quarta-feira, julho 29, 2009

Parabéns Maria
e votos de muitas felicidades para o teu futuro profissional

terça-feira, julho 28, 2009

UM PSD SURPREENDENTE
Pela positiva. A sua apresentação no Jardim Público foi uma ideia refrescante. Mas mais que isso é o que foi feito em termos da Sede de Campanha. A solução encontrada, para dar dignidade ao local escolhido sem ferir a riqueza do Património ali edificado, é meritória e digna de registo. Merecedora a iniciativa por isso mesmo de registo, num Blog que não lhe é de todo afecto. Os meus parabéns.

domingo, julho 26, 2009

QUEM CONTA UM CONTO…
Aconteceu numa empresa onde as comunicações são rápidas e objectivas

1)
DE: Director Presidente
PARA: Gerente

Na próxima 6a feira, aproximadamente as 17 horas, o Cometa Halley estará nesta área. Trata-se de um evento que ocorre somente em cada 78 anos. Assim, por favor, reuna os funcionários no pátio da fabrica, todos usando capacete de segurança, que depois lhes explicarei o fenómeno . Se estiver a chover, não poderemos ver o raro espectáculo a olho nu, sendo assim, todos deverão dirigir-se ao refeitório, onde será exibido um filme documentário sobre o Cometa Halley.

2)
DE: Gerente
PARA: Supervisor

Por ordem do Director Presidente, na 6a feira, as 17 horas, o Cometa Halley vai aparecer sobre a fabrica. Se chover, por favor, reuna os funcionários, todos de capacete de segurança, e encaminhe-os ao refeitório, onde o raro fenómeno terá lugar, o que somente acontece a cada 78 anos a olho nu.

3)
DE: Supervisor
PARA: Chefe de Produção

A convite do nosso querido director, o Cientista Dr. Halley, de 78 anos, vai aparecer nú no refeitório da fabrica, usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre o problema da chuva na segurança. O Director levara a demonstração para o pátio da fabrica.

4)
DE: Chefe de Produção
PARA: Mestre

Na próxima 6a feira, as 17 horas, o Director pela 1a vez em 78 anos, vai aparecer no refeitório da fabrica para filmar o Halley nu, um cientista famoso e a sua equipa. Todos devem estar lá de capacete, pois vai ser apresentado um show sobre a segurança na chuva. O Director levara a banda para o pátio da fabrica.

5)
DE: Mestre
PARA: Funcionário

Todos nus, sem excepção, devem estar com segurança no pátio da fabrica, na próxima 6a feira, as 17 horas, pois o manda chuva - o Director - e o senhor Halley, guitarrista famoso, estarão lá para mostrar o raro filme "Dançando a Chuva". Caso comece a chover mesmo, e' para ir para o refeitório de capacete na mesma hora. O show será lá, o que ocorre em cada 78 anos.

6)
QUADRO DE AVISOS:AVISO PARA TODOS OS FUNCIONÁRIOS: NA 6A FEIRA, O CHEFE DA DIRECTORIA VAI FAZER 78 ANOS, E TODOS PODEM IR A FESTA, AS 17 HORAS NO REFEITÓRIO. VÃO ESTAR LA, PAGO PELO MANDA CHUVA - O DIRECTOR -, BILL HALLEY E OS SEUS COMETAS. TODOS DEVEM ESTAR NUS E DE CAPACETE, PORQUE A BANDA E MUITO LOUCA E O ROCK VAI ESTAR A DAR ATE NO PÁTIO, MESMO COM CHUVA.

sábado, julho 25, 2009

sexta-feira, julho 24, 2009

FÉRIAS
Estou de férias das férias. A gente precisa de descansar daquilo que nada faz. Assim, as minhas postagens aparecerão por um período que não sei precisar, com uma periodicidade aleatória.
O meu Algarve será em Peniche. O meu sossego será o vosso.
Até outro dia.

quarta-feira, julho 22, 2009

NÃO ACREDITO…
…que certas pessoas acreditem na vida para além da morte. Quem se dedica a maltratar os outros, a pensar só em si, a acumular riquezas empobrecendo quem se atravessar à sua frente. Quem abusa de crianças, das mulheres e dos mais desfavorecidos. Quem para se sentar em tronos utiliza como degraus os corpos dos que trucida, não pode acreditar em nada a não ser em si próprio.
Utiliza a credibilidade dos ingénuos para os colocar ao seu serviço, tal como a serpente atrai os passarinhos.
Participa em rituais religiosos porque isso lhe dá créditos junto dos adeptos de novelas. O negócio lucrativo, a satisfação dos seus prazeres e o exercício do poder são no entanto os seus objectivos finais.
Esses cruzam-se por nós todos os dias e cumprimentam-nos como se fossemos amigos queridos, mas nos seus sonhos não somos mais que refeições gratuitas para a sua satisfação pessoal.

terça-feira, julho 21, 2009

VÊM AÍ…
…dias de Festa. A “Mostra de Rendas”, a Sr.ª da Boa Viagem. Já lá vai o Carnaval de Verão, a Corrida das Fogueiras, o Triatlo. Temos ainda o Sol, as Berlengas, as Praias. Tudo cheira e sabe a um estar para além da crise, a uma alegria despreocupada, a um não-querer o que bem sabemos.
Saiem da gaveta roupas frescas e leves, toalhas com desenhos festivos, e a celulite acumulada em ano de comeres menos cuidados.
O tempo, manhoso como sempre em Peniche, acorda ensonado e sombrio. Depois lá acordo para a farra.
Falar de coisas sérias não parece ajudar. Mesmo que sejam coisas misteriosas como política ou epidemias. O tempo está para programas de Festa manhosos e assustadores.
Com tudo isto fiquei sem saber que mar banha Peniche e que raio de coisa será isso de um animal carnívoro nos tempos que correm…

segunda-feira, julho 20, 2009

OS PROBLEMAS DA INSEGURANÇA
- Proíba-se o comunismo
- Expulsem-se os romenos
- Prendam-se os ciganos
- Pretos para África
- Excluam-se organizações políticas que não defendam Deus, Pátria e Família
- Acabe-se com o Rendimento de Inserção e dignifique-se a caridade cristã
- Criem-se milícias populares contra quem passar na nossa rua sem salvo-conduto
- Gratifique-se quem denunciar os malandros e a malandragem
- Construam-se campos de concentração para drogados e outras minorias

PS: Não sou xenófobo, nem de direita. Sou um cidadão temente a Deus e que quer o melhor para a sua terra e para o seu país.

domingo, julho 19, 2009

EM ÉPOCA DE CRISE CADA UM DÁ O QUE PODE

sexta-feira, julho 17, 2009

HECATOMBE MUNDIAL
Pelo caminho que as coisas levam é possível que a destruição total assole o nosso planeta. Os poucos sobreviventes que vão restar, estarão refugiados em cavernas e só vão voltar à superfície quando sentirem que existe uma segurança mínima para assegurar a sua existência.
Vamos admitir que eu sou um caso desses.
E que me dão como alternativa ou estar com um grupo de cientistas ou licenciados em diversas áreas tais como:
- Um Estomatologista
- Um Físico Nuclear
- Licenciado em Gestão pela Lusíada
- Um Engenheiro Civil do ISEC
- Um Nutricionista
- Um Licenciado em Direito
- Um Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante Português/Francês
- Um Político Profissional
A alternativa seria estar com um grupo de trabalhadores que cursou “As novas Oportunidades”, nomeadamente:
- Um Pedreiro
- Um Mecânico
- Um Enfermeiro
- Um trabalhador rural
- Um Pescador
- Um Indiferenciado
- Um Pastor de gado
- Um músico de uma Banda Filarmónica

Adivinhem com quem eu quereria estar.

PS: Vem isto a propósito de uma cretina, estúpida e sórdida difusão de cabonitices, pretensamente atribuídas a alunos dos cursos das “Novas Oportunidades” e que eu conheço há anos referentes a alunos dos nossos Cursos gerais, médios e superiores.
O que está em causa são outras coisas. E a elas vou voltar mais tarde ou mais cedo ou mais tarde.

quinta-feira, julho 16, 2009

VOU ESTAR…
…pela última vez com o Zé Maria. Foi meu aluno, era um amigo cuja amizade foi cimentada nos perturbantes dias do PREC, era uma presença feliz sempre que se manifestava.
A sua coragem perante a doença que o veio a vencer, era avassaladora. Há cerca de 15 dias quando o encontrei ao volante do carro, falámos sobre o inimigo comum: ”- Não, dou confiança ao cancro!”, dizia-me ele.
E foi surpreendentemente que soube da sua morte inesperada. Uma crise mais forte, de todo impossível de combater, acabou por ganhar esta corrida contra o tempo.
Não o quero ver agora. Acompanho-o até lá e depois venho o mais depressa possível para casa. Se as lágrimas me correrem que seja em casa onde ninguém me verá. Quero ter a coragem do Zé e pensar que é um até já com que nos despedimos.

quarta-feira, julho 15, 2009

À BOCA PEQUENA…
Vão-se referindo as dificuldades que parecem estar a surgir para a constituição das listas candidatas do PSD aos vários Órgãos Autárquicos no Concelho de Peniche.
Queremos acreditar que os “mentideros” locais sustentam estes boatos no facto de já ter passado algum tempo sobre a apresentação das listas do PS e do PCP e continuar sem agendar o mesmo cerimonial para os candidatos do PSD.
Eu acredito mais que o rigor da nefanda figura que protagoniza o partido a nível nacional, tenha dado indicações no sentido de que, se as legislativas são primeiro, não há apresentação de listas às autárquicas sem se conhecerem essas.
Porque candidatos abundam pela certa. Existe tanta gente a querer provar o sabor amargo da cicuta.

segunda-feira, julho 13, 2009

EM ÉPOCA DE CRISE ASSIM PENSAM OS SENHORES VEREADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE PENICHE A HABITAÇÃO SOCIAL: - ADIANDO
Não sou um leitor habitual das actas da Câmara Municipal de Peniche. Se calhar eu e mais munícipes deveriam lê-las com mais assiduidade. Esta acta veio-me parar às mãos por mero acaso. Mas ela é tão elucidativa das preocupações (?) dos senhores Vereadores com a população mais desfavorecida, que não resisto a publicar um extracto desta acta na íntegra.
Nem uma só voz, se preocupa com as condições de habitabilidade das pessoas. Existem vagas referências ao Bairro de Calvário (talvez porque não estava em discussão). Quanto ao que estava em discussão, deixa-se andar. Os mais pobres entre os pobres são necessários para podermos desenvolver as nossas acções de caridade no Natal. E já gozam!

"ACTA N.º 25/2009
ACTA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE
PENICHE, REALIZADA NO DIA 8 DE JUNHO DE 2009:
Aos oito dias do mês de Junho do ano dois mil e nove, nesta cidade de Peniche, Paços do
Município e Sala de Sessões, estando presentes os Excelentíssimos Senhores António José Ferreira Sousa Correia Santos, Presidente, Jorge Alberto Bombas Amador, Vice-Presidente, Jorge Serafim Silva Abrantes, Jorge Manuel Rosendo Gonçalves, Vítor Manuel Farricha Mamede, Francisco Manuel Pinto da França Salvador e Paulo Jorge Leal Rodrigues, Vereadores, reuniu, extraordinariamente, a Câmara Municipal de Peniche.
A reunião foi aberta, pelo Senhor Presidente, eram catorze horas...
...RECURSO AO CRÉDITO BANCÁRIO NO ÂMBITO DO PROGRAMA PROHABITA:
* O Senhor Vereador Jorge Abrantes comunicou que, na perspectiva de ser dado início às intervenções previstas no Acordo de Colaboração celebrado com o IHRU, para reabilitação do Bairro Fernão de Magalhães e Edifício Coosofi, estimada em 310 000,00 euros, era necessário contratar um empréstimo com a referida entidade, no montante de 124 000,00 euros, correspondendo a 40% da intervenção, à taxa Euribor a seis meses, acrescida de um spred de 1,4%, com uma bonificação de dois terços até a um máximo de 3%.
O Senhor Vereador Francisco Salvador disse que sentia muita dificuldade em votar este
assunto, uma vez que não tinha sido aprovada pela Câmara a candidatura ao programa Prohabita e, inclusivamente, por esse facto, não sabia se poderia aprovar o empréstimo que agora estava a ser apresentado.
O Senhor Presidente da Câmara disse que este empréstimo se destinava a concretizar o
que se encontrava aprovado pela Câmara e Assembleia Municipal em sede de PPI e Orçamento para 2009.
O Senhor Vereador Jorge Abrantes disse que a candidatura em questão tinha sido
apresentada ao executivo em várias reuniões de Câmara e que nada tinha sido dito contra ela, inclusivamente na apresentação da sua versão final, na reunião de 29 de Dezembro de 2008.
O Senhor Vereador Francisco Salvador perguntou quanto tinha custado o estudo de
levantamento de necessidades de habitação social em Peniche, que pensava que tinha sido elaborado pelos serviços municipais de acção social, mas que tiveram intervenção externa.
O Senhor Presidente da Câmara comunicou que o referido estudo tinha sido feito pelos
técnicos municipais, com o acompanhamento de um engenheiro especialista desta matéria.
O Senhor Vereador Jorge Gonçalves disse que se recordava bem que, quando a
candidatura tinha sido apresentada, tinha perguntado se a mesma era para aprovar e que não tinha qualquer dúvida que nunca foi aprovada pela Câmara. Acrescentou que nas actas constava que tinha sido apresentada para tomada de conhecimento e que não tinha havido nenhuma votação.
Disse que a questão do empréstimo não se poderia dissociar do total da candidatura do
programa Prohabita e a Câmara não tinha capacidade financeira para suportar os encargos do total dos empréstimos.
Salientou que a sua posição em relação a este assunto era tendo em consideração a
candidatura global e não somente sobre o empréstimo em causa.
Referiu que as dívidas a curto prazo, nomeadamente as dívidas a fornecedores, já iam em cerca de 382 000,00 euros e sempre com tendência a subir.
O Senhor Vereador Paulo Rodrigues disse que a Câmara não tinha sido chamada para
decidir nada sobre o programa Prohabita, até à apresentação do acordo de colaboração. Disse que concordava com as cláusulas do acordo, à excepção das cláusulas financeiras, por serem insustentáveis, em termos de encargos financeiros, para a Câmara.
Disse também que a Câmara poderia intervir na habitação social, mas não com este
acordo, que punha em causa a situação financeira dos próximos mandatos.
Disse ainda que, embora agora só estivesse em causa a aprovação de um empréstimo não muito avultado, gostaria de saber até que montante é que iriam os empréstimos relativos ao acordo e perguntou por que se iria intervir já no Edifício Coosofi, quando era prioritário intervir no Bairro do Calvário.
Por último, acrescentou que o PSD não estava em condições de votar sem que lhe fossem fornecidos dados mais consistentes sobre as implicações financeiras do acordo.
O Senhor Vereador Vítor Farricha disse que estava de acordo que se reabilitasse a
habitação existente e que se desse condições de habitabilidade ao Bairro do Calvário.
Acrescentou que a construção de nova habitação social era um erro, uma vez que o modelo de construção de bairros sociais já tinha sido abandonado, pelos problemas de carácter social que estavam a originar, e disse que, em alternativa, havia a possibilidade de apoio ao arrendamento.
Disse, por último, que o edifício Coosofi era um dos elefantes brancos da Autarquia e que era necessário parar com os erros.
O Senhor Vice-Presidente disse que a Câmara cometeria um erro histórico ao não
aproveitar esta oportunidade, uma vez que a conservação de habitação social estava actualmente a consumir uma enorme fatia de recursos financeiros próprios e sublinhou as vantagens para os cofres da autarquia aquando da apresentação das diversas candidaturas. O Senhor Vice-Presidente de pouco dignas as condições existentes no Bairro do Calvário.
Salientou que, se não fosse aprovado o empréstimo, um grande número de pessoas
carenciadas continuariam com as suas habitações sem condições de habitabilidade.
O Senhor Vereador Francisco Salvador disse que o edifício Coosofi tinha doze anos e
perguntou o que iria ser feito com o empréstimo para melhorar as suas condições de habitabilidade.
O Senhor Vereador Jorge Abrantes disse que o empréstimo serviria para financiar os
arranjos exteriores. Leu a orçamentação feita para o Edifício Coosofi e para o Bairro Fernão de Magalhães.
O Senhor Vereador Paulo Rodrigues, face à anterior disponibilização de informação, lida pelo Senhor Vereador Jorge Abrantes, perguntou qual a razão dessa informação não estar na posse de toda a Vereação.
O Senhor Vereador Jorge Gonçalves pediu para ser explicada a programação prevista
para 2009 e 2010, tendo o Senhor Vereador Jorge Abrantes prestado essa informação.
A Chefe da Divisão Financeira deu uma explicação sobre o que constava na segunda
revisão dos documentos previsionais do Município, relativo ao programa Prohabita, dizendo que tinham passado para 2009 os 310 000,00 euros previstos para 2010.
O Senhor Vereador Jorge Gonçalves disse que até poderia votar favoravelmente a
contracção do empréstimo de 124 000,00 euros, mas não se responsabilizaria com os outros empréstimos da candidatura do Prohabita.
O Senhor Presidente da Câmara deu uma explicação pormenorizada sobre as condições
de habitabilidade dos bairros sociais de Peniche e disse que a alternativa apontada do apoio ao arrendamento era desadequada.
Referiu que o que estava a ser apresentado era uma primeira intervenção de requalificação e que outras se iriam seguir, muito mais exigentes em termos de caderno de encargos.
Disse que para cada intervenção iria haver uma apresentação para a respectiva aprovação.
Comunicou que no Bairro do Calvário iria ser feita uma intervenção profunda, que
implicava o trabalho de uma equipa técnica que iria determinar as formas de intervenção.
Disse, por último, que o programa Prohabita era um programa muito exigente
financeiramente, mas que se iria encontrar o caminho para assegurar as formas de financiamento.
O Senhor Vereador Francisco Salvador disse que pensava que, para o Bairro do Calvário, não seria a melhor solução duplicá-lo em termos de habitações e misturando outras pessoas, nomeadamente as pessoas de etnia cigana.
Salientou que todos queriam o melhor para a cidade, mas que lhe custava estar a aprovar
coisas sem saber bem o que estava a aprovar.
O Senhor Vereador Vítor Farricha disse que não fazia sentido ter-se apresentado uma
candidatura e só agora discutir-se a sua concretização. Frisou que se deveria primeiro discutir e aprovar a candidatura ao programa Prohabita.
O Senhor Presidente da Câmara disse que se tinha encontrado um conjunto de soluções
para se pôr a caminho a resolução do problema da habitação social de Peniche e que hoje se estava a apresentar os meios necessários para a primeira intervenção.
O Senhor Vice-Presidente esclareceu que não havia nenhum compromisso de instalar a
comunidade cigana no Bairro do Calvário.
O Senhor Vereador Paulo Rodrigues voltou a referir partes do clausulado do acordo de
colaboração com que não concordada e, face à informação de que os 310 000,00 euros se destinavam a arranjos exteriores do Bairro Fernão de Magalhães e Edifício Coosofi, perguntou se esses arranjos exteriores eram prioritários.
Frisou, por último, que o que gostaria que fosse apresentado para discussão era o
processo de intervenção global, com o respectivo faseamento no tempo.
O Senhor Presidente da Câmara disse que os arranjos exteriores constituíam a
intervenção mais rápida e iriam ser concretizados primeiramente por uma questão processual.
O Senhor Vice-Presidente disse que as intervenções no interior das habitações não
estavam dissociadas das intervenções no seu exterior, referindo que num total de 310.000,00 €, a
Câmara paga apenas 124.000,00 € do seu Orçamento.
O Senhor Vereador Jorge Gonçalves disse que tinha sido apresentada candidatura ao
programa Prohabita e que só posteriormente é que tinha sido dado conhecimento à Câmara, não tendo havido um momento prévio para a Câmara discutir a habitação social. Perguntou se o acordo de colaboração celebrado com o IHRU viria à Câmara para ratificação, uma vez que isso era uma questão fundamental para saber como votar o pedido de contratação de empréstimos em questão.
Disse, também, que se o acordo de colaboração não viesse à Câmara para ratificação, iria comunicar esse facto às entidades inspectivas competentes.
Disse, por último, que, na reunião extraordinária de 28 de Maio de 2009, se tinha visto
que havia quatro membros da Câmara, em sete, que não concordavam com a assinatura do acordo de colaboração a celebrar com o IHRU, e que o Senhor Presidente da Câmara o tinha assinado na mesma, em 1 de Junho.
O Senhor Vereador Paulo Rodrigues disse que só estava de acordo em votar o
empréstimo em questão se fosse sujeito a ratificação na Câmara o acordo de colaboração.
- A Câmara decidiu, por unanimidade, voltar a apreciar este assunto em próxima reunião de Câmara."

domingo, julho 12, 2009

GENTE CONVENCIDA...
Estava uma formiga macho a fazer AMOR com um elefante fêmea por baixo de um coqueiro e nisto quando a formiga se preparava para penetrá-la, cái um côco em cima da cabeça da elefanta e esta grita:
- Aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii!
E diz a formiga:
- Dóoooooooooooooiiiiiiiiiiiiiii, nnnnnnnãããããããoooooo dói???????

sábado, julho 11, 2009

MADE IN PORTUGAL
Vale a pena Pensar nisto........................ temos que ajudar Portugal !

O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China). Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.

Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

sexta-feira, julho 10, 2009

quinta-feira, julho 09, 2009

A ÁRVORE DA VIDACom desenho, pique e Renda executadas por Ida Guilherme, foi premiado com uma Menção Honrosa, este trabalho apresentado na FIL, no Concurso Nacional de Artesanato realizado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Devagar, devagarinho, sem alardes, sem se colocar em bicos de pés e sem outra causa que não seja o seu amor e conhecimento profundo das várias técnicas que concorrem para uma Renda de Bilros, a Profª Ida Guilherme vai conquistando o seu lugar ímpar no Artesanato Nacional.
Sem bairrismos bacocos e sem esperar benesses.

quarta-feira, julho 08, 2009

OS PUTOS
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

Como se fora de propósito, publico estas reflexões a seguir a umas outras em que referi a maravilha que é ser velho.
Tem isto que ver com um cartaz horroroso que os jovens da JSD espalharam em alguns locais considerados por si estratégicos, na cidade de Peniche.
E se digo horroroso, é porque esteticamente não tem ponta de agradabilidade, para além de estar escrito de forma a não se perceber muito bem se o futuro dos jovens está na CDU ou fora dela.
Com competidores destes, o Jorge Amador e o António Correia dão saltos de contentes pois não têm de se esforçar muito.
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

O cartaz tem cores feias e bafientas, fala em coisas que em altura de crise ninguém se importa. O futuro vem lá longe e o presente com surf e outras cantorias é bem mais atractivo.
Ser jovem é ser criativo, impetuoso, esmagador. Os jovens não são “sérios”, ridicularizam. Os jovens não são cópias dos seus mentores políticos, excedem-nos e comprometem-nos. Os jovens não são cinzentos, são de todas as cores do mundo. Os jovens não andam de fato e gravata, usam bermudas e havaianas. Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

O cartaz em questão não feito de jovens e para jovens. São conceitos de adultos para seniores. Apelo à inteligência e à criatividade que tem de existir nas juventudes partidárias. Sob pena de já serem adultos sem graça nenhuma.
Façam uma campanha que incomode pela irreverência e pela ousadia. Contra a capital da onda, façam erguer o Capitólio da Tempestade.

Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

Se tenho esperança que a próxima campanha autárquica tenha alguma piada, ela está nos jovens. Dêem trabalho aos comunistas. Façam um esforço para que eles mereçam a vitória. Assim não.

segunda-feira, julho 06, 2009

SER VELHOQuando o meu avô morreu eu tinha 9 anos. Nessa altura eu achava que ele era um velhinho carinhoso que me tratava muito bem. Ainda hoje guardo a memória dele, sentado na cama (esteve 3 anos sem se poder deitar), com as pernas num tabuleiro feito pelo meu pai, para onde escorria um liquido que lhe saía das pernas.
Era um filatelista assumido, com correspondência com todas as partes do mundo e que o meu irmão arreliava soprando sem ele sentir os selos que secavam em cartões, depois de colocados a soltar em tinas de água que a minha avó mal-disposta lhe alcançava.
Depois fui convivendo com outros velhos. A mãe do meu avô que morreu já perto dos 100 anos, na casa onde mais tarde eu fui morar na Praça Jacob.
Recordo os velhos do Café Aviz e da Oficina de meu pai. Alguns estabeleceram comigo uma grande cumplicidade como o velho Manuel Ferreira. A todos fui ensinado a respeitar e a todos me ligou um grande carinho. Até que de repente desapareceram os velhos. Fui deixando de ouvir falar em velhos e hoje ninguém ousa dizer tamanho “palavrão”. Já não há velhos.
Passou-se de velho, a membro da 3ª idade e daqui a sénior. Velho passou a ser uma obscenidade. Por isso se torna fácil aos filhos libertarem-se dos pais e colocarem-nos em “lares”. Morto um dos pais, é uma inevitabilidade o outro passar para um Centro de Dia e daqui para o Centro do Eterno Repouso.
Tudo começou quando se propagou a “treta” de que velhos são os trapos. Pois se não são velhos que se desunhem. Cuidem eles de si próprios.
Começou por se perder o respeito pelos mais velhos e depois por si próprios. Para isso foram necessários criarem-se eufemísticamente alguns nomes alternativos. E nisso nós portugueses somos hábeis. Com a mesma facilidade com que se passou da PIDE à DGS, passou-se de Velho a Sénior. Os Centros de Dia passaram a designar-se como Universidades e a Morte vai ter a designação de Sistema Transitório.
Apetece-me dizer o que o Vilarinho disse depois das eleições do Benfica.

domingo, julho 05, 2009

sábado, julho 04, 2009

A ciclicidade do êxito
Aos 4 anos, ter êxito é não urinar nas calças.
Aos 12 anos, ter êxito é ter amigos.
Aos 20 anos, ter êxito é ter relações sexuais.
Aos 35 anos, ter êxito é ter dinheiro.
Aos 65 anos, ter êxito é ter relações sexuais.
Aos 75 anos, ter êxito é ter amigos (vivos).
Aos 85 anos, ter êxito é não urinar nas calças.

sexta-feira, julho 03, 2009

O GESTO
Fica como facto da semana. De alguma forma representa o que muito boa gente (no mínimo) gostaria de fazer aos nossos políticos. A todos sem excepção. E porque alguém ousou fazer o que a maioria dos cidadãos pensa, teve de ser demitido. Por mim, o Manuel Pinho ficava e iam-se embora todos os outros.
Desde Bordalo Pinheiro que com o gesto se classificam as perfomances dos políticos portugueses. E agora, armados em prima-donnas desfeitiadas, ali vêm eles a exigir respeito pela "casa da democracia". Esquecem-se que para ser respeitados, precisam de se dar ao respeito. Coisa que não têm feito.
O gesto é Universal e pode assumir várias formas. Muitas vezes representa um estado de alma e diz mais que mil palavras. Nos mais diversos países e nem sempre com o mesmo significado de país para país.
Deixo-vos gestos para vossa e minha utilização nas mais diversas circunstâncias. Em campanha eleitoral, alguns são de utilização imediata quando ouvimos falar certos "s......" como diria o Chalica.

quinta-feira, julho 02, 2009

COMO PODEMOS ACREDITAR?
Mais ou menos ao mesmo tempo em que se descobriram (ou vislumbraram) as fraudes na banca portuguesa, veio a lume a trapaça que envolveu nos EUA muitos mil milhões de dólares e muitos milhares de pessoas e que ficou conhecido pelo caso “Madoff”.
No passado dia 29 de Janeiro terminou o julgamento nos Estados Unidos e foi punido o primeiro responsável dessa vigarice.
Aqui neste cantinho português, ainda estamos na fase de constituir arguidos e de elaborar relatórios de inquéritos. Se Deus quiser e se não me falharem muito os palpites, lá para 2012/2013 teremos julgamento concretizado e a pena vai ser um imenso “flop”.
Acreditar na Justiça em Portugal? Só se formos parvos de todo.