Em defesa dos direitos de autor


Nos 20 anos que o trabalho em referência celebra este ano, já serviu para ser apresentado como trabalho de estágio sem lhe citarem a origem e para outras imensas citações de alunos de escolas sem que o nome do autor num e noutro caso seja referido.
Aliás a reputada rendilheira e criativa autora deste manuscrito, já viu trabalhos seus em Rendas de Bilros, servirem para capas de outras obras sem que a origem do trabalho seja citada. É o caso da celebrada guarita em renda de bilros que hoje profusamente anda por todo o lado e é feita por tanta rendilheira, sem que a autoria do desenho original para ser utilizado em pique alguma vez seja referida.
Já está pois Ida Guilherme habituada a que lhe surripiem a autoria de inúmeros dos seus trabalhos. Mas existem coisas que têm limites. E publicar na Internet uma parte substantiva do manuscrito em referência, num Blog pessoal, sem que a origem do trabalho seja referida em algum lado entristece qualquer um e leva-o ao desespero. Então o esforço individual não tem de ser reconhecido? Só posso acreditar que quem se apropria desta forma do trabalho dos outros o faça por distracção ou por falta de cuidado.
Mas, É UM ERRO E TEM DE IMEDIATO QUE SER CORRIGIDO. A bem da verdade e do mérito que deve ser dado a quem o tem.
Infelizmente este tipo de situações vem-se repetindo cada vez mais em Peniche. E por pessoas com responsabilidades. Mais ou menos à socapa, copiam-se trabalhos de uns e de outros, ou fazem-se afirmações sobre factos sem que a sua origem seja referida. Entre o anonimato e a cópia despudorada se vai vivendo em Peniche, umas vezes por iniciativa própria, outras a mando de sabe Deus quem.
A Ida Guilherme como rendilheira e criadora ímpar na Área das Rendas de Bilros, merece o respeito de todos nós. Quem não gostar dela que não a cite ou não utilize os seus trabalhos. Quando os utilizar é obrigatório dizer quem os produziu. É o mínimo que a dignidade individual exige.
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