terça-feira, dezembro 12, 2017


AS CRIANÇAS EM TODA A SUA INGENUIDADE PERGUNTAM:

- Mamã? Quantos presidentes dura uma rainha?
 Trump
 Obama
 Bush
 Clinton
 Bush (pai)
 Reagan
 Carter
 Ford
 Nixon
 Kennedy
 Eisenhower
 Truman

domingo, dezembro 10, 2017

sábado, dezembro 09, 2017


SE CAMÕES FOSSE VIVO HOJE, ESCREVERIA ASSIM:

I

As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo o que lhes dá na real gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se do quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!

II

E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!

III

Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.

IV

E vós, ninfas do Coura onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!


(Luiz Vais Sem Tostões)

quarta-feira, dezembro 06, 2017


AI CAMARADAS, ASSIM NÃO VAMOS LÁ

Uma das coisas admiráveis em Engeles, Marx e mesmo em Lenine, foi a capacidade que manifestaram em analisar a realidade, perceber a sua evolução e conseguir descriptar em antecipação o futuro. Podemos não concordar com os resultados dessa análise. Abominar as suas interpretações. Odiar as suas teses e conclusões. Considerar mesmo determinantes para fomentar o ódio os meios que consideraram a serem utilizados para derrubar a escravidão do homem pelo homem. Capital e trabalho tornaram-se antagonistas totais e em nome dessa incompatibilidade criaram-se outras formas de escravidão, tão odientas como as que pretenderam substituir.

Mas não podemos negar que interpretaram o presente de forma sagaz.

Que dizer quando o capital se torna o meio de criar emprego e gerador de mais-valias para os trabalhadores? Que dizer quando são estes que recusam liminarmente as teses da sua defesa e criam um espirito de corpo com a entidade empregadora onde não cabe o ódio entre uns e outros?

Que dizer quando o lucro é convertido em benefícios para quem trabalha e para todos aqueles que precisam de apoio?

Votar contra um voto de pesar pela morte de um dos homens que mais ajudou a desenvolver Portugal pode ser coerente para quem fomenta o ódio pode ser próprio de quem vive no passado, mas é limitativo para quem tem o dever de interpretar o futuro.

Porque não fazer uma proposta na Assembleia da República para encerrar a Fundação Champalimaud que ao que sei também cuida dos PCPs portugueses. Afinal foi construída e executa a sua função com lucros obtidos graças à força do trabalho. Porque não propor a extinção da Fundação Francisco Manuel dos Santos?

A ocupação das terras dos latifundiários no Alentejo e quejandos que riqueza veio a gerar para a melhoria material e social dos trabalhadores e das gentes Alentejanas? Ou do país em geral.

Camaradas do PCP ganhem juízo. Vocês podem ser úteis se o ódio não for o vosso alimento. Meninos do Bloco de Esquerda não copiem os vossos irmãos mais velhos. Uns e outros tornem-se parte da solução e não fonte do problema. Os empresários podem não prestar e alguns não prestam mesmo. Mas não os copiem e não se tornem iguais a eles.  

segunda-feira, dezembro 04, 2017


UM MAR DE NATAL

No dia 1 de Dezembro fez-se Luz em Peniche. O Natal ressurgiu em todo o seu esplendor. Coisas simples multiplicadas deram ao centro histórico de Peniche um ar de dias grandes que a generalidade da população presente agradeceu com sorrisos e alegria.

O Jardim público tornou-se de novo um lugar de crianças e velhos que apesar do frio não deixaram de sublinhar com corridas e risos infantis e um brilho nos olhos dos mais velhos. O parque infantil e o corredor que lha dá acesso eram a vitória dos nossos sorrisos contra a amargura que a pouco e pouco nos últimos anos se foi instalando na nossa terra.

Vi protecções de madeira à moda dos tempos antigos e bonecos de trapos de cores vibrantes tornando aquele lugar num mar de Festa. Vi barraquinhas de madeira com diversos atendimentos tornando mais comum o nosso dia-a-dia. Vi uma pista de gelo em miniatura para a brincadeira das nossas crianças com a dimensão adequada às possibilidades de uma Peniche simples e empobrecida. Vi uma grande árvore de Natal de luzes e uma miríade de pequenas árvores emprestando o efeito de uma multiplicação de cor pelos nossos olhos. Vi uma grande árvore do jardim com correntes de luzinhas tornando mais doce o olhar de todos nós. Vi o Coral Stella Maris emprestando voz àquele momento de alegria e sonho. Ouvi as vozes que cresceram e se multiplicaram concedendo-nos a Paz e a merecida alegria que nos vinha faltando nesta época de Natal.

Não vi televisões e discursos. Não vi nem bolos nem árvores, nem outros exemplos de exageros materiais tentando entrar no Guiness. Vi aquilo que nos é possível. Entregue com carinho e cordialmente à população como devem ser as coisas de Natal para quem pretende a Paz e Concórdia. Não vi vaidades vãs. Vi coisas à nossa medida. Não vi mais do que aquilo que somos. Gente simples e cordata estendendo os braços de Amor por todos aqueles que navegam neste imenso Mar de Natal.

sábado, dezembro 02, 2017

HISTÓRIAS DOS "APARA-LÁPIS"
Bons condutores
Um Nazareno estava a conduzir o seu automóvel novinho em folha, quando viu uma placa que dizia:
“Curva perigosa à esquerda”
Não teve dúvidas. Virou à direita!



Dizia-me um amigo meu:
- Só há uma maneira de manter um nazareno quieto e calado por mais de uma hora. É escrever “VIRE POR FAVOR” nos 2 lados de uma folha em branco e entregar-lha.



Receita nazarena para matar uma pulga
Coloca em cima da mesa, por esta ordem, um pouco de sal, uma garrafa de gin, um palito e uma pedra.
A pulga vai vêr o sal, vai pensar que é açúcar e vai comer. Depois fica com sede. Vê a garrafa de gin, pensa que é água e bebe. Fica bêbada, tropeça no palito, bate com a cabeça na pedra e morre de traumatismo craniano.




Andar na lancha do pai
A mãe, ao ver a filha de 10 anos voltar da pescaria com o pai, com o rosto todo inchado, fica indignada:
- Minha filha, o que houve?
- Foi uma vespa, mamã...
- Ela picou-te?
- Não teve tempo... o papá matou-a com o remo!




Acampar em segurança
Dois nazarenos foram acampar um dia para o pinhal. Ao escolherem um lugar para ficarem, um deles disse:
"- Ah Tóino, ficamos aqui no meio do pinhal..."
O outro discordou:
"- Nã senhor. Isso é o que fazem os palecos. Vamos é ficar no meio da estrada."
Palavra puxa palavra acabaram por ficar no meio da estrada. Durante  a noite, vinha um carro na direcção do acampamento, e, ao vê-los, desviou-se e bateu numa árvore do pinhal. Um deles saiu da tenda, olhou para o outro e disse:
"- Ah Quim tas a ver? Se ficássemos no pinhal o que nos acontecia?"

sexta-feira, dezembro 01, 2017

1 DE DEZEMBRO DE 2017
Celebrar a restauração de Portugal em 1640.
Feriado Nacional
até sempre Zé Pedro