caminho e pegar este atalho, pois economizaremos muito tempo.
A velhinha o olhou cautelosamente e disse:
- Eu sou uma viúva solitária e não tenho marido para me defender. Como saberei se quando estivermos no atalho você não avançará em cima de mim e levantará minha saia para fazer amor comigo?
- Impossível, estou carregando um balde, um galão de tinta, dois
frangos e um ganso vivos. Como eu poderia fazer isso com tanta coisa nas mãos, sendo que se soltar as aves elas fugirão?
- Muito simples: coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido
sobre ele, coloque o galão sobre o balde e eu seguro os frangos…




Um indivíduo chega a casa mais cedo e surpreende a mulher nua em cima da cama. Desconfiado começa a procurar o provável amante, vê debaixo da cama, nada, vê atrás da porta, ninguém, abre o armário e dá de caras com um rapaz alto, louro e bonito.
O que é que você está a fazer aí? - pergunta ele enfurecido.
Ahn... humm... eu vim desparasitar o armário... - gagueja o rapaz.
- As traças estão a comer as roupas todas!
- Mas... todo nú?
- Está a ver? já comeram a minha roupa também!




Um miúdo índio perguntava ao pai:
- Por que é que os nomes dos índios são diferentes dos das outras pessoas?
- Sabes, na nossa raça damos os nomes às crianças consoante determinados acontecimentos. Tua irmã que nasceu numa noite de Lua Nova, chama-se Lua Nova, teu irmão chama-se Cavalo Sentado porque quando nasceu estava um cavalo sentado à porta da nossa tenda. Percebeste, Preservativo Roto?

 

 

sexta-feira, março 22, 2019


CONAN OSÍRIS – TELEMÓVEIS

Não compreendo. Logo não gosto. Isto é, existem coisas que não compreendo mas de que gosto. Desta canção, desta interpretação, desta coreografia não gosto.

Se calhar tem a ver com a minha idade. Ou com a minha falta de educação musical.

Não me surpreenderá uma boa prestação do intérprete. Como não me chocará um resultado menos bom.

Por mais que tente gostar, não gosto. E acredito que o tal de Conan terá tido trabalho e feito um esforço muito grande para atingir o resultado que obteve a nível desta província europeia. Dou-lhe os meus parabéns por isso.

Espanta-me a unanimidade na votação das pessoas e do Júri. Afinal sou eu definitivamente que estou deslocado. Ao não gostar isolei-me. Ao não gostar vieram ao de cima as minhas profundas raízes reacionárias. Sou um contra-corrente. Lamento dizê-lo.

Gostava de conseguir gostar, mas não gosto.

Mais, não sei se desejo boa sorte ao intérprete. Primeiro porque percebo a relutância daqueles que estão contra a realização deste concurso de canções numa cidade onde uma parte da população é banida. Depois porque gostaria que quem já ouviu Amália, Fred Mercury, Piaf, Serrat,  e tantos, tantos outros, tivesse a possibilidade de ver e ouvir algo mais do que telemóveis a partirem-se.

Haja o que houver Osiris também para vocês.  

quarta-feira, março 20, 2019


O FACEBOOK E DEPENAR GALINHAS
Direis vós: - desta é que este “gajo” enlouqueceu. De facto o que é que uma coisa tem a ver com a outra. Os mais velhos (mais de 65 anos) recordam-se de uma história que vinha num dos nossos livros de leitura.
Contava que uma velha, depois da matar a galinha que iria ser a sua refeição e a dos filhos e netos, sentindo muito calor em casa, decidiu ir para um monte perto da sua casa depenar a galinha. Como estava muito vento as penas espalhavam-se em todas as direcções. Estava a velha nisto quando a certa altura apareceu uma das filhas e lhe contou que a vizinha Micas andava enrolada com o patrão das irmãs. Que quem lhe contou isso foi fulana e cicrana e que lhe trejuraram que era verdade, verdadinha. A mãe ouviu e no final disse à filha:
- Júlia faz-me um favor vai por esses campos fora e apanha-me as penas desta maldita galinha que têm voado por todo o lado e eu quero fazer uma almofada com elas.
Ao que a filha lhe respondeu:
- Mãe! Vossemecê não está boa de cabeça. Com este vento como vou poder apanhar estas penas? – Ao que a mãe respondeu:
- Assim são os boatos minha filha. Uma vez saídos boca fora ninguém mais os apanhará.
E ainda me perguntais a diferença entre o facebook e depenar galinhas?  

segunda-feira, março 18, 2019


AINDA O PAVILHÃO MULTIUSOS

Gerou alguma controvérsia o que escrevi sobre o PM. Que me chegou de múltiplas formas..

Primeiro porque tendo eu sido um indefectível desde a 1ª hora da candidatura do HB (fazendo mesmo parte integrante da sua lista à CM ainda que como último dos suplentes), não parece muito coerente a minha crítica.

Eu não reivindico para mim alguma informação privilegiada sobre os propósitos do executivo camarário. Assim mesmo é. E assim mesmo pugno para que continue a ser.

Sou um cidadão comum que acompanha através da informação publicada o que se vai passando. O Jornal local é uma das minhas fontes. Raramente leio as actas da Câmara e da Assembleia Municipal. O atraso com que são publicadas fazem-me perder qualquer interesse por elas, a não ser que exista algum assunto específico que pretenda “vasculhar”.

Ora foi sobre o que li que me pronunciei. Mantenho as minhas reservas e mesmo a minha oposição a que sejam os BVP os parceiros nesta matéria. Por uma questão de principio e de reciprocidade de atitudes. Mas não me quero alargar sobre esta minha posição. Já disse tudo o que queria dizer.

Reconheço que em relação e este assunto em particular eu não possua toda a informação que deveria ter. E que isso me poderia fazer alterar algumas reservas em relação à edificação de um Pavilhão Multiusos.

Mas reafirmo aqui que em assunto de tal importância o Grupo de Cidadãos Independentes deveria ter informado a população em geral sobre o seu propósito, as responsabilidades que isso acarreta para os cidadãos de Peniche e a sua interpretação das razões que efectivamente terão levado a oposição a uma obstrução pura e simples da iniciativa.

Não sou ingénuo. Não duvido de que PCP/PSD/PS tudo farão para obstruir toda e qualquer iniciativa que o executivo de Henrique Bertino trace para dar algum fulgor ao Município de Peniche.

Nos últimos 30/40 anos para além da Barragem e da Escola da Atouguia não se vislumbra no Concelho de Peniche nenhuma medida estrutural que o lance em novas perspectivas de desenvolvimento

Não foi por acaso que os cidadão deste Concelho acabaram com este triunvirato de penachos e vaidades e elegeram uma nova forma de fazer política autárquica, mais próxima dos cidadãos e das suas necessidades mais prementes.

Esta é mais uma razão para manter informados os cidadãos sobre o que se pensa, o que se está a fazer e o que se pretende fazer. E mais: - Que obstruções se têm encontrado que inviabilizam o que se acredita será melhor para servir os interesses gerais. Sem ficar submetido aos interesses particulares.

Continuo a acreditar nos cidadãos que contribui para que fossem eleitos nas últimas autárquicas. Mas como cidadão comum gostava de saber mais até para melhor os poder defender.

sábado, março 16, 2019


BOM FIM-DE-SEMANA
Viajavam no mesmo compartimento de um comboio, um português, um espanhol, uma loira espectacular e uma gorda enorme.
Depois de uns minutos de viagem, o comboio passa por um túnel e ouve-se uma chapada.
Ao saírem do túnel, o espanhol tinha um vermelhão na cara.
A loira espectacular pensou: ... este filho da puta do espanhol queria-me apalpar, enganou-se, apalpou a gorda e ela deu-lhe uma chapada.
A gorda enorme pensou: ... o filho da puta do espanhol apalpou a loira e ela mandou-lhe uma chapada.
O espanhol pensou: ... este sacana do português apalpou a loira, ela enganou-se e mandou-me uma chapada.
E o português pensou: ... oxalá venha outro túnel para poder mandar mais uma chapada ao cabrão do espanhol …

O bombeiro, depois de um dia exaustivo de trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas, chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. A mulher, que estava no quarto, gritou:
-Não João Carlos, não acendas a luz que eu estou a morrer de dor de cabeça.
E antes que ele pudesse dar mais um passo, ela gritou ainda mais:
-Pelo amor de Deus, não acendas a luz, que tou com uma enxaqueca das grandes!
Ele tirou a roupa mesmo ás escuras, enquanto a mulher gemia e gritava:
-Não acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda piora!
E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a vestir-se , no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que estava de serviço.
O farmacêutico, que via o homem passando por ali, reconheceu-o e disse:
-Oiça, o senhor não é bombeiro?
-Sou...
-E o que é que está a fazer com essa roupa de guarda-noturno?

Funcionário publico
Numa entrevista de emprego numa repartição pública, o chefe pergunta:
- O senhor já sofreu algum acidente grave?
- Sim. Quando servia o exército, participei numa batalha simulada e um tiro atingiu os meus tes..tículos. Tive que extraí-los!
- Santo Deus! - Exclamou o entrevistador, sem conseguir disfarçar a piedade.
- Bem, o emprego é seu! Nós chegamos sempre às 8, mas o senhor pode chegar às 10. Tudo bem...
- Mas por que eu vou ter esse privilégio?
- É que, o senhor sabe como é... Repartição pública... O pessoal fica sempre a coçar os tomates duas horas antes de começar a trabalhar!




sexta-feira, março 15, 2019


AS ELEIÇÕES EUROPEIAS DE 2019

O que é que se alterou das últimas eleições da União Europeias até agora? Sentimos a Europa mais próxima de nós? Em que é que os deputados europeus eleitos em Portugal nos aproximaram de um conhecimento e de uma maior aproximação à Europa dos 27?

As cúpulas partidárias constroem as suas listas a estas eleições para resolverem problemas internos sejam eles quais forem. Em circunstância alguma o cidadão comum interessado mesmo que minimamente pela causa europeia se sentiu próximo quer dos candidatos, quer posteriormente sobre o que por lá andam a fazer. Deste último mandato tenho memória da troika e de nos dizerem para não sermos perdulários, e para não nos dedicarmos às mulheres e ao vinho.

Antigamente dizia-se que de Espanha nem bom vento, nem bom casamento. Agora parece ser a Europa toda ela que encerra esse mal-estar. Serve para ganhar dinheiro mas não presta para viver.

Os ingleses com todo o seu pretensiosismo sabem-na toda. Querem o que a Europa tem para dar, mas não estão dispostos a partilhar o que é seu. E toda a Europa se “acagaça” com as decisões do Parlamento inglês.

Nós aqui em Portugal limita-nos a ver “a banda passar”. Não fui convidado nunca a manifestar-me sobre se desejava aderir à UE. Muito menos ao Euro. Quem o fez que desate este nó.

Claro que irei votar. Esse é um direito de que não abdico. Mas recuso-me a participar nesta contra-dança optando por quem quer que nunca optou por mim e pelo que penso. Portanto tomem lá o meu VOTO EM BRANCO.

quarta-feira, março 13, 2019


ESTOU DOENTE…

Não me refiro propriamente a uma doença física daquelas mais evidentes. Refiro-me a um mal espiritual, ou psíquico. Fiquei pessimamente ao ler a última “A Voz do Mar”.

A minha esperança é que a Luísa Inês fosse uma jornalista ou “aldrabona” ou mal informada. Mas o que ela escreveu corresponde à verdade. Infelizmente.

Refiro-me a uma proposta feita pelo executivo municipal que apoiei no sentido da construção de um Pavilhão Multiusus em circunstâncias completamente absurdas. Haja deus que os partidos representados na CMP e que se encontram na oposição goraram este propósito demente.

Só posso crer que os cidadãos independentes que constituem o grupo que ganhou as eleições autárquicas estejam cansados. E o cansaço impede-lhes o raciocínio.

Divido a minha análise em 2 partes.

Na primeira refiro-me aos BVP que receberam de mão beijada (oferta da CMP) os terrenos que constituíam o espaço em que foi construído o Quartel junto à Associação.

Depois consideraram ser necessário ampliar esse espaço e a CMP cedeu-lhes o espaço onde se situa o actual quartel. Mas não devolveram à CMP os 1ºs terrenos. Agora faziam negócio com a Câmara com os terrenos que esta cedeu, sem perderem a propriedade desses terrenos e afundando a Câmara em dividas para algo que nunca seria seu. Nem a EDP faz tão bons negócios.

No que diz respeito à Câmara: Pagaria integralmente a construção de algo que nunca seria seu num terreno que ofereceu. Para além disso pagaria uma renda mensal principesca pela utilização do que pagou, num terreno que era seu, sem nunca retomar a propriedade desse bem.

A Câmara dispõe de terrenos seus onde pode construir um multiusos se se considerar uma estrutura importante. Para isso deve negociar-se com todos os partidos e mesmo até requerer a um referendo ilustrativo da vontade dos munícipes. Se os dinheiros necessários vão atravessar mais de 20 anos é bom que todos assumamos a despesa.

Depois o bem é propriedade definitiva da Câmara Municipal.

Exemplo de uma estrutura idêntica? As piscinas Municipais.

Lamento profundamente ter escrito o que acabais de ler. Alguém se comportou mal neste assunto e em minha opinião não foi quem se lhe opôs.

É importante parar para repensar. Afinal hipoteca o futuro de Peniche quem não dimensiona o presente.

        

sábado, março 09, 2019


 PORQUE É QUE A DEPRESSÃO MASCULINA É UMA RARIDADE  ???
VALE A PENA LER  !!! PARA MELHOR COMPREENDER…

 Segundo um relatório que esta semana foi entregue no Conselho de Altos Estudos Científicos da Universidade do Michigan (U.S.A.), o resultado duma pesquisa liderada pelo famoso Prof. Dr. Morris A. Benson, apresenta o seguinte parecer final:

Porque é rara a depressão masculina?
* Não engravidam.
*Os mecânicos não lhes mentem...
*Nunca precisam procurar outra área de Serviços para encontrar uma casa-de-banho limpa.
*Rugas são traços de carácter...
*Barriga é prosperidade!
*Cabelos brancos são charmosos...
*Os sapatos não lhes apertam nos pés.
*Conseguem ir sozinhos à casa-de-banho
*As conversas pelo telefone só duram 30 segundos.
*Para férias de 5 dias, apenas levam uma mochila.
*Se na mesma festa aparecer outro com uma roupa igual, não há problema.
*Cera quente nem cheiro.
*Ficam a assistir a um programa de televisão com um amigo, em total silêncio, durante várias horas, sem ter que pensar: "Ele já deve estar cansado da minha companhia"
*Se alguém se esquece de os convidar para alguma festa, continua a ser seu amigo.
*A roupa íntima que usa pode custar no máximo 20 euros (em pacotes de 3).
*Três pares de sapatos chegam e sobram.
*São incapazes de perceber que a roupa está amarrotada.
*Usam o mesmo corte de cabelo durante anos, aliás décadas, sem problemas.
*Meia dúzia de cervejas geladas e um jogo de futebol na televisão são o suficiente para passarem horas divertidos.
*Os Shoppings Centers não lhes fazem falta nenhuma.
*Podem deixar crescer o bigode.
*Se um amigo lhes chamar gordo, careca, velhadas, etc, isso não lhes abala em nada a amizade. Aliás, é prova de uma grande amizade.
*São capazes comprar os presentes de Natal para 25 pessoas, no dia 24 de Dezembro em, no máximo, 25 minutos!
*Para um churrasco, só precisam de carvão, carne, sal grosso, uma faca e uma tábua e, no máximo umas calças, para limpar os dedos sujos de gordura.

E o melhor, é que é tudo verdade...

sexta-feira, março 08, 2019

UMA DICA… TALVEZ ÍTIL
PRECAUÇÃO AO USAR MULTIBANCO
* Ao retirar dinheiro do MULTIBANCO :
* Pressione o botão "cancelar" duas vezes   ,  antes de inserir o cartão.
*Se alguém configurou o teclado para roubar  o seu código PIN,
  Isso cancelará essa configuração.

Faça disso um hábito em cada transação que fizer.



quarta-feira, março 06, 2019


SER OU NÃO SER PIRATA
Já que se fala tanto aqui no burgo em falta de segurança, vamos imaginar que supostamente um assaltante nos invade a casa sem nós sabermos. Em vez de procurar ouro, jóias ou dinheiro o que procura são os nossos portáteis e a nossa correspondência. Vamos pensar ainda que na nossa história a pessoa assaltada é um patife. E que ao longo do tempo foi acumulando riqueza à custa de aldrabices. O assaltante depois de nos roubar documentos que provam a nossa aldrabice e de os vender a quem der mais, decide publicar as provas de que somos uns malandros.
Ainda e por absurdo digamos que um de nós por meios ilícitos adquiriu uma grande fortuna. Tão grande que dá para alugar um portentoso iate para onde convidamos amigas e amigos num cruzeiro. Durante a nossa viagem um pirata assalta-nos e rouba-nos. E ainda se dá ao luxo de vender os bens roubados e publica-a alguns deles que provam que eu sou um grande malandro
A minha questão é esta. Por ter sido assaltado deixei de ser malandro e vígaro? NÃO!!!
E o ladrão que me assaltou é um anjo? Pirata é pirata utilize ele os meios que utilizar.
Aquilo a que assistimos com televisões a transmitirem em directo a sentença de um país 3º sobre um pirata com cara de anjo e a entrevistarem-no dando-lhe o direito de se apresentar como o arcanjo serafim envergonha o meu país.
Existem aqui 2 crimes. O de quem roubou e o de quem beneficiou com esse roubo. O pirata é criminoso. Bem pode ele acusar a polícia do seu país. Ele sabe lá se a relação entre os polícias e os ladrões faz parte de uma estratégia montada para melhor apanhar os ladrões?
O pirata com cara de anjo é um ladrão que invade a casa dos outros para beneficiar das suas torpezas.
Julgar uns e outros é obrigação do Estado Português. Ou então podemos considerar o pirata com cara de anjo em situação equivalente aos dos agressores na violência doméstica e isentá-lo de culpas.
Vivemos num período de muito difícil compreensão.  

segunda-feira, março 04, 2019


NEWTON
Com a pedagogia apropriada, todos podem entender a matemática ou a física - tal como uma imagem valer mais que mil palavras

Eis uma explicação lógica para a série de pêndulos de Newton :
Note-se como é fácil de entender:
A questão é:  porque  não nos ensinaram física desta forma?

sexta-feira, março 01, 2019

O CARNAVAL ESTÁ AÍ
(como se ele alguma vez tivesse saído de cá)





quarta-feira, fevereiro 27, 2019


TORRES VEDRAS E A SANTA

Ouvi na TV um putativo artista plástico do carnaval de Torres Vedras, que a retirada de uma auto designada “obra de arte sua” do local em que se encontrava exposta naquela cidade seria (?) uma violação do princípio sagrado da LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

Isto será o carnaval de Torres no seu melhor, ou mais um sinal dos tempos perturbados que hoje se vivem em todo o lado?

É que tenho para mim que o meu direito à Liberdade cessa quando se inicia o direito à Liberdade do outro.

É fácil hoje colocar em causa a religião dos outros (ou a falta dela). Ser religioso (acreditar em Deus) é uma questão de Fé que cada um pode assumir para si, tanto como sonhar ou viver com a crença de que ter saúde, justiça ou educação é um direito inato ao acto de nascer, seja qual for a cor da sua pele ou a sua condição de nascimento.

Como pois pode ser natural apoucar ou achincalhar esses direitos?

É hoje assumido por largas camadas de população que se pode

mudar de mulher, de religião, de partido político ou de apetência por empregos, não se pode é mudar de clube.

Quando se confundem assim as coisas é porque atingimos limites nos princípios base da nossa cultura. A civilização ocidental/europeia parece ter encontrado o seu ponto de não-retorno.

Para quem andou na Escola isto é muito semelhante ao que aconteceu com o termo de outros impérios e civilizações.

Acredito que existem condições para poder acreditar num renascimento. Assim as pessoas parem um pouco para pensar que não vivem sós.

segunda-feira, fevereiro 25, 2019


ESTOU AQUI…
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,

Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia

Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia,

 

O Tejo tem grandes navios

E navega nele ainda,

Para os que vêem em tudo o que lá não está,

A memória das naus.

… … … …

Pelo Tejo vai-se para o Mundo.

Para além do Tejo há a América

E a fortuna daqueles que a encontram.

Ninguém nunca pensou no que há para além

Do rio da minha aldeia.

 

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.

Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
                          Alberto Caeiro

sábado, fevereiro 23, 2019

3 FIGURAS QUASE RUPESTRES E + 1 PEQUENA HISTÓRIA


Um rapaz ,que tinha uma namorada que se chamava Wendy, gostava tanto dela que tatuou na pilinha o nome dela, Wendy mas só se lia o nome inteiro quando estava em erecção, porque em estado normal só se lia WY. Um dia foi a um WC publico, dá com um preto a fazer chichi ao lado, e lê-lhe WY.
Pergunta-lhe: «Tu também conheces a Wendy?». Responde o preto: «Não! Eu tenho escrito:
Welcome to Jamaica and have a nice daY».



sexta-feira, fevereiro 22, 2019


CANSEI-ME

Leonardo Haberkorn, jornalista e escritor, era professor numa universidade de Montevideo.  Deixou o ensino, que antes o apaixonava, e explica porquê.

"Depois de muitos e muitos anos, hoje dei a última aula na Universidade.

Cansei-me de lutar contra os telemóveis, contra o whatsapp e contra o facebook. Ganharam-me. Rendo-me. Atiro a toalha ao chão.Cansei-me de falar de assuntos que me apaixonam perante jovens que não conseguem desviar a vista do telemóvel que não pára de receber selfies.

Claro que nem todos são assim. Mas cada vez são mais

Até há três ou quatro anos a advertência para deixar o telemóvel de lado durante 90 minutos, ainda que fosse só para não serem mal-educados, ainda tinha algum efeito.

Agora não. Pode ser que seja eu, que me desgastei demasiado no combate. Ou que esteja a fazer algo mal.

Mas há algo certo: muitos desses jovens não têm consciência do efeito ofensivo e doloroso do que fazem. Além disso, cada vez é mais difícil explicar como funciona o jornalismo a pessoas que o não consomem nem vêem sentido em estar informadas.

Esta semana foi tratado o tema Venezuela. Só uma estudante entre 20 conseguiu explicar o básico do conflito. O muito básico. O resto não fazia a mais pequena ideia. Perguntei-lhes (...) o que se passa na Síria? Silêncio. Que partido é mais liberal ou que está mais à 'esquerda' nos Estados Unidos, os democratas ou os republicanos? Silêncio. Sabem quem é Vargas Llosa? 

Alguém leu algum dos seus livros? Não, ninguém! Lamento que os jovens não possam deixar o telemóvel, nem na aula. Levar pessoas tão desinformadas para o jornalismo é complicado.

É como ensinar botânica a alguém que vem de um planeta onde não existem vegetais. Num exercício em que deviam sair para procurar uma notícia na rua, uma estudante regressou com a notícia de que se vendiam, ainda, jornais e revista na rua.

Estes jovens, que continuam a ter inteligência, simpatia e afabilidade, foram enganados, a culpa não é só deles. A incultura, o desinteresse e a alienação não nasceram com eles.

Foram-lhes matando a curiosidade e, cada professor que deixou de lhes corrigir as faltas de ortografia, ensinou-lhes que tudo é mais ou menos o mesmo. Então, quando compreendemos que eles também são vítimas, quase sem darmos conta vamos baixando a guarda.

E o mau é aprovado como medíocre e o medíocre passa por bom, e o bom, as poucas vezes que acontece, celebra-se como se fosse brilhante. Não quero fazer parte deste círculo perverso. Nunca fui assim e não serei assim.

O que faço sempre fiz questão de o fazer bem. O melhor possível. E não suporto o desinteresse face a cada pergunta que faço e para a qual a resposta é o silêncio. Silêncio. Silêncio. Silêncio. Eles queriam que a aula terminasse. Eu também."  

 

 

quinta-feira, fevereiro 21, 2019

REFLEXÃO E PAZ
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo… Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura…
                                                       Alberto Caeiro





quarta-feira, fevereiro 20, 2019

PRESIDENTE DE UM DOS SINDICATO DOS ENFERMEIROS EM GREVE DE FOME
A partir de hoje ao meio-dia…
PORQUE É QUE EU SOU DE OPINIÃO QUE O QUE ELE QUER É FAZER DIETA?
foto de correio da manhãTV

quinta-feira, fevereiro 14, 2019


ESTOU CHATEADO!
Tenho descontado para a ADSE uma percentagem do meu ordenado desde há mais de 50 anos. E agora uma parte importante das formas de atendimento na saúde que tanto me importa quando chego a velho, parece estar a esboroar-se, com a denúncia de protocolos pelos gigantes milionários da saúde, que pretendem mais e mais lucros.
Aqueles que são responsáveis pela evolução dao sector mais im portante do desenvolvimento humano (a educação), entraram em crescendo nas suas guerras promovidas com objectivos inconfessáveis promovidos por quem há muito deixou de se4r professor.
Ainda na saúde, médicos e enfermeiros entraram em rota contra já nem eles sabem o quê criando dificuldades a uma vida com dignidade aos mais vulneráveis da sociedade portuguesa, velhos, pobres e doentes.
Os mesmos juízes que libertam agressores utilizando de forma espúria citações bíblicas, engrossam os clamores grevistas sujeitando a já morosa justiça nacional a atrasos que só serão vencidos se o Estado lhes der mais dinheiro.
Os políticos tornaram-se vendilhões de interesses e cada vez mais afastaram-se de ideais da felicidade humana, tornando cada vez mais difícil acreditar e votar neles.
Os grandes ladrões da sociedade portuguesa, de políticos a banqueiros pavoneiam-se enquanto os que roubam migalhas são julgados e presos.
Os refugiados e pretos e amarelos são ostracizados e em alguns casos submetidas a uma prática de escravatura miserável e tão bem montada que é difícil percebê-la.
Estou chateado! Este não é o país que sonhei em jovem e que julguei poder materializar-se a 25 de Abril de 1974.  
Estou enojado! Estou a ficar sem forças. Estou chateado sim senhor.
 

segunda-feira, fevereiro 11, 2019


ANÁLISE & BOCARRAS

Ninguém sabe nada do que acontece depois da morte. Esquecemos que sabemos pouco do que é mais importante antes da morte. A vida!

Frei Bento Domingues O.P.

A leitura da última “A Voz do Mar” trouxe-me novas surpresas. Notícias de gente pequenina e dos habituais titulares das notícias assustadores, que uns e outros acreditam que fazem render votos em eleições futuras.´

Pretendem os nossos politiqueiros “pé-de-chinelo” que se vive um ambiente de insegurança na cidade de Peniche. Ao espelho uns dos outros surge uma exposição (abaixo-assinado) sobre o mesma tema promovida por cidadãos preocupados (?) desta cidade.

Entretanto o comando da PSP faz publicar um relatório sobre a criminalidade em Peniche no ano de 2018 que desmonta os factos alarmantes produzidos.

Facto 1 – Um cidadão foi violentamente agredido em sua casa por desconhecidos com o objectivo de o assaltarem. Situação gravíssima, imprevisível e de todo impossível de prevenir.

Facto 2 – Ao tempo do PSD na Câmara e na Assembleia Municipal foram assassinadas 2 pessoas que eu muito prezava. Manel do Ambassador e a Gisela quando estava na sua lojinha na Atouguia.

O 1º foi meu aluno e a 2ª aprendeu costura com a minha mãe e andou comigo ao colo.

Facto 3 – Não me consta que perante as situações ocorridas em 2 tivessem havido abaixo-assinados nem cartas ao MAI. Será que um assassínio será menos grave que uma agressão?

 

Percebo que na altura não existiam facebooks. Sem necessitar de muito esforço posso recordar-me de outros graves crimes ocorridos em Peniche. Sem que tenha havido esta movimentação política e social. É fácil acusar de inépcia as forças de segurança. Dificil é conseguir com os meios que existem ir mais longe.

E uma agressão ou um assassínio são sempre fruto da animalidade do Homem e não das condições que se consigam criar para as evitar. Embora seja importante que elas existam.

Ao meu querido primo aconselho veementemente a leitura dos textos do Papa Francisco e a busca da sua aplicabilidade prática entre os cidadãos de Peniche. Não é o ódio nem a raiva nem a inveja que são geradores de uma natureza humana mais tolerante e solidária.      

domingo, fevereiro 10, 2019

2 HISTÓRIAS E UM RECITAL
Estavam dois homens numa sala de espera de um médico. O 1º homem pergunta ao outro:
"Qual é o teu problema?"
E o outro responde dizendo que tem um risco azul a volta do sexo, ao que o primeiro responde:
"Isso tem graça, eu também tenho um risco mas é vermelho."
Entretanto o médico chama o primeiro homem, passados 2 minutos ele sai todo contente e diz:
"Não te preocupes, isso não é nada." e sai.
O 2º homem entra e o médico manda-o baixar as calças, após uma longa observação o médico diz:
"Tenho muita pena mas vou ter de lho amputar."
E logo o homem pergunta:
"Mas o outro gajo disse que não havia nada de especial!"
"Sim." diz o médico "Mas existe uma grande diferença entre batom e gangrena."







Um guarda-noturno trabalhava numa empresa especializada em lapidação de diamantes.
 Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na noite anterior.
Disse que o avião que ele viajaria com destino à Rússia sofreria um acidente e, em conseqüência, todos os passageiros morreriam.
Seu chefe, jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões.
Assustado com a informação do empregado, decidiu cancelar o vôo.
Três dias mais tarde, leu nas manchetes dos principais jornais que aquele avião caíra no mar e, até o momento, não havia notícias de sobreviventes...!
Imediatamente chamou o guarda-noturno, mostrou a notícia do jornal, agradeceu efusivamente pelo aviso que lhe salvara a vida e, a seguir, sem nenhuma explicação, despediu-o da companhia.

O guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois de salvar a vida do seu chefe.
Pergunta:
- Por que o guarda foi mandado embora?

Não leia a resposta abaixo...
Pense um pouco...

    
Resposta:
O empregado era guarda-noturno. Se ele teve um sonho à noite e contou logo pela manhã, é porque estava dormindo em serviço...!
 Conclusão:
Chefe é chefe... Por melhor que você seja e por mais que você faça, você nunca agrada.
Então,
DEIXE O CHEFE MORRER…


O CONCERTO…

https://www.youtube.com/watch?v=aUeysGoPFTk  













sexta-feira, fevereiro 08, 2019


NOVOS HORIZONTES

Por razões de ordem pessoal tive de me deslocar ao Cartório Paroquial. Na 2ª vez que lá fui coincidiu com a passagem da redacção de “A Voz do Mar” para o gabinete que anteriormente era o local onde funcionava todo o pulmão da paróquia. Lá estava a funcionária administrativa do jornal e a jornalista Luísa Inês que se desdobrava em novas ligações para o PC.

Passou então por mim num flash a figura do Luiz Costa, do Sá, do Seara e da figura tutelar do Monsenhor Bastos. Comecei a escrever no jornal de forma dispersa com os meus 15 anos. Não era fácil na década de 50, de 60 e nos primórdios de 70 do século passado alimentar um jornal que se pretendia então eclético e global. Mas foi um marco para os nossos emigrantes e para os nossos soldados em África. Para os que estavam fora em trabalho ou a lutar na guerra, as páginas dos casamentos e dos baptizados, bem como a necrologia, permitia perceber as alterações sociais do nosso concelho.

Eu fui crescendo, fui estudar para fora e entrei numa busca de conhecimento e de descoberta interior que a breve trecho me tornaram num “agitador social”.

Então, às 3ªs Feiras o pessoal estudante de Peniche juntava-se à noite no café do Império e ali trocava as últimas e preparava o que considerávamos importante para despertar politica e socialmente a nossa terra. Foi ali que nasceu a ideia de procurarmos ter uma página nossa onde expúnhamos os nossos pontos de vista. Ficaram como estrategas e “escribas” dessa página eu próprio, o Adelino Leitão, o Rui Lino e o Carlos Vital. Teríamos que convencer o Sá e o Prof. Seara a aceitarem-nos e aos nossos propósitos mais naif.

A página foi aceite com muitas recomendações de cautela não fosse a “Censura Prévia” tecê-las.

O nome já vocês adivinharam, pretensiosa como nós: “Novos Horizontes”. E assim se manteve durante um ano. Até que a tropa, o final dos cursos para alguns de nós e as pressões da PIDE junto do Prof. Seara, levaram ao seu termo.

Tenho saudades desse tempo pelos meus anseios jornalísticos. E tudo isto me veio à memória no Cartório Paroquial de Peniche. E agora repare. De todos os envolvidos nesta história cujo nome citei, só resto eu vivo. O que fiz para merecer esta longevidade?

terça-feira, fevereiro 05, 2019


A VENEZUELA

Foi nos idos de 1963 que ouvi falar mais particularmente deste país que eu só sabia ficar na América do Sul. O pai de um colega meu amigo do IIL estava lá emigrado. Eles eram todos algarvios de Olhão. Dizia-me o meu amigo que tinha sido uma aposta do pai na altura e que ele estava bem.

A partir daí sempre que se falava da Venezuela eu tinha aquela referência e prestava mais atenção. De facto perdi de vista o meu colega e portanto nunca mais soube do pai dele. Mas a referência ficou cá.

A América Latina terá sido sempre uma zona do continente americano que de alguma forma me fascinou. Desde logo o Brasil. Depois Cuba com Fidel e Che e todo aquele povo lutador. As tentativas de libertação de S. Salvador, Colômbia, Bolívia e a minha (alguma) simpatia pelo que lá se passava. Mas a informação que eu tinha era muito dispersa e sempre com fontes que não seriam as melhores.

 Ultimamente o Brasil foi notícia nem sempre pelos melhores motivos. E agora a Venezuela. Com o drama que sentem todos os que lá vivem. Aquele povo é tratado com o bonecos que se manipulam ao sabor dos interesses dos senhores do petróleo. Sejam eles russos, americanos ou chineses. Aquele maduro parece-me um palhaço. Os militares por lá são iguais a todos os militares da América Latina e de África, colam-se sempre a quem tem o poder e o dinheiro. Até que novos donos lhes pague melhor. E os Maduros metem-se em aviões e são sempre os que nunca pagam por nada.

Lá como cá.

sábado, fevereiro 02, 2019

O ESTUDANTE QUE TEVE 0% NUM EXAME , e não respondeu errado a nenhuma pergunta... (como é possível?)


1)   Em que batalha morreu o Almirante Nelson?
- Na sua última.

2) Onde foi assinada a Declaração de Independência?
- No fim da folha.

3) O Rio Rave corre em que Estado?
- No estado líquido.

4) Qual é a principal causa do divórcio?
- O casamento.

5) Qual é a razão principal para falhar?
- Os exames.

6) O que é que não se pode comer ao pequeno-almoço?
- O almoço e o jantar.

7) O que parece uma metade de uma maçã?
- A outra metade.

8) Se lançarmos uma pedra pintada de vermelho ao mar azul, no que é
que se transforma?
- Numa pedra molhada.

9) Como é que um homem consegue estar oito dias sem dormir?
- Facilmente. Dorme de noite.

10) Como é que se pode levantar um elefante com uma mão?
- Não é possível encontrar um elefante só com uma mão.

11) Se tiver 3 maçãs e 4 laranjas numa mão e 4 maçãs e 3 laranjas na
outra, o que é que tem?
- Mãos muito grandes.

12) Se foi preciso a 8 homens, 10 horas para construir um muro, quanto
tempo demorarão 4 homens a fazê-lo?
- Nenhum. O muro já tinha sido construído pelos outros.

13) Como é que se consegue deixar cair um ovo em cima de um chão de
cimento sem o partir?
- De qualquer maneira. O chão de cimento dificilmente se parte.

E PARA UM FIM-DE-SEMAMA PLENO DE ALEGRIA
(O coro dos escravos de Verdi)
https://www.youtube.com/embed/G_gmtO6JnRs

sexta-feira, fevereiro 01, 2019


SOMOS TODO MUITO “HÓNESTUS”

A gente ouve falar da CGD e pasma. Poi se o desgraçado dum cidadão fica a dever 5 tostões ao banco, saltam-lhe em cima, confiscam-lhe o ordenado e suspendem-lhe a partir daí o acesso à banca. Tenho problemas com o pagamento das prestações da casa, ficam-me com a casa e com o dinheiro já pago.
Como é possível alguém dever milhões sem que ninguém saiba?

Não sabe quem emprestou, quem autorizou o empréstimo, os gestores financeiros, os contabilistas do banco, os nomeadores dos gestores políticos e os nomeados.

Não sabem todos os partidos?

O que eu posso acreditar é que foi um fartar vilanagem e que às tantas existiram apoios de quem ROUBOU os bancos aos que os nomearam (leia-se Partidos Políticos).

E não me digam que os administradores que se sucederam ao longo dos últimos 20 anos não sabiam o que se passava. Encobriram-se sempre uns aos outros.

E quem se lixou foi sempre o Zé Povinho.