domingo, julho 31, 2016

TEMPO DE FÉRIAS
Durante uns dias vou libertar-vos das minhas conversas.
Em contrapartida vou publicar umas quantas fotos do meu espólio pessoal
A 1ª esta: Eu e o meu irmão lendo uma revista aos quadradinhos. O Necas com 13 anos e eu com 10.

quarta-feira, julho 27, 2016

QUE SACANA DE DESGOSTO
Políticos e politólogos, economistas e analistas económicos, jornalistas e comentaristas, acabam de sofrer um grande, um enorme desgosto. Afinal não há sanções. Como abrir agora os telejornais e desenvolver comentários analíticos?
talvez que se dissermos que existem medidas adicionais. E mesmo que não hajam se as inventarmos?
Estão a dar cabo da nossa vidinha.
Quando vi hoje a figurinha que o PSD mandou para as TVs falar sobre a merda, deu-me um ataque de riso. Onde o Coelho? Onde aquele artista da câmara de Matosinhos? Onde o Luizinho Montenegro? Onde todos os que anunciaram o fim de Portugal na UE?
Que tristeza de gentinha.  

segunda-feira, julho 25, 2016


EM POLÍTICA NÃO EXISTEM COINCIDÊNCIAS

No passado sábado perfizeram 40 anos da tomada de posse do 1º Governo Constitucional pós queda do Estado Novo. Na sequência da comemoração dos actos que se realizaram pela 1ª vez em Democracia, há longos meses que foi marcado um almoço para o comemorar.

Num ataque de ciúmes e de dor de cotovelo pouco dignos para quem foi representante nos mais altos cargos do Estado português alguns dos acólitos do sr. silva marcaram para o mesmo dia um almoço de homenagem ao dito cujo que tinha feito anos há alguns dias e que também no inicio de Julho tinha conquistado a 1ª maioria absoluta.

Do outro lado, estava Mário Soares, que combateu a ditadura e defendeu a democracia, enquanto o silva passeava a sua “carcaça” sem se preocupar um pouco que fosse com os que sofriam no pêlo o peso da ditadura e mais tarde dos riscos da perda de alguma da Liberdade que tanto custou a conquistar.

 

Disseram que a realização no mesmo dia das 2 homenagens, se deveu a pura coincidência. Mais uma vez o que me indigna não é tanto que se digam as maiores alarvices. É que façam de mim parvo. Quem é que acredita em coincidências nestas circunstâncias?

E admitindo que por ingenuidade tinha escapado tal facto, o sabichão do silva deveria dizer aos seus amigos que a última coisa que desejaria seria passar por invejoso e desfeiteado.

De facto em política o que parece é. E parece que esta coincidência tem mais a ver com despeito do que com qualquer desvio de atenção.

É desta massa que infelizmente é feita uma parte importante dos nossos políticos. Mal formados. Despeitados e invejosos.

Vejam o caso do cafajeste do passos preocupado com o sicial ele que mandou milhares para o desemprego. O caso da crista que deteve durante 4 anos a pasta da Solidariedade social e que só agora parece estar preocupada. Bem haja o caso do anterior ministro da educação que pugnou por um ensino elitista para os ricos e de um ensino de segurança para os que não têm possibilidades económicas.

Ia dizer, cambada de macacos. Mas com a protecção aos animais aprovada pela AR, receio que a Associação Protectora dos Animais me mova um processo por injúrias.

sábado, julho 23, 2016

OS FAMOSOS E O HUMOR
Quando Gandhi estudava direito na  Universidade de Londres, tinha um professor chamado Peters que não gostava dele, mas Gandhi nunca baixou a cabeça e eram vários os seus encontros.
Um dia o professor estava comendo no refeitório e ele sentou-se à mesma mesa.
O professor disse:
- Senhor Gandhi, o Sr. não sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?
- Ok professor,
já vou voando... - responde  e muda de mesa.

O professor, aborrecido, resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde brilhantemente a todas as perguntas. Então resolve fazer a seguinte pergunta:
- Senhor Gandhi... indo o Sr por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a sabedoria e muito dinheiro... com qual deles ficava?
- Claro que fico com o dinheiro, professor!
--- Ah!  Pois eu no seu lugar ficaria com a sabedoria!
- Tem razão professor...
cada um ficaria com o que não tem! 

O professor furioso, escreveu na prova a palavra “Idiota” e entregou-a para ele. Gandhi recebeu a prova e sentou-se.  Alguns minutos depois, foi ter com o professor e disse:
- Professor!
O Sr. assinou a prova, mas não pôs a nota!
 
 
"Se alguém te fechar a porta, não gastes energia com o confronto, procura as janelas. Lembra-te da sabedoria da água: a água nunca discute com seus obstáculos, mas contorna-os"

sexta-feira, julho 22, 2016


NOSTALGIA

Deu-me hoje um ataque de nostalgia. Recordei os meus tempos de menino aqui na rua com todos aqueles que agora já aqui não vivem. Resta-mos eu e a D. Lélé Salvador e a Laura. Desde o início da rua até ao Largo de S. Paulo. Não resta mais ninguém. Um destes dias nem elas nem eu. O que fica já não tem qualquer ligação a momentos que eu teimo em recordar. Vi há dias também o Idinho. Que morava na rua lá detrás. Assim se chamava a rua Garrett que então praticamente não tinha crianças. Era habitada quase só por velhos. A excepção era o Idinho. E mais um ou outro. Era uma rua para os jogos de futebol. De hóquei. De policias e ladrões. Do jogo da mãe. Dos botões e dos bonecos. E da fazenda do Zé Acúrcio. Não havia avenida das escolas.

As velhas aqui destas ruas odiavam-nos. Partíamos vidros. Tocávamos às campainhas. Matávamos pintos e corríamos atrás das galinhas que acabavam por desaparecer.

E havia a Maria Amarela/ À porta assentada… a fazer alpergatas.

Lembrei-me mais das outras pessoas de fora que das de família. Da Maria Algarvia. Do Zé Ferreira. Das meias quartas de café. Do meu avô e dos selos.

Recordei alguns e uma fotografia que ainda fui a tempo de fazer que juntou duas das pessoas queridas desse tempo de uma última vez que vi uma incursão de uma delas nestes sítios.
A foto fixa o Tóino Roncolho e a Maria da BoaViagem. Dois amigos queridos desses tempos. O Tóino e o Quinzico já se foram. E o Marciano. Aqui estou eu com um dos meus últimos registos a fixar um tempo que já me desafia a memória.

Amo esse tempo e o que ele me ensinou.         

quarta-feira, julho 20, 2016


POKÉMON GO

Um novo (?) jogo faz as delícias de jovens, crianças e adultos. As atitudes destes jogadores provocam acidentes, invasão das redes sociais, busca incessante do velo perdido.

Nós portugueses há anos que procuramos o Pókemon embora com outros nomes. Quisemos o D. Sebastião e surgiu-nos o Salazar. Quisemos expandir-nos e provocámos dor e opressão. Fomos colonizadores onde devíamos ter sido “companheiros de vida”.
Em busca do El Dorado encontramo-nos como actores de um filme de terror.

Nós portugueses somos os reis da ilusão. E quando com os elementos que estão facultados aos que com eles lidam, não acreditamos. Mas se o “bonekito” parece estar ao nosso alcance logo nos tornamos de novo senhores de todo o saber, narcisistas, vaidosos e gigantes da nossa pequenez.

Ao ler o anúncio da festa das Rendas de Bilros que a CMP encontro:  PENICHE PROMOVE O MAIOR EVENTO DO MUNDO DEDICADO À ARTE DE TECER A RENDA DE BILROS. (o sublinhado é meu).

Somos os maiores. E temos de dizê-lo aos outros porque podem estar desatentos.

De tanto nos autoelogiarmos vamos diminuindo de tamanho e tornamo-nos pequeninos pókemons sem valor e sem credibilidade.

A Peniche a mania do “Pókemon Go” já chegou há muito. Mas ninguém lhe pega. Ou cada vez são menos à sua procura. Em 2005 eram 54,18 à procura. 53,45 em 2009 e em 2013 já só foram 43,23.

Quantos serão em 2017?

Tornámo-nos desinteressantes.

 

segunda-feira, julho 18, 2016


TERRORISMO E ESTUPIDEZ

Quem se preparou para uma luta de guerrilha (ou um terrorismo mais cruel e odiento), não pode deixar de se sentir chocado com os (as) pivots da informação televisiva tão mal informados e impreparados sobre esta forma de luta.

Esta luta não é previsível nem antecipável. Tal como é impossível impedir um preso de fugir seja de que cadeia for. Ou não aceitar o amor que floresce entre 2 jovens. Ou impedir um louco de maltratar familiares.

Este tipo de luta é tanto mais dolorosa quando se sabe que uma das suas regras de ouro não é tanto provocar mortos. É mais ferir e de forma tão mais grave quanto possível. São os feridos, os estropiados, os que provocam uma dor mais permanente nos seus familiares e amigos. Na população que com eles contacta.

A guerrilha, ou o terrorismo, 2 faces de uma mesma moeda, têm por objectivo provocar a dor onde será mais improvável que ela aconteça.

A guerrilha chega a ter a simpatia e o louvor de sectores da população. Por vezes liberta povos. Mas procura sempre pôr em causa as capacidades físicas e mentais dos seus opositores. É pelo medo que se impõe.

O terrorismo é o ódio puro e simples. Que vinga com métodos semelhantes. Provocando os mesmos estragos. E normalmente sustenta-se em princípios que a maioria dos povos rejeita.

Não se trava a vontade de ferir ou de provocar dor. É tão óbvio que nos enche a alma de angústia. Atinge velhos, jovens e crianças.

Podem criar-se algumas condições para minimizar as condições favoráveis a um ataque terrorista. Mas não se pode subestimar a capacidade criativa dos inimigos da civilização. Não se pode eliminar a sua vontade e determinação imaginativa para atingirem os objectivos mais hediondos que perseguem.

É estúpido pensar que se pode impedir ou mesmo criar estruturas que impeçam o sofrimento com que inocentes são atingidos. Pergunte-se antes como fazer com que se sintam isolados e sem apoiantes os fazedores do terror.

Não nos tornem tão estúpidos quanto eles.

 

quinta-feira, julho 14, 2016


EUROPA

Segundo a Mitologia era filha de Agenor, rei da Fenícia, e irmã de Cadmo, rei de Tebas. Desta princesa de grande formosura dizia-se que uma das companheiras de Juno roubava uma pucarinha dos enfeites desta deusa para presentear Europa.
Júpiter teve-lhe grande afeição. Para a poder roubar, assumiu a forma de touro e levou-a para Creta. Durante a permanência nesta ilha teve três filhos. Depois Júpiter atravessou com ela os mares e trouxe-a para outra parte do mundo, a Europa, a que ela deu o seu próprio nome.



Bela, mas muito dada a paixões com facilidade se deixava envolver com os “traquitanas” que

A elogiavam ou presenteavam. De qualquer maneira até um touro de cornos bem afiados a sacava ao convívio dos seus. Assim fez Júpiter que se mascarou de cornudo para sacar a bela Europa. Já tinha de ser assim. Muitos milhares de anos depois também um tal Barroso vendeu a alma ao diabo (ao Bush e à Merkl) para sacar da Europa o que ela mais queria: Dinheiro e Poder.

Não espanta pois que venha a acabar mal. Nasceu puta e puta irá morrer.

Só não aceito ter de expiar os seus pecados. Já os meus me custam tanto.

 

quarta-feira, julho 13, 2016


OS “FALSOS” AMANTES DOS ANIMAIS
Reparem que não digo que os animais sejam FALSOS. Digo que esta paranoia que se apossou de certas pessoas foi crescendo e tornou-se numa doença que só pode tratar-se em locais apropriados para o efeito (leiam-se Hospitais de saúde mental - manicómios).

A última destes perversos e loucos defensores dos animais, foi o regulamento animal apresentado na Câmara Municipal de Lisboa que felizmente foi reprovado com os votos do PS, PSD, CDS/PP, MPT, PNPN, e PCP. Com o BE a abster-se.

Com este Regulamento o PAN pretendia que fossem dadas condições de habitabilidade e conforto aos animais que no extremo levaria a que um sem-abrigo pudesse ser desapossado do seu animal de companhia.
Quem já viu esta gentinha do PANarício, se preocupar com as crianças maltratadas de Lisboa.

Odeio estes pretensiosos. A maior parte deles nunca se preocupou com o bem-estar do seu semelhante. São anormais. Que em nome dos animais que não os podem recusar nem ignorar debitam quilogramas de merda pela boca fora. Finalmente encontraram quem podem representar que não lhes pode cuspir na cara.  


 

 

segunda-feira, julho 11, 2016

VIVA PORTUGAL
- Viva Sara Moreira
- Viva Patrícia Mamona
- Viva Jéssica Augusta e Tsanko       Arnoudov
- Viva Rui Costa
- Viva Dulce Félix
- Viva Éder
- Viva Cristiano
- Viva Quaresma
- Viva Moutinho
- Viva Fernando Santos
- Viva a Selecção nacional de Futebol
- Vivam todos os que nos fazem sentir felizes por sermos portugueses

sábado, julho 09, 2016

SURPRESA
Um passageiro toca no ombro de um taxista para lhe fazer uma pergunta.
O taxista grita, perde o controlo do carro, quase choca com um camião, sobe o passeio e entra por uma montra dentro partindo o vidro em pedaços.
Por um momento não se ouve nada dentro do táxi até que finalmente o taxista diz:- 'Olhe amigo, não volte a fazer isso nunca mais! Quase que me matou com o susto!'
O passageiro pede desculpa e diz:
- 'Nunca pensei que fosse assustar-se tanto só porque lhe toquei no ombro'
Responde o taxista:
- 'O que se passa é que hoje é o meu primeiro dia de trabalho como taxista'
- E o que é que fazia antes?
- Fui condutor de um carro funerário durante 25 anos'

sexta-feira, julho 08, 2016


DURÃO BARROSO

Vai para 'chairman' da Goldman Sachs. Seja lá o que esta merda for, significa que vai ficar cheio de dinheiro até aos olhos. Cag—no seu país deixando-o entregue aos ratos e fugiu para um ordenado melhor na dita união europeia. Não sem antes com os seus amigos Blair, Bush e Aznar ter destruído toda e qualquer hipótese de Paz no Médio Oriente. Legou-nos o EI, ou o Daesh, ou o terrorismo que entra pelos nossos lares e agora recebe os trocos das felonias que cometeu.

E não há quem o julgue.

 

terça-feira, julho 05, 2016


ESTRANGEIRISMOS NA LÍNGUA PORTUGUESA
foto de Gil Goffer
Cada vez mais e sobretudo por culpa desse predador omnipresente (a NET) deparamos com textos em que os estrangeirismos surgem a torto e a direito. Em alguns casos até se justifica. Noutros a palavra já entrou de tal maneira no nosso dia, que não é difícil perceber o sentido que ela pretende sublinhar.

Mas existem casos em que nos vemos às aranhas para percebermos o que quer dizer e quando nos explicam, ficamos perplexos pela razão que impedirá a utilização de umas quantas palavras em português que significam exactamente o mesmo e às vezes até com vantagem.

Somos então levados a crer que um certo culto de vaidade pessoal lava as pessoas a escreverem de certa forma, esquecendo-se deste Portugal profundo em que os portugueses mortais existem e em que estes palavrões não significam rigorosamente nada. Estes palavrões também entraram na moda por culpa da economia ou da falta dela, pelo que também aqui convém tornar os textos pouco legíveis para evitar que compreendamos a “trampa” em que estamos envolvidos.

Exemplo de palavrões que pesquei em uns quantos jornais: Crowdfunding, Links, Blog,

Post, Establishment, Bremain, Brexit, Startups, Voucher, iPad, Selfies, Rating, CEO,

Smartphone, Stakeholders, Trending, Blockbusters, Feeds, Fun zone, Imojis, …

Estes poucos exemplos servem para ilustrar o que digo.

Os meus leitores e amigos compreendem-me.

segunda-feira, julho 04, 2016


ALVIN TOFLER

Esta semana morreu o “adivinhador/escritor” com 87 anos.

A sua obra:

. 1970 – O choque do futuro

. 1975 - O Espasmo da Economia

. 1980 – A terceira vaga

. 1990 – As mudanças do poder

. 1995 – Guerra e Anti-Guerra


 

Citações retiradas da sua obra (in Wikipédia)

  • ”Ou você tem uma estratégia ou é parte da estratégia de alguém."
  • ”Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender."
  • ”A pergunta certa é geralmente mais importante do que a resposta certa à pergunta errada."
  • ”O futuro é construído pelas nossas decisões diárias, inconstantes e mutáveis, e cada evento influencia todos os outros."
  • ”Mudança é o processo no qual o futuro invade nossas vidas."

O que eu tenho a dizer:

Depois desta introdução acrescentar o que quer que seja poderia parecer redundante se não tivesse que ver com a minha experiência pessoal da descoberta deste autor. Ao ler sobre a sua morte tilintaram em mim os sinais das minhas memórias. Eu sabia que já o tinha lido e que me parecera extraordinário. Na minha mini-biblioteca procurei e lá encontrei um livro (O Choque do Futuro) que me tinha impressionado de forma extraordinária.

Abri o livro e lá encontrei a minha assinatura e a data de compra em Lisboa onde eu ainda estudava.
Tinha eu 26 anos. Terá eventualmente sido dos primeiros ensaios que li, eu que nesse tempo vivia entre o romance e a poesia. Foi garantidamente uma pedrada no charco da minha ignorância. A leitura de um livro destes em pleno período do Estado Novo (o 25 de Abril era um sonho ainda não cumprido), representava um abrir de horizontes para um jovem à procura do seu caminho.

2 anos depois iniciei a minha carreira profissional de professor na Escola Técnica de Alcobaça. Os meus livros vieram comigo para a minha base de Peniche. Numa conversa na oficina do meu pai com um dos homens com que mais aprendi sobre a história do Portugal  republicano em Peniche, o Sr. Acelino Avelino (um dos proprietários dos AAA) falava-me sobre um futuro que o assustava na nossa terra e no nosso país. Ao tempo sugeri-lhe a leitura deste livro. Pelas perplexidades que encerra. Pelas novas perspectivas que abria. Acima de tudo por nos ensinar a pensar de forma global. Mal eu sabia que esta expressão só a viria a reencontrar quase 30 anos depois.

O sr. Acelino (um homem de cultura) encontrou as mesmas surpresas com que eu já me tinha deparado. E outras que não vislumbrei. “O Choque do Futuro” deu para algumas tertúlias que viemos a desenvolver.

Bem haja o Alvin Tofler que me permitiu encontrar uma personalidade invulgar em Peniche, que no entanto muito poucos tiveram a possibilidade de usufruir.

 

sábado, julho 02, 2016

2 QUE ME FAZEM SORRIR:
Pragmatismo alentejano
Agora digam que o alentejano não é inteligentíssimo.
Duas gajas brasileiras, boas, mas muito boas mesmo, resolveram gozar
com um velhinho de Estremoz, com mais de 80 anos.
Aproximaram-se, deram-lhe o braço, uma de cada lado, e disseram-lhe:

 - Ó velhinho, diga-nos uma coisa. O que é que fazia com duas gajas
gostosas como nós?

 O velhinho sorriu com ar sábio e disse:
- Com as duas, não fazia nada. Mas com mais quatro ou cinco...
Abria uma casa de putas!

Mãe aconselha a filha: 
  *   Olha minha filha, ele te convidou para sair, você vai;
  *   Ele vai te levar para jantar, você vai;
  *   Ele vai te convidar para conhecer o apartamento dele, você vai;
  *   Ele vai te oferecer uma bebida, você aceita;
  *   Ele vai te convidar para ir pro quarto, você vai;
  *   Ele vai te convidar para tirar a roupa, você tira;
  *   Ele vai te pedir para deitar na cama, você deita...

  ...Mas, na hora em que ele subir em cima de você para desonrar a nossa família,
     você não deixa, viu minha filha ?
 
Tudo avisado, a garota saiu. Quando chegou, foi contar para a mãe o ocorrido:
  *   Tudo o que a Senhora falou era verdade, mãe !!!
       Ele fez tudinho !!! Só que na hora que ele foi subir em cima de mim para desonrar minha família...
  *   Você saiu da cama, não é, filha? Perguntou a mãe, apreensiva.
 *  Não, fiz muito melhor !!!  Eu subi em cima dele e desonrei a família dele !!