sexta-feira, agosto 29, 2008

PROMOÇÕES GASTRONÓMICAS EM AGOSTO TURÍSTICO (hoje)

quinta-feira, agosto 28, 2008

COISAS DE GENTE QUE BEM CONHECEMOS
Um Nazareno estava a conduzir o seu automóvel novinho em folha, quando viu uma placa que dizia:
“Curva perigosa à esquerda”
Não teve dúvidas. Virou à direita!

quarta-feira, agosto 27, 2008

Um indivíduo esteve a beber até o bar fechar.
Como era o último cliente, o funcionário informou-o que iam fechar e que ele tinha que sair. O sujeito levantou-se e caiu no chão... Tentou novamente levantar-se e caiu novamente. Optou por se arrastar até à porta do bar. Tentou levantar-se novamente e voltou a cair. Já na rua tentou levantar-se e voltou a acontecer o mesmo: Caiu!Foi assim para casa, tentando levantar-se e caindo sempre. Já em casa e pela manhã a esposa comentou:
- Grande bebedeira ontem à noite!
- Como é que tu sabes que eu ontem cheguei bêbado?
- Telefonaram do bar. Deixaste lá a cadeira de rodas...

sábado, agosto 23, 2008

EU QUE ME SAFE… OS OUTROS QUE SE…
Local: R. Joaquim A. Aguiar, nº 39. Prédio habitado por senhora de 87 anos. O letreiro à porta é claro como água sem poluição. Toda a noite o carro ali esteve. À hora a que escrevo (11:00horas) ali continua.
Ninguém diz nada. Ninguém resolve. Peniche está na onda. Importante é a aparição na TV seja lá o que for que isso represente. O Policiamento de proximidade também deveria passar por aqui.
Somos um país miserável, com uma segurança de merda e com um cuidado pelos direitos dos outros que pede meças ao Faraó da Coreia.
Assim vai e segue Peniche, terra de mar e de turismo.

quinta-feira, agosto 21, 2008

BATISTA PEREIRA – EFEMÉRIDE
Perfazem hoje 54 anos, que o nadador de Alhandra entrou para a história da Natação de fundo, ao atravessar o Canal da Mancha com um tempo de travessia de cerca de 11 horas. A 21 de Agosto de 1954 o nadador que treinou o feito que iria desenvolver nas travessias do Tejo e de Peniche-Berlengas-Peniche, haveria de repetir a travessia da Mancha a 27 de Agosto de 1959.
Se nos recordarmos que estamos a falar de coisas passadas à mais de 50 anos, sem os meios e recursos de que hoje os atletas dispõem, torna-se mais espantoso ainda aquilo que Batista Pereira então conseguiu.
O nadador que ficou imortalizado pelos seus feitos na Natação, também entraria na história da Literatura Portuguesa pela mão de Alves Redol que o imortalizou num dos seus mais reconhecidos romances: “OS GAIBÈUS”.
Simpatizante confesso da causa comunista, tornou-se um amigo de Peniche pela sua amizade com o Germinal Gonçalves já falecido.
Dadas as suas ligações a Peniche e numa altura em que tanto se cita o nosso MAR como fonte de apelo turístico, recordar o seu nome é uma obrigação. Quem sabe se atribui-lo a uma artéria de Peniche ou a um qualquer local de lazer marítimo, não seria demais.
Falar hoje de Desportos marítimos é fácil e não envolve despesa mental, nem física. Há 54 anos fazer entrar Peniche nos caminhos da Natação Nacional era bem mais doloroso. Mas o Batista Pereira nasceu Gaibéu e toda a vido o foi. Porque haveríamos de lhe dar qualquer importância?

terça-feira, agosto 19, 2008

NÃO ME APETECE
escrever nestes dias. Nem sei se seria capaz de o fazer. Falta-me o tempo. A paz de espírito e as ideias fogem-me. Não tem a ver com o calor, nem com o sol. Tem a ver comigo. Não tem a ver com férias. De férias estou eu já lá vão 4 anos. Tem a ver comigo. Com as minhas capacidades. Espero bem que este intervalo passe depressa. E que a vontade e alegria de escrever retornem rapidamente. Eu vou voltar.

sexta-feira, agosto 15, 2008

MAIS DO QUE PARECE
é comum estarmos perto das coisas e não querermos fazer parte delas. O homem faz de si próprio uma fortaleza embora sinta as fraquezas e as fragilidades da condição humana. Mas é forte por isso mesmo. Por ser capaz de viver com as suas fraquezas sem se deixar dominar por elas. A fraqueza, no sentido da indignidade, está em fazer com as suas fragilidades alimentem os seus dias. Exibir as fraquezas já não é só pouco digno. É condicionar-se à sua condição animal. É o espírito qua prevalece quando fazemos da coluna vertebral o elemento fundamental do nosso ser andante,

segunda-feira, agosto 11, 2008

POESIA RENDILHADA
Nos idos em que passei pelas escolas de todo o país e na República da Guiné-Bissau, pude observar que quanto mais os actos pedagógicos se aproximavam das raízes culturais de pais e alunos, mais hipóteses de êxito se podiam observar no processo educativo.
A certa altura foi lançada na Formação dos Professores (Projecto Global de Formação) a Área Escola com o objectivo de conhecendo o meio mais fácil e rentável se desenvolver o processo de ensino-aprendizagem. À Área-Escola foram sucedendo várias nuances e, entre elas aquilo que foi o Projecto Educativo de Escola com o objectivo de singularizar ou individualizar cada escola.
Aqui o pressuposto era o de que a escola enquanto elemento da comunidade em que se inseria deveria responder às solicitações de Formação Local, conferindo aos discentes para além de um saber geral nacional, as especificidades do desenvolvimento cultural, económico e laboral da Região que serve.
Foi aqui que a certa altura lançámos a proposta ao Ministério da Educação de que os Projectos Educativos fizessem parte dos conteúdos específicos de cada concurso de professores, a fim de que ninguém fosse enganado. Cada professor que concorresse a uma Escola saberia antecipadamente ao que ia. A que tipo de Formação teria de dar resposta, em que meio iria desenvolver a sua actividade, qual a natureza dos conhecimentos que deveria exercitar.Dirão a que propósito vem este filosofar todo com o título em epígrafe do blog de hoje. Vem, porque ao desfolhar e ler o livro de Ida Guilherme senti que estava encontrado um manual escolar para as áreas de Educação Visual e Tecnológica, Educação Tecnológica e de Formação Profissional de Artes Decorativas do Ensino Secundário.
Eis que em 2008 surge o Manual pelas mãos de uma “velha” Professora que outra coisa não tem feito ao longo da vida senão valorizar a sua profissão.
Há que redefinir alguns dos conteúdos dos Projectos Educativos dos Agrupamentos de Escolas da Cidade de Peniche. Do Concelho se acharem por bem alargar o âmbito da acção. Aqui o Concelho Local de Educação tem um papel fundamental. E o Município.
Este Livro, este Manual, tem as orientações gerais. Tem os conceitos de motivação. Tem as ilustrações do que vai do conceito de pique à sua execução. Do design do bilro e da sua concepção estrutural. Do desenho da Renda. Da sua execução e aplicação aos objectos de uso corrente. Do marketing de venda. Da sua valorização em sectores mais desenvolvidos economicamente do mercado.
A poesia é um acto de amor. As rendas são sonhos construídos. A beleza do Livro não está nem na poesia que contém, nem nas rendas que nos mostra. Está na alma cheia de Luz com que Ida Guilherme nos premeia.

domingo, agosto 10, 2008

IN MEMORIAM DE
ÁLVARO CAROLINO DO NASCIMENTO (CAROLINO)
Perfazem hoje 9 anos da sua morte. Para mim foi uma perda irreparável. Para muitos foi um desaparecimento inesperado de uma pessoa de um grande coração e dedicado às causas em que acreditava.
Conhecia-o de vista aqui em Peniche como mais um jogador de futebol. Vinha das escolas do Benfica e da selecção nacional de juniores. Mais tarde, estava eu a estudar no “Meu Café” ele apareceu para conversar com o Carlos Colaço. Foi o início de uma grande amizade que percorreu mais de 30 anos. Juntos viemos a construir amigos comuns. Atravessámos bons e maus momentos. Tornou-se um irmão para mim. Indispensável. As travessuras da vida levaram-no para o Norte onde o fui sempre reencontrar com a mesma disponibilidade de sempre. A minha família e a dele fundiram-se numa só.
Foi o primeiro dos meus “amigos do peito” a desaparecer. O que passámos juntos dava para escrever um grande livro. Sobre a amizade. Para mim ainda não é o tempo e não sei se alguma vez será. É demasiado doloroso falar sobre ele. Recordo como se fosse hoje a última vez que estivemos juntos. Adivinhava-se o que depois iria acontecer. Mas eu não soube escutar esses sinais. E se soubesse também nada poderia ter impedido. Pessoas como o Carolino tornam inevitável cada dia das suas vidas.
Até já querido amigo.
Teu
Zé Maria

sábado, agosto 09, 2008

SEM COMENTÁRIOSLargo "5 de Outubro". 6ª Feira 2008/08/08, 22 horas

quinta-feira, agosto 07, 2008

BERLENGAS – Maravilha da natureza
A nomeação a que somos convidados a aderir pelo Presidente da Câmara Municipal de Peniche, é pretensiosa, enganadora e espúria. Justifico o que digo.
A ter alguma legitimidade esse convite para aderir deveria ter sido aprovado em reunião de Câmara Municipal e da Assembleia Municipal, factos que o folheto de convite ou escamoteia, ou não refere, ou não aconteceu. E no entanto sendo que se refere a belezas naturais da Natureza a nível mundial, deveria reunir o apoio de todas as forças institucionais de Peniche e não só o do Presidente da câmara Municipal.
Depois, votar para Beleza Natural do Mundo as Berlengas? Porquê?- Por ser uma ilha embora bonita? Quem vê o National Geographic vê tantas outras maravilhosas e paradisíacas bem mais cuidadas e protegidas.
- Quando para apanhar os Barcos para lá chegar temos de levar com os maus cheiros consecutivos da Fábrica do Guano e da IDAL?
- Quando temos lá a Reserva que conduziu Peniche a um reservatório natural de gaivotas com todas as consequências daí derivadas?
- Quando para lá chegar é preciso vomitar as tripas?
- Quando nem uma bandeira azul lá existe?
- Quando meia dúzia de privilegiados têm casas particulares e os outros é tudo ao monte e fé em Deus?
- Quando o Forte de S. João Batista é um símbolo de dezenas de anos de abandono pelas autoridades locais e nacionais?
Sinceramente se a nível Mundial a Berlenga é uma das sete Maravilhas do Mundo, eu já só quero é cegar.
Eu por coerência e respeito por tudo quanto há de belo e respeitável no mundo, NÃO VOTO nas Berlengas para maravilha do Mundo.

quarta-feira, agosto 06, 2008

terça-feira, agosto 05, 2008

O álcool mata lentamente. Mas isso não tem problema nenhum. Eu cá não tenho pressa.

segunda-feira, agosto 04, 2008

DESPEDIDAS DE VERÃO
A gente espera um ano inteiro pelos amigos que fazem da diáspora o seu destino. Chegam e num instante desaparecem de novo. Ontem foi a vez da Ivone e do André rumarem mais para o Norte até chegar a hora de regressarem às terras de Natália de de Antero.
Hoje vou levar ao Aeroporto o Hélder que ruma mais cedo ao seu habitat. Para eles o tempo de férias está a cabar. Para nós que gostamos deles resta esperar que um ano passe depressa.

domingo, agosto 03, 2008

Se não és parte da solução, és parte do problema

sexta-feira, agosto 01, 2008

Mate-se a estudar e será um cadáver culto!